Acervo iconográfico construído com registros fotográficos de diversos momentos, curiosidades e lugares que fizeram parte da história do Amazonas, extraídos de jornais, revistas e álbuns de fotografias de várias épocas.

Catraia no Igarapé da Cachoeirinha

Imagem do meio de transporte muito usado pela população para se locomover de um lado para o outro do igarapé. Ao fundo ve-se o edifício do Instituto Amazonense de Educandos Artífices.
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Típica Residência as Margens do Rio Juruá

Fachada da residência do senhor Alfredo Marques da Silva e de João Neves da Cruz. Com o assoalho alto por causa da enchente e com muitas janelas para amenizar o calor nas noites quentes.
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Residência do Coronel José da Costa Gadelha

Fotografia da fachada da Residência do Coronel José da Costa Gadelha, com o assoalho alto e bem arejada, que já foi proprietário de vários seringais no Departamento do Alto Purús.
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Sociedade de Tiro Brasileiro no Amazonas

Na imagem do 1º Batalhão da Sociedade de Tiro Brasileiro no Amazonas, constam nomes conhecidos como: o major fiscal Gentil Bittencourt e o tenente dr. Adriano Jorge.
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Fotografia da senhorita Aciolina Gonçalves

Na imagem aparece a senhorita Aciolina Gonçalves que ganhou o Diploma de Honra na Exposição Artística realizada em Manaus. Ela construiu a Torre Eiffel com flores artificiais.
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Regimento Militar do Amazonas

Na fotografia está o Regimento Militar do Amazonas em frente ao seu Quartel, podemos ver as estátuas dos soldados Zuavo, localizado na Praça Heliodoro Balbi conhecida como Praça da Polícia.
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Trabalhadores do Comércio de Manaus

Na foto os jovens trabalhadores do comércio de Manaus se reuniram para esta fotografia, após o comerciante José da Trindade lhes oferecer um almoço farto.
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Antonio Bittencourt Retoma seu Cargo de Governador

Antonio Bittencourt retorna ao cargo de governador do Amazonas pelas mãos de Nilo Peçanha que não aceitou sua deposição pela Assembleia Legislativa.
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Sá Peixoto e Silvério Nery São Vaiados em Manaus

Na Charge os senhores Sá Peixoto e Silvério Nery chegam a Manaus e são recebidos a vaia pela população que não esqueceu o Bombardeio de Manaus ocorrido em 8 de outubro de 1910.
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Sociedade de Tiro Osório de Paiva

Na fotografia estão os membros da Diretoria da Sociedade de Tiro Osório de Paiva instalada no Município de Lábrea, interior do Amazonas.
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Grupo Distinto da Sociedade Manauara

Fotografia de um Grupo Distinto da Sociedade Manauara que a Revista O Malho destacou em sua edição de dezembro de 1912.
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Treinamento do Grupo de Tiro ao Alvo de Manaus

Enfileirados aparecem os sócios do Grupo de Tiro de Manaus. O grupo conta com 240 sócios que praticam o tiro sob a orientação capitão tenente Rabel Elyseu Dalle.
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Grupo de Tiro Naval do Amazonas

Na imagem o Grupo de Tiro Naval do Amazonas, pertencentes a briosa Marinha do Brasil, faz seu treinamento nos arrabaldes de Manaus.
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Impasse na Sucessão ao Governo do Amazonas em 1916

Na charge do O Malho o presidente Venceslau Brás está sentado tendo a sua frente o governador Jonathas Pedrosa que lhe mostra os possíveis candidatos ao governo do Amazonas em 1916.
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Materiais em Exposição no Palácio Monroe

Os materias do Estado do Maranhão, Goiás e Alto Purus, além do Estado do Pará ficaram expostos no Palácio Monroe que foi demolido a mando do general Ernesto Geisel.
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Abertura da Primeira Exposição Nacional de Borracha

Sessão Solene de Abertura da Primeira Exposição Nacional de Borracha no Rio de Janeiro. Ao lado estão expostos os materiais dos outros Estados Brasileiros.
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Primeira Exposição Nacional de Borracha em 1913

Fotografia da visita do presidente marechal Hermes Rodrigues da Fonseca e do coronel Bertino de Miranda a Primeira Exposição Nacional de Borracha em 1913 no Rio de Janeiro.
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Sucessão ao Governo do Amazonas em 1916

Zé povo ve que o tal peixe, pescado por Venceslau Brás, é espinhoso e que sua escolha vai ficar atravessada na goela do povo amazonense.
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Time de Futebol do Satélite Sporting Clube

Jogadores do Time de Futebol do Satélite Sporting Clube, fundado em 31 de outubro de 1913. Sua sede ficava localizada na Rua Barroso, 30. Nessa época os jogos aconteciam na Praça da Saudade.
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Ribeiro Júnior e a Rebelião na Amazônia

No canto esquerdo a fotografia do tenente Ribeiro Júnior que liderou a Rebelião Tenentista de 23 de julho de 1924. A Rebelião era em oposição ao presidente Artur Bernardes.
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Soldado da Borracha cortando lenha

Fotografias retiradas da Revista O Malho, mostram os Soldados da Borracha em diferentes momentos executando suas atividades no período Áureo da borracha.
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Paulo Pinto Nery em viagem com a família

Fotografia tirada do O Jornal da família do prefeito Paulo Pinto Nery. A família viajou para os Estados Unidos, onde o prefeito fará cursos para melhor administrar nossa cidade.
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Fachada da Drogaria Universal de Théodore Lévy

Fachada da Drogaria Universal de propriedade do alemão Théodore Lévy, firma de Théodore Lévy e Camille & Cia. Funcionava na Marechal Deodoro e sua Matriz na França.
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Hotel Tropical de Manaus

O projeto é de autoria de Sérgio Bernardes e sua construção foi executada pela então companhia aérea Varig.
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Brasiljuta, pioneira no ramo de fiação e tecelagem de juta

A ideia da instalação de uma moderna fábrica de fiação e tecelagem de juta, nasceu dentro do programa de recuperação econômica da Amazônia.
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Gravura da Praça XV de Novembro

Trata-se da imagem de uma área da antiga Praça da Alegria, que tinha início na Rua Brasileira (atual Av. Sete de Setembro) e se estendia até ao antigo Igarapé da Olaria.
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Construção do Edifício Maximino Corrêa

Perspectiva fotográfica das obras de construção do Edifício Maximino Corrêa, Praça Antonio Bittencourt. Este Edifício foi construído onde existia o Palacete Miranda Corrêa, demolido em 1971.
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Paço Municipal em seu estilo neoclássico

O projeto é de 1865, mas só ficou pronto em 1878. É uma das primeiras construções em estilo neoclássico de Manaus. Atualmente o Paço está ocupado pelo Museu da Cidade.
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Jogo no Estádio da Colina

Cena de um jogo sendo realizado no Estádio da Colina, hoje Ismael Benigno. Foto tirada na década de 1970.
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Agência do Banco do Brasil

Imagem de um dos prédios que compunham o Complexo da Booth Line e serviu como agência do banco, até a construção do prédio demolido na década de 1960, dando lugar a agência atual.
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Trecho da Rua da Instalação

Trecho da Rua da então Instalação, vista a partir das proximidades da Rua Saldanha Marinho. À direita, com a placa da Livraria Dom Bosco.
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Rua Quintino Bocaiuva em obras de recapeamento

Trecho da então Rua Quintino Bocaiuva em obras de recapeamento, no Centro de Manaus.
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Vista aérea da Avenida Brasil

Vista da avenida Brasil já duplicada, uma das vias mais movimentada da cidade de Manaus. Por causa das diversas intervenções, que o governo do Estado ali fixou sua Sede administrativa.
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Vista aérea do Balneário do Parque Dez

Vista aérea do Balneário do Parque Dez de Novembro, com sua piscina larga que recebia as famílias manauaras em dias de forte calor na cidade.
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Foto do jardim da Praça Matriz

Serviços de limpeza nos jardins da Matriz, com destaque para uma das torres da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
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Placa de Obra de Urbanização da Praia da Ponta Negra

Vista da praia da Ponta Negra, com destaque para a placa, à direita, anunciando a realização de obras de urbanização.
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Início das obras da Ponta Negra na década de 1990

Praia da Ponta Negra recebendo as obras de reforma e melhoria estrutural.
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Extensão da praia da Ponta Negra

Vista da praia da Ponta Negra, em toda sua extensão original.
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Praia da Ponta Negra e seus quiosques

Vista da praia da Ponta Negra. Ao fundo, os quiosques improvisados e precários.
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Praia da Ponta Negra ainda sem infraestrutura

Vista da praia da Ponta Negra, em Manaus, ainda sem nenhuma infraestrutura.
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Urbanização na Avenida Paraíba

Trecho da avenida Paraíba com sua mão dupla, o que não é mais permitido hoje.
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Fotografia da Avenida Paraíba Pavimentada e Urbanizada

Trecho da avenida Paraíba, atual avenida Umberto Calderaro Filho, já asfaltada e urbanizada.
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Avenida Paraíba sem a pavimentação

Imagem da avenida Umberto Calderaro Filho (antiga Paraíba) ainda sem urbanização e com grandes chácaras em toda sua extensão.
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Foto aérea da Fundação Dr. Thomas

Vista aérea das instalações da Fundação Dr. Thomas, cercada de vegetação.
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Item de decoração natalina na Eduardo Ribeiro

Na foto, além da ornamentação de natal, temos as fachadas dos prédios comerciais da avenida Eduardo Ribeiro, Centro de Manaus.
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Item de decoração natalina na Avenida Eduardo Ribeiro

Decoração natalina na então Avenida Eduardo Ribeiro, em Manaus.
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Decoração natalina na Avenida Eduardo Ribeiro

Decoração de árvore natalina no estacionamento da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, no Centro, Manaus.
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Decoração natalina da Eduardo Ribeiro

Avenida Eduardo Ribeiro com sua ornamentação natalina. No lado esquerdo, o letreiro do Cine Avenida.
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Fábrica da Antactica e o Vivaldão

Na foto, toda a extensão da fábrica de bebidas da Antarctica, em Manaus. Ao fundo, o Estádio Vivaldo Lima, atual Arena da Amazônia.
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Fábrica de bebidas da Antarctica em construção

Fábrica de bebidas da Antarctica, em construção, na cidade de Manaus. Acervo: Arquivo Público Municipal de Manaus.
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Galpões da Fábrica da Antarctica

Vista aérea da construção da fábrica de bebidas da Antarctica, com seus grandes galpões, estrutura que ocupa uma área extensa na avenida Constantino Nery, Manaus.
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Construção da Fábrica da Antarctica

Vista aérea da construção da fábrica de bebidas da Antarctica, em Manaus, localizada na avenida Constantino Nery. Acervo: Arquivo Público Municipal de Manaus.
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Vista da Avenida Djalma Batista na década de 1970

Vista da avenida Djalma Batista, década de 1970. Mostra a extensão da avenida, ainda com pouco tráfego de veículos.
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Anfiteatro do Parque Dez

Fotografia do Anfiteatro do Parque Dez, o primeiro de Manaus, criado com a finalidade de educar e divertir a população manauara.
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Vista do Balneário do Parque Dez

Vista da piscina do balneário do Parque Dez de Novembro. Local de lazer das famílias manauaras, que se dirigiam ao local para amenizar o calor em Manaus, década de 1960.
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Premiação do carnaval de Manaus em 1977

Prefeito Jorge Teixeira, popularmente chamado de “Teixeirão”, entregando ao cantor Zezinho Corrêa uma premiação.
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Vista aérea do Bairro Coroado

Vista aérea do bairro Coroado, zona Leste de Manaus, na década de 1970, originado a partir de invasões nas terras da UFAM.
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Hasteamento da bandeira na Praça Duque de Caxias

Hasteamento da bandeira do Brasil, na inauguração da Praça Duque de Caxias, no bairro São Jorge.
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Juventude na Praça Nossa Senhora de Fátima

A juventude de Manaus se reúne em frente da antiga Praça Nossa Senhora de Fátima.
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Estudantes na Praça da Saudade

Estudantes hasteando as bandeiras ao lado do chafariz da Praça da Saudade (ou Cinco de setembro).
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Vista do Horto Municipal

Vista do Horto Municipal, na cidade de Manaus, década de 1970.
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Fotografia Horto Municipal de Manaus

Foto da década de 1970, do Horto Municipal de Manaus, que funcionava desde 1969 numa área de 2,5 hectares, na estrada do Aleixo.
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Viaduto Dom Jacson Damasceno

Imagem aérea do cruzamento de duas das mais importantes vias urbanas da cidade de Manaus.
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Rua Henrique Martins com seus paralelepípedos em obras

Trecho da rua Henrique Martins, esquina com rua Joaquim Sarmento, Centro de Manaus.
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Vista aérea do Estádio da Colina

Estádio Ismael Benigno, mais conhecido como “Estádio da Colina”.
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Construção de Ponte na Avenida Djalma Batista

Construção de Ponte na Avenida Djalma Batista, em 1977.
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Obras na avenida Djalma Batista

Obras de construção da avenida Djalma Batista, 1977. Ao centro, máquinas, materiais de construção e a equipe de trabalhadores em ação.
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Aeroporto de Ponta Pelada

Vista aérea do Aeroporto Ajuricaba, mais conhecido como Ponta Pelada. Inaugurado em 1954, por duas décadas foi o principal aeroporto da cidade.
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Ornamentação natalina da Eduardo Ribeiro

Ornamentação da avenida Eduardo Ribeiro para as festas de fim de ano.
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Ornamentação de fim de ano na Avenida Eduardo Ribeiro

Ornamentação de fim de ano com referência ao vindouro 1972. Ao fundo, a Praça da Matriz e a Catedral de Nossa Senhora da Conceição.
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Avenida Eduardo Ribeiro em fim de ano

Foto da avenida Eduardo Ribeiro com a ornamentação de fim de ano. O destaque da foto fica para o tráfego de automóveis, em mão dupla.
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Praça da Matriz e o Porto de Manaus

Reforma da Praça da Matriz, em 1975. Ao fundo, o Porto de Manaus.
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Rua Luiz Antony com trecho em obras

Trecho da rua Luiz Antony, no Centro de Manaus. Na parte central da foto, o espaço em obras é, hoje, os fundos do Colégio e Faculdade Dom Bosco.
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Arborização da Praça da Polícia

Praça Heliodoro Balbi (da Polícia), Centro, com sua arborização de tajás, planta usada para ornamentação.
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Relógio Municipal de Manaus

Relógio Municipal, na avenida Eduardo Ribeiro. Atrás, em primeiro plano, o edifício do Ministério da Fazenda.
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Chafariz da Praça da Matriz

Foto da fonte-monumento, em ferro fundido, que ornamenta a Praça da Matriz.
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Fachada do Colégio Dom Bosco

Fachada da igreja e do colégio Dom Bosco, localizados na avenida Epaminondas, no então Centro de Manaus.
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Aula de ginástica do Dom Bosco

Fotografia rara dos ensaios de ginástica, uma das aulas então oferecidas pelo Colégio Dom Bosco, em Manaus.
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Alunos do Colégio Dom Bosco prestando continência

Desfile dos alunos do Colégio Dom Bosco, em Manaus. Fardados de branco e de quepe na cabeça, prestavam continência às autoridades.
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Desfile dos alunos do Colégio Dom Bosco

Desfile dos estudantes do Colégio Dom Bosco, em Manaus. Devidamente fardados, marchavam com o estandarte do brasão do Amazonas.
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Alunos do Colégio Dom Bosco

Desfile de bicicletas dos alunos do Colégio Dom Bosco pela avenida Epaminondas, Centro de Manaus.
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Time de futebol do Colégio Dom Bosco

Time de futebol dos alunos salesianos do Colégio Dom Bosco, de Manaus. Com o uniforme da escola e de pés no chão, posam para a foto antes da partida.
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Desfile da fanfarra do Dom Bosco

Desfile da fanfarra dos alunos do Colégio Dom Bosco pelas ruas do Centro de Manaus.
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Construção interna do Colégio Dom Bosco

Registro fotográfico da área interna do Colégio Dom Bosco, em Manaus.
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Construção do Colégio Dom Bosco na década de 1920

Fotografia da construção do prédio histórico do Colégio Dom Bosco, na década de 1920.
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Fachada da Casa da Criança

Fachada da Casa da Criança, instituição inaugurada em 1º de fevereiro de 1948.
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Carnaval na Eduardo Ribeiro

Em fins da década de 1970 a festa de Momo era realizado na avenida Eduardo Ribeiro, antes de ser transferido para o Sambódromo de Manaus.
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Avenida Getúlio Vargas na década de 1930

Trecho da avenida Getúlio Vargas, no início da década de 1930, ainda com poucas residências e com um aspecto bastante rural.
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Trecho final da avenida Eduardo Ribeiro

Trecho final da avenida Eduardo Ribeiro, centro de Manaus, no início da década de 1970, toda ornamentada para as festas de fim de ano.
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Aterramento do Porto de Manaus

Porto de Manaus, 1902. Aterramento do trecho entre o prédio da Recebedoria do Estado e os Trapiches Fernandes e Teixeira.
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Vista aérea dos Armazéns do Porto

Panorama dos armazéns do Porto de Manaus, 1927. No alto, destaque para a cúpula do Teatro Amazonas, à esquerda, e as duas torres da Igreja Matriz.
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Vista aérea do bairro da Praça 14 de Janeiro

Vista aérea do Bairro da Praça 14 de Janeiro na década de 1950, com destaque para algumas de suas vias principais.
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Vista aérea da Praça de São Sebastião

Vista aérea da praça de São Sebastião e da igreja de mesmo nome, cercada pelos casarões antigos que circundão a praça.
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Vista aérea do Hospital Beneficente Portuguesa

Vista aérea da cidade de Manaus, com destaque para o Hospital Beneficente Portuguesa, à esquerda, na avenida Joaquim Nabuco.
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Vista do Jardim Ajuricaba de Menezes

Vista parcial do Centro da cidade. Bem no meio da imagem, o Jardim Ajuricaba de Menezes, em formato de clave alongada, que fazia parte da Praça da Matriz.
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Vista aérea do Porto de Manaus e Ilha de São Vicente

Vista aérea do Porto de Manaus e no canto inferior esquerdo, a Ilha de São Vicente, onde hoje está instalado o 9º Distrito Naval da Marinha do Brasil (2021).
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Vista aérea do Rio Negro e suas embarcações

Vista aérea do Rio Negro e suas embarcações, ancoradas então. Além disso, estaque para a avenida Floriano Peixoto e rua dos Andradas.
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Vista aérea da Catedral de Nossa Senhora da Conceição

Vista aérea da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, com os jardins em seu entorno, ainda sem as grades.
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Vista aérea do bairro Matinha

Vista aérea do Bairro Matinha. Nela, são mostradas as indicações das ruas do bairro que fica próximo ao centro de Manaus.
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Vista aérea da Fábrica de Tecelagem Matinha

Vista aérea da Fábrica de Tecelagem Matinha, localizada na rua da Paz, no antigo bairro Matinha, atual Presidente Vargas, início da década de 1960.
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Usina de Beneficiamento de Lixo

Vista aérea do bairro Compensa, zona Oeste de Manaus. Ao centro, destaque para a usina de beneficiamento de lixo, no ano de 1975.
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Vista aérea da avenida Eduardo Ribeiro

A via em destaque no centro da imagem é a avenida Eduardo Ribeiro. No canto inferior esquerdo, parte da praça da Matriz.
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Vista aérea da Rua Miranda Leão

Vista aérea do Centro de Manaus, com destaque para a rua Miranda Leão bem ao centro da imagem, de baixo para cima.
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O Velódromo Álvaro Maia

Vista aérea do bairro Cachoeirinha, no ano de 1959. Destaque para o terreno em forma de elipse, onde era localizado o Velódromo Álvaro Maia, antes Velódromo Recreio.
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Vista aérea da Rua Ipixuna

Vista aérea da rua Ipixuna, bairro Cachoeirinha, no ano de 1973. Nota-se, nesta imagem, a rua ainda sem asfaltamento e urbanização.
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Trecho da Rua dos Barés no Centro de Manaus

Trecho da Rua dos Barés, no Centro de Manaus, uma das artérias mais antigas da cidade.
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Cartão-postal da Rua 10 de Julho

Cartão-postal, em preto e branco, de um trecho da rua Dez de julho, no Centro de Manaus.
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Prédios da avenida Eduardo Ribeiro e suas fachadas

Vista de um trecho da avenida Eduardo Ribeiro, centro histórico de Manaus.
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Roadway do Porto de Manaus

Cartão-postal do Roadway da Manaus Harbour, com destaque para as embarcações de menor porte ancoradas ao longo de sua estrutura e a vista panorâmica da Baía do Rio Negro.
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Vista da fachada do Teatro Amazonas

Vista da fachada do Teatro Amazonas, com destaque para as carroças puxadas por tração animal, os trilhos do bonde que passava pela rua Costa Azevedo.
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Desfile de atletas na Parada Esportiva

Desfile e concentração de atletas na Parada Esportiva realizada do dia 6 de setembro de 1942, no Estádio General Osório.
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Desfile estudantil no Estádio General Osório

O registro fotográfico foi feito no Estádio General Osório, durante o desfile estudantil, na avenida Epaminondas.
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Cartão-postal da Estrada Epaminondas

Cartão-postal da Estrada Epaminondas, hoje, uma das avenidas mais importantes do sistema viário de Manaus.
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Praça de Nossa Senhora de Nazaré

Vista da Praça Nossa Senhora de Nazaré, ainda em formação, no bairro Adrianópolis.
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Concentração de fiéis em frente à Igreja Dom Bosco

Concentração de fiéis em frente à Igreja Dom Bosco, na praça de mesmo nome, localizada na rua da Instalação.
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Cartão postal da A Favorita

O cartão retrata um dos pontos turísticos da cidade, a Praça Antônio Bittencourt, mais conhecida como Praça do Congresso.
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Vista da Praça Antônio Bittencourt

Vista da Praça Antônio Bittencourt (ou do Congresso), ainda sem arborização e calçamento, repleta de estudantes, no início da década de 1940.
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Vista aérea do Porto de Manaus, maior porto flutuante do mundo

Vista aérea do Porto de Manaus, o maior porto flutuante do mundo, com destaque para o imenso Rio Negro ao fundo.
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Cartão-postal, colorido, da praia da Ponta Negra

Cartão-postal colorido da praia da Ponta Negra. Na imagem, banhistas se refrescam às margens do rio Negro, curtindo o delicioso sol amazônico.
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Imagem da praia da Ponta Negra

Registro da praia da Ponta Negra, zona Oeste de Manaus, onde ocorria um evento esportivo de natação.
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Assis Chateaubriand em Manaus

Na fotografia que é rara, podemos ver Álvaro Maia entre outros que recepcionam o empresário e jornalista, Assis Chateaubriand.
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Vista aérea dos jardins da Igreja Matriz

Vista aérea de parte dos jardins da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, nas esquinas das avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro.
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Jardim triangular da Praça Oswaldo Cruz

Vista aérea do jardim triangular da Praça Oswaldo Cruz, ou da Matriz, no Centro de Manaus.
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Imagem de formatura militar no Estádio General Osório

O local foi utilizado por muitos anos para a realização do Festival Folclórico do Amazonas, patrocinado pelos jornais “Diário da Tarde” e “O Jornal”.
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Vista aérea da Praça Dom Pedro II

Vista da Praça Dom Pedro II, a partir das escadarias do Paço Municipal, no início da avenida Sete de Setembro.
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Fotografia da Praça Francisco Queiroz

Praça Francisco de Queiroz (ou Ruy Araújo), localizada entre as ruas Quintino Bocaiúva, Dr. Almínio e Izabel.
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Praça Paysandu, uma praça extinta

A Praça Paysandu, que ficava no quadrilátero das ruas Saldanha Marinho, Henrique Martins, Joaquim Sarmento e avenida Eduardo Ribeiro.
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Vista dos jardins da Igreja da Matriz

Vista dos jardins da Igreja da Matriz pelo lado oeste, com seu jardim ainda sem grades.
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Vista do estacionamento da Igreja Matriz em Manaus

Vista do estacionamento da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, nas esquinas da avenida Eduardo Ribeiro com a Sete de Setembro.
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Estação dos Bondes no centro de Manaus

Antiga estação dos bondes, no Centro da cidade. Em destaque, o prédio da Booth Line, o Bar e Restaurante Bolsa Universal e as carroças com tração animal.
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Ônibus Coletivos que circulavam em Manaus

Os ônibus coletivos que circulavam pela cidade e estão estacionados na estação localizada à frente da Booth Line, no Centro de Manaus.
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Fotografia do jovem Mário Verçosa

Fotografia do jovem Mário Verçosa, importante personalidade do poder judiciário amazonense, sendo desembargador.
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Fotografia do antigo prédio da Associação Amazonense da Imprensa

Prédio onde funcionou a Associação Amazonense da Imprensa, localizado na avenida Eduardo Ribeiro. Atualmente, no local existe um prédio comercial.
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Altar da Igreja dos Remédios

Localizada na rua Miranda Leão, Centro, essa igreja foi tombada como Monumento Histórico do Estado do Amazonas pelo Decreto 11.037, de 12 de abril de 1988.
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Parte interna da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

Vista da parte interna da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios. Pelo calendário católico, o dia dedicado à santa padroeira é 8 de setembro.
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Vista da Praça dos Remédios

Vista da Praça Torquato Tapajós, mais conhecido por Praça dos Remédios e do Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, no Centro de Manaus.
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A chegada do Interventor Alfredo Sá

População reunida em frente à Matriz de Nossa Senhora da Conceição, aguardando a chegada do interventor federal, Sr. Alfredo Sá, no Porto de Manaus, década de 1920.
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Fachada do Instituto de Educação do Amazonas

Fachada do Instituto de Educação do Amazonas (IEA), nome oficializado pelo interventor Álvaro Maia, em 4 de março de 1940.
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Vista aérea do Hotel Tropical de Manaus

Vista aérea do Hotel Tropical de Manaus. Em contraste, a modernidade em meio à floresta, banhada pelas caudalosas águas do rio Negro.
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Gilberto Mestrinho participa de evento político

Gilberto Mestrinho e Plínio Coelho em evento político, ambos representantes do PTB no Amazonas, posam para fotografia cercados de autoridades.
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Fotografia de Gebes Medeiros

Foto do advogado, jornalista e escritor Gebes Medeiros, imortal da Academia Amazonense de Letras.
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Desfile escolar em Manaus

Fotografia do desfile escolar dos jovens estudantes de Manaus.
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Fachada do Colégio Ângelo Ramazzotti

Fachada do colégio Ângelo Ramazzotti, localizado em frente à Praça de Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Adrianópolis.
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Casas do Conjunto Residencial Dom Pedro II

Imagem de uma das ruas do Conjunto Habitacional Dom Pedro II.
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Fotografia do Balneário Ajuricaba Grêmio do Porto – AGREPO

Balneário do Ajuricaba Grêmio do Porto (AGREPO), localizado na avenida Efigênio Salles (antiga Estrada do V-8), na zona Centro-Sul de Manaus.
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Terraplenagem do Conjunto Débora

Terraplenagem de parte da área onde, atualmente, existe o Conjunto Residencial Débora, zona Oeste de Manaus.
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Capelinha dos Agostinianos

Ruínas do prédio da Capelinha dos Agostinianos, onde hoje existe o edifício Cidade de Manaus, na avenida Eduardo Ribeiro, Centro.
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Vista aérea do Quartel da Polícia Militar

Vista aérea do bairro Praça 14 de Janeiro, em Manaus. No canto inferior esquerdo, o prédio do Quartel da Polícia Militar.
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Fundos do Teatro à Avenida Eduardo Ribeiro

Fundos do Teatro à Avenida Eduardo Ribeiro, trecho no Centro de Manaus, no canto inferior esquerdo.
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Registro fotográfico da construção do Estádio Vivaldo Lima

Registro fotográfico histórico da construção do estádio Vivaldo Lima, popularmente conhecido como “Vivaldão”, na zona Oeste de Manaus.
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Vista parcial do Conjunto Residencial Dom Pedro I

Vista parcial do Conjunto Residencial Dom Pedro I, localizado na zona Oeste de Manaus.
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Vista aérea do Centro Histórico de Manaus

Vista aérea do centro histórico de Manaus, com destaque para a igreja, praça e jardins da Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
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Praça Tenreiro Aranha e o prédio da Alfândega

Vista aérea do Centro da cidade de Manaus, com destaque para a Praça Tenreiro Aranha no canto inferior direito, para o prédio da Alfândega, no canto inferior esquerdo.
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Trecho da esquina da Rua Tamandaré

Trecho da esquina da rua Tamandaré com a travessa Vivaldo Lima, Centro de Manaus, onde por muitos anos foi a Estação dos ônibus.
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Vista aérea das pontes de Manaus

Vista aérea da cidade de Manaus. No canto inferior esquerdo, a Ponte Benjamin Constant sobre o igarapé do Mestre Chico.
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Cinema Polytheama do Centro

Prédio onde funcionou o antigo Cine Polytheama, nas esquinas das atuais avenidas Sete de Setembro e Getúlio Vargas, Centro.
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Prédios na Avenida Eduardo Ribeiro

Imagem de três prédio localizados à Avenida Eduardo Ribeiro, um ao lado do outro, localizam-se em frente à Praça da Matriz.
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Jardins da Praça Oswaldo Cruz

Reforma nos jardins da Praça Oswaldo Cruz (ou da Matriz), Centro.
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Vista aérea do Vivaldão na Zona Oeste

Vista aérea do então Vivaldão na Zona Oeste da cidade de Manaus. Acima, destaca-se o magnífico também estádio Vivaldo Lima.
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Lojas no Centro de Manaus

Rua localizada no Centro de Manaus com suas lojas de artigos nacionais e importados.
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Conjuntos Dom Pedro I e II

Vista aérea dos conjuntos Dom Pedro I e II, localizados na zona Oeste de Manaus.
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Reforma no Centro de Manaus

Reforma no Centro de Manaus, com destaque para o letreiro do prédio onde funcionava o extinto jornal “A Notícia”.
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Reforma na Rua Teodoreto Souto

Reforma na rua Teodoreto Souto, Centro de Manaus, no trecho entre a rua Marechal Deodoro e a avenida Eduardo Ribeiro
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Reforma nos jardins da Praça da Matriz

Trabalhadores com suas máquinas trabalham para realizar uma grande reforma nos jardins da Igreja Matriz e em seu entorno.
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Reforma na Praça Oswaldo Cruz

Registro fotográfico da reforma ocorrida na Praça Oswaldo Cruz ou da Matriz, na década de 1970.
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Edifício Tartaruga no centro de Manaus

O prédio ao centro da imagem é o edifício Tartaruga, erguido no período áureo da borracha e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN).
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Vista aérea da Avenida Lourenço Braga

Vista aérea da avenida Lourenço da Silva Braga (Manaus Moderna) ainda não concluída.
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Vista aérea para o Centro de Manaus

Vista aérea do Centro da cidade. Na parte central da imagem, destaque para o Edifício Garagem, chamado popularmente de “Garajão” e que está localizado na avenida Floriano Peixoto.
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Vista aérea do Mercado Adolpho Lisboa

Vista aérea do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, construído no período áureo da borracha.
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Avenida Lourenço da Silva Braga

Vista aérea da avenida Lourenço da Silva Braga, margeando o rio Negro, com destaque para a Feira Manaus Moderna, no Centro da cidade.
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Fotografia da Villa Fanny

Foto da Villa Fanny, localizada na rua Joaquim Nabuco, Centro.
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Fotografia do Paço da Liberdade

Foto do Paço da Liberdade, também conhecido como Paço Municipal.
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Trecho da Avenida Joaquim Nabuco em 1910

Trecho da avenida Joaquim Nabuco, nivelado e calçado na década de 1910.
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Bonde do filme de Ed McDonald

Foto do filme de Ed McDonald, mostrando um dos grandes carros de estilo inglês, com doze bancos, construídos pela companhia inglesa de bondes, em Manaus.
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Bonde N° 51 da Avenida Lourenço da Silva Braga

Bonde número 51, da Manaus Railway Company, exposto no pátio do Centro de Artes Chaminé.
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Passageiros no bonde em Manaus

Registro do turista Ed McDonald, de um bonde com passageiros em Manaus, em um filme de 1957 e com uma câmera de 16mm.
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Bonde passando ao lado do Teatro Amazonas

Foto de “A Favorita”, com o bonde passando ao lado do nosso “templo das artes”, o monumental Teatro Amazonas.
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Bonde da Empresa St. Louis Car Company

Em 1905, a Serviços Eléctricos do Estado comprou dez carros, com quatro eixos e doze bancos, da empresa St. Louis Car Company.
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Bonde de Flores atravessando a selva

A paisagem bucólica de Manaus faz contraste com a linha de bonde de Flores, que atravessava a selva até os arrabaldes da cidade.
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Bonde cruzando a ponte de ferro

Bonde elétrico, modelo Stephenson, da linha de Flores, cruzando a ponte de ferro sobre o igarapé da Cachoeira Grande.
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Vista lateral da Igreja Matriz

Vista lateral da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, com destaque para a rampa de acesso da Avenida Eduardo Ribeiro.
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Bondes elétricos na Praça 15 de Novembro

Foto dos bondes elétricos números 55 e doze, da Stephenson, que transportavam os passageiros até o terminal.
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Cartão-postal “Lembranças de Manáos”

Uma imagem que apareceu em um raro cartão-postal colorido, “Lembranças de Manáos”, produzido no final da década de 1890.
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Certificado de incorporação da Manáos Railway Company

Registro do certificado de incorporação da Manáos Railway Company, assinado em 25 de fevereiro de 1898, em Nova York.
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Locomotiva à vapor da Viação Suburbana

Locomotiva a vapor com vagões, da Viação Suburbana, a primeira via férrea da cidade, em 1896.
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Locomotiva à vapor em Manaus

Locomotiva a vapor construída na década de 1890, por Hudswell, Clarke & Co., em Leeds, Inglaterra, para a Viação Suburbana de Manaus.
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Vista aérea do Centro de Manaus

Vista aérea parcial do Centro de Manaus, com todos os jardins que já existiram na Praça Oswaldo Cruz e o ajardinamento do Parque da Matriz.
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Cartão-postal da Usina da Viação

Cartão-postal da Usina da Viação e depósito dos bondes, na Avenida Sete de Setembro, no final da “Ponte Metálica”, na Cachoeirinha.
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Cartão-postal de bonde na Avenida Sete de Setembro

Cartão-postal colorido, com destaque para o bonde trafegando pela segunda ponte Romana, na Rua Municipal.
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Bonde na ponte metálica Benjamin Constant

Bonde sobre os trilhos na ponte metálica Benjamin Constant.
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Mapa das linha dos bondes em Manaus

Mapa de 1897, mostrando o percurso de duas linhas de bonde em Manaus. Destaque para o Plano Inclinado localizado no bairro de Aparecida.
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Certificado de 1909 da Manáos Tramways & Light Company Limited

Imagem do Certificado de 1909, da organização inglesa que comprou todas as operações de trens, veículos e franquias de eletricidade em Manaus.
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Bonde no Plano Inclinado

Um dos primeiros carros de passageiros, da empresa Manáos Railway Company, no “Plano Inclinado”.
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Bonde trafegando pela Ponte Benjamin Constant

Bonde número oito, da Manáos Tramways & Light Company Limited, trafegando pela Ponte Benjamin Constant.
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Imagem do bonde da Manáos Tramways & Light Company Limited

Imagem de bonde da Manáos Tramways & Light Company Limited, que reconstruiu e ampliou o sistema elétrico dos bondes na capital amazonense.
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Bonde N° 4 na Avenida Eduardo Ribeiro

Bonde N° 4 na Avenida Eduardo Ribeiro, St. Louis. As árvores frondosas, à direita, são da Praça da Igreja da Matriz.
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Bonde na Avenida Eduardo Ribeiro

Bonde St. Louis, número vinte, na Avenida Eduardo Ribeiro, esquina com Avenida Sete de Setembro, Centro de Manaus.
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Bonde fazendo curva na Rua Silva Ramos

Vista do bonde St. Louis, número 22, fazendo a curva da rua Silva Ramos. Durante os anos de 1899 e 1957, os bondes foram usados no transporte público de Manaus.
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Cruzamento Avenida Ferreira Pena com a Rua Simão Bolívar

Cruzamento da avenida Ferreira Pena com a Rua Simão Bolívar, Centro.
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Passeio de bonde em Manaus

Passeio de bonde em Manaus. A empresa Manáos Tramways & Light Company Limited importou caminhões e equipamentos elétricos da Inglaterra.
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Vista da Avenida Treze de Maio

Trecho da Av. Treze de Maio (atual Getúlio Vargas), ainda em construção, em 1938, com poucas residências e área de barranco.
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Lago da Praça da Polícia

Vista da Praça Heliodoro Balbi (ou da Polícia), com destaque para a ponte de concreto.
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Fotografia do Palácio do Tesouro do Estado do Amazonas

Palácio do Tesouro do Estado do Amazonas, localizado na antiga rua do Tesouro (atual travessa Vivaldo Lima), Centro de Manaus.
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Fotografia do coreto da Praça da Polícia

Pequeno coreto, em formato de templo grego, na Praça da Polícia, Centro.
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Vista da Praça da Polícia

Vista da Praça Heliodoro Balbi (ou da Polícia), no Centro.
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Carro alegórico na Eduardo Ribeiro com a Monsenhor Coutinho

Desfile de carnaval na avenida Eduardo Ribeiro, esquina com rua Monsenhor Coutinho.
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Obras do Saneamento Público de Manaus na Década de 1930

Foto de trabalhadores se preparando para iniciar as obras de saneamento na cidade, em 1936.
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Memória de carnaval na Eduardo Ribeiro

Carnaval na avenida Eduardo Ribeiro, com uma carroça alegórica desfilando em frente aos estabelecimentos comerciais.
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Prédio antigo na Ilha de São Vicente

Prédio localizado na Ilha de São Vicente, na rua Bernardo Ramos, Centro.
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Rua Marechal Deodoro

Rua Marechal Deodoro, no Centro de Manaus, ainda com seus paralelepípedos.
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Casa antiga na rua Governador Vitório

Foto da casa que existia na rua Governador Vitório, esquina com Sete de Setembro, bem à frente da Praça D. Pedro II.
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Fachadas dos prédios da Booth Line

Vista do jardim triangular da Praça Oswaldo Cruz e dos jardins do entorno da Igreja Matriz (à direita).
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Centro cultural Palácio Rio Negro

Foto do Palácio Rio Negro, à avenida Sete de Setembro, atualmente um centro cultural.
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Desfile escolar em Manaus na avenida Eduardo Ribeiro

Desfile escolar na avenida Eduardo Ribeiro, ao lado do obelisco construído em alvenaria, dedicado ao primeiro centenário da elevação de Manaus à categoria de cidade.
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Fotografia do Aviaquário de Manaus

Vista da entrada do Aviaquário Municipal, localizado na frente da Igreja da Matriz e inaugurado em 21 de abril de 1937.
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Estrada de Constantinópolis

Estrada de Constantinópolis, atual avenida Leopoldo Péres, no bairro Educandos.
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Desfile escolar na Avenida Eduardo Ribeiro

Desfile estudantil na avenida Eduardo Ribeiro, ao lado do antigo prédio dos Correios e Telégrafos.
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Tabuleiro da Baiana na Praça da Matriz

Vista da Praça da Matriz, onde se vê, à esquerda, o Tabuleiro da Baiana, uma antiga estação dos bondes.
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Memória do Carnaval de Manaus 1915

Memória do Carnaval de 1915, com os brincantes em uma charrete enfeitada.
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Bola do Olímpico Clube

Vista da praça, da Bola do Olímpico Clube, que ficava localizada no cruzamento da avenida Constantino Nery com Boulevard Álvaro Maia.
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Ônibus antigos do transporte coletivo em Manaus

Na imagem os ônibus do transporte coletivo que circulavam em Manaus.
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Vista do Jardim da Praça da Matriz e Casa Kahn Polak

Vista de uma parte dos Jardins da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, nas esquinas das ruas Municipal (atual avenida Sete de Setembro) e da Instalação, Centro.
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Cachoeira do Tarumãzinho

Cachoeira do Tarumãzinho, área de lazer que existiu entre as décadas de 1970 e 1990, com suas águas limpas, que serviam para o lazer das famílias manauaras.
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Academia Amazonense de Letras

Prédio da Academia Amazonense de Letras, localizada na rua Ramos Ferreira, N° 1009, Centro.
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Prédio da Casa do Estudante

Prédio da Casa do Estudante do Amazonas, localizado na rua Barroso, n. 267, Centro.
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Foto da Casa Carmem Miranda

Casa “Carmem Miranda” que pertenceu ao comerciante de origem portuguesa senhor Emídio Barbosa.
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Fotografia da Escola João de Deus

Fachada da Escola Primária João de Deus, com seus alunos professores.
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COMASA na Avenida Nhamundá

Obras de infraestrutura na avenida Nhamundá, bairro Praça 14 de Janeiro, Zona Sul de Manaus.
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Asfaltamento do Conjunto Ponta Negra

Asfaltamento das ruas do Conjunto Residencial Ponta Negra, 1974 no governo de Frank Lima que ocupou o cargo de prefeito da capital amazonense, no período de 1972 a 1975.
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Vista do balneário da Praia Dourada

Vista da praia Dourada, um dos mais antigos balneários de Manaus, 1974.
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Armações estruturais da Ponte do Educandos

Construção da Ponte Antônio Plácido de Souza, com suas armações estruturais. A ponte liga o bairro de Educandos ao Centro. Sua inauguração ocorreu no dia 18 de novembro de 1975.
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Esqueleto da obra da Ponte do Educandos

Vista da construção da Ponte Antônio Plácido de Souza sobre o igarapé do Educandos. A ponte liga o bairro ao centro de Manaus.
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Trecho da rua dos Barés de Manaus

Trecho da rua dos Barés, Centro de Manaus, uma das mais antigas da capital e que mantém seu nome original até os dias atuais.
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Obra de conclusão da Darcy Vargas

Na administração municipal de Frank Lima em agosto de 1974, é realizado a inspeção da obra de conclusão no trecho da avenida Darcy Vargas.
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Fotografia da estrada do Japiim

Trecho da Estrada do Japiim, em 1973.
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Frank Lima visita obra da Avenida Carvalho Leal

Prefeito Frank Lima em visita às obras da avenida Carvalho Leal, em Cachoeirinha, Zona Sul de Manaus.
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Praia Dourada em 1974

Imagem antiga da Praia Dourada, com dois garotos correndo.
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Campus Universitário da UFAM

Vista da entrada do campus universitário da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), sendo preparada para receber os serviços de asfaltamento da pista, em 1974.
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Construção da Ponte Antônio Plácido de Souza

Vista da construção da Ponte Antônio Plácido de Souza, obra de arte que interliga os bairros Educandos e Centro, 1974.
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Conjunto Isaias Vieiralves

Em outubro de 1974, a Prefeitura de Manaus realizou serviços de terraplanagem no residencial “Isaias Vieiralves”.
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Frank Lima visita obras da Ponte Antônio Plácido de Souza

O prefeito Frank Lima, o governador João Walter e o presidente do Banco do Estado do Amazonas (BEA), José Varela, visitaram às obras de construção da Ponte Antônio Plácido de Souza.
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Mercado Senador Cunha Mello

Descerramento da placa de inauguração da reforma do Mercado Municipal Senador Cunha Mello, à avenida Constantino Nery, Centro, 1973.
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Asfaltamento no bairro Santo Antônio

Em 1974, a Prefeitura de Manaus realizou o asfaltamento da rua São José, no bairro Santo Antônio, Zona Oeste da cidade.
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Trecho da Rua Jonathas Pedrosa em 1973

Trecho da rua Jonathas Pedrosa, entre a rua Japurá e o Boulevard Álvaro Maia.
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Conclusão da segunda Ponte do Mindu

Trabalho executado pela Prefeitura de Manaus para a conclusão da segunda Ponte do Mindu.
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Rua Codajás sendo preparada para asfaltamento

Fotografia datada de 9 de novembro de 1973, mostra a rua Codajás, sendo preparada para receber asfalto e infraestrutura.
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Avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro

Vista do cruzamento das avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro, Centro de Manaus, 1973. Vemos o prédio do Líder Hotel e a fachada da Loja Belmiros.
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Aspecto de área do Conjunto Residencial Castelo Branco

Aspecto de uma área do Conjunto Residencial Castelo Branco, no bairro Parque 10 de Novembro, zona Centro-Sul de Manaus.
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Recuperação dos jardins do Boulevard Amazonas

Recuperação dos jardins do Boulevard Amazonas realizada na administração municipal de Frank Lima, em 1974.
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Construção da ponte Padre Antônio Plácido de Souza

Vista aérea da construção da ponte Padre Antônio Plácido de Souza, que liga o bairro Educandos (à direita) ao Centro (à esquerda).
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Boulevard Amazonas recebe novo asfaltamento

Preparação do Boulevard Amazonas para receber nova camada de asfalto. O fim da via é onde hoje está localizado o viaduto Josué Cláudio de Souza.
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Recuperação e alargamento da Avenida Carvalho Leal

Recuperação e alargamento da avenida Carvalho Leal, bairro Cachoeirinha, obra do prefeito Frank Lima, 1974.
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Visita de Frank Lima à rua Codajás

Visita do prefeito Frank Lima à rua Codajás, bairro Cachoeirinha, 1973.
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Placa de reforma da Avenida Carvalho Leal

Placa que marca a reforma da Avenida Carvalho Leal, bairro Cachoeirinha, ocorrida no ano de 1974.
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Clube Municipal no carnaval de 1973

Entrada do Clube Municipal, com enfeites carnavalescos, 1973.
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Reforma da segunda Ponte do Mindu

Reforma da segunda Ponte do Mindu, na avenida Darcy Vargas, obra realizada em 1974 pelo prefeito Frank Lima.
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Trecho da Rua Ruy Barbosa

Trecho da rua Ruy Barbosa, no Centro de Manaus, esquina com a rua Henrique Martins.
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Caminhões na Avenida Nhamundá

Caminhões da Prefeitura de Manaus em trabalho de preparo do asfaltamento e urbanização da avenida Nhamundá.
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Obras na Avenida Nhamundá

Registro das obras da Prefeitura de Manaus na avenida Nhamundá, bairro Praça 14 de Janeiro, em 1972.
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Parte do balneário da Ponta Negra

Parte do balneário da Ponta Negra, na Manaus de 1974.
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Praia Dourada particular

Praia particular, banhada pelo igarapé do Tarumã e pelo rio Negro, localizada no km 9 da Estrada do Tarumã, em Manaus.
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Frank Lima visita obra ao lado da UTAM

Registro fotográfico do prefeito de Manaus, Frank Lima, em visita a obra ao lado da Universidade de Tecnologia da Amazônia (UTAM) na avenida Darcy Vargas.
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Comércio na praia da Ponta Negra

Um comércio em um trecho da praia da Ponta Negra, zona Oeste de Manaus.
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Quiosque na praia da Ponta Negra

Quiosque com suas mesas e cadeiras montadas às margens do rio Negro, na área das futuras instalações do Hotel Tropical.
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Estudantes em frente à Sorveteria Pinguim

Estudantes em frente à famosa sorveteria Pinguim, localizada na Praça do Congresso, Centro de Manaus, em 1973.
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Cartão-postal do Teatro Amazonas

Cartão-postal do Teatro Amazonas. Ao centro, pessoas a passeio com seus trajes da época.
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Cartão-Postal do Instituto Benjamin Constant

Cartão-postal do Instituto Benjamin Constant, que, em 1884, recebeu a denominação de Asilo Orfanológico Elisa Souto.
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Cartão-Postal da Avenida Eduardo Ribeiro

Cartão-postal, em preto e branco, da avenida Eduardo Ribeiro.
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Cartão-Postal do Mercado Adolpho Lisboa

Cartão-postal da fachada do Mercado Municipal Adolpho Lisboa com seus pavilhões de carnes e peixes.
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Fundos do Mercado Adolpho Lisboa

Fundos do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, construído em 1880 com materiais importados da Europa.
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Praça da Matriz e o Relógio Municipal

Vista da Praça da Matriz com seus belos jardins e o Relógio Municipal, à direita.
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Vista aérea da Igreja Matriz

Vista aérea do Centro de Manaus. À direita, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição com seus jardins e o antigo Aviaquário.
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Fotografia do Prédio da Alfândega

Vista do prédio da Alfândega, e, no canto esquerdo, as casas antigas.
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Jardins na Igreja Matriz

Matriz de Nossa Senhora da Conceição, com seus jardins e sem as grades que os cercam atualmente.
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Igreja da Matriz do Jadim Jaú

Matriz de Nossa Senhora de Conceição, vista a partir do extinto Jardim Jaú, na antiga Estação dos Bondes.
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Fotografia do Teatro da Instalação

Teatro da Instalação, localizado na rua de mesmo nome, Rua da Instalação com a Rua Frei José dos Inocentes.
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Casa Vinte e Dois Paulista da Rua da Instalação

Prédio da Casa Vinte e Dois Paulista, construído no final do século XIX, localizado nas esquinas da rua da Instalação com avenida Sete de Setembro, Centro de Manaus.
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Campanha eleitoral da ARENA

Campanha eleitoral da ARENA com a presença do presidente da República, João Baptista Figueiredo.
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Casas ao redor da Ponte Benjamin Constant

Fotografia de casas ao redor da então Ponte Benjamin Constant. Além disso, podemos ver alguns pedestres andando pelo local.
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Reforma da Ponte Benjamin Constant

Na imagem podemos ver a Ponte de ferro Benjamin Constant que liga o centro ao Bairro de Cachoeirinha, passando por mais uma reforma.
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Vista aérea do Teatro Amazonas e Colégio Dom Bosco

Vista aérea do Teatro Amazonas. No canto superior esquerdo, o Colégio Dom Bosco, e no inferior esquerdo, a Praça São Sebastião.
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Maternidade Balbina Mestrinho

Prédio da Maternidade Balbina Mestrinho, localizado na avenida Duque de Caxias, bairro Praça 14 de Janeiro.
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Comício do Gilberto Mestrinho e Amazonino Mendes

Da esquerda para a direita: Manoel Ribeiro, Gilberto Mestrinho, Amazonino Mendes, Vivaldo Frota e Eduardo Braga.
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João Pedro e Gilberto Mestrinho

O saudoso governador Gilberto Mestrinho ao lado do deputado estadual João Pedro.
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Gilberto Mestrinho segurando o timão

Gilberto Mestrinho, segurando o timão, símbolo utilizado por ele por toda sua vida política, que simbolizava o seu slogan “Rumo Certo com Gilberto”.
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Grupo Escolar Senador Cunha Mello

Prédio do Grupo Escolar Senador Cunha Mello, no bairro Raiz, zona Sul de Manaus.
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Grupo Escolar 1º de Maio

Grupo Escolar Primeiro de Maio, inaugurado em 1960 pelo governador Gilberto Mestrinho (PTB) e cuja denominação é uma homenagem ao Dia do Trabalhador.
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Rua Barão de São Domingos

Vista da rua Barão de São Domingos com suas casas comerciais. Ao fundo, um dos pavilhões do Mercado Adolpho Lisboa.
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Prédio da Casa Genaro 1947

Prédio onde funcionou a Casa Genaro, construção de 1947.
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Prédio dos Armazéns Rosas na Eduardo Ribeiro

Prédio do Armazéns Rosas, na avenida Eduardo Ribeiro, no mesmo quarteirão da antiga agência dos Correios e da Praça da Matriz e que pertencia a J. G. de Araújo.
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Cheia de 1953 em Manaus

Foto captada dos jardins da Praça da Matriz que foi parcialmente invadida pelas águas do Rio Negro.
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Enchente de 1953 em Manaus

Vista da rua Floriano Peixoto, completamente alagada pela cheia do rio Negro, em 1953.
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Luso Sporting Club do Amazonas

Fachada do prédio do Luso Sporting Club do Amazonas, criado em 1º de maio de 1912 e localizado na rua Monsenhor Coutinho, Centro.
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Antiga Estação dos Bondes

A empresa Booth Line funcionava no prédio em destaque, atualmente abandonado, restando apenas sua fachada. à esquerda, um jardim que, nos anos 1920, ganhou o nome de Jaú.
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Quartel da Força Federal na cidade de Manaus

Prédio onde funcionava o Quartel da Força Federal na cidade de Manaus.
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Intendência Municipal e Tesouro do Estado

Antigo prédio onde funcionava a Intendência Municipal. Ao lado, o prédio da Recebedoria do Tesouro do Estado, localizado na antiga rua do Tesouro (atual travessa Vivaldo Lima).
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Ponte flutuante do Porto de Manaus

Vista da ponte flutuante do Porto de Manaus.
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Cais do Porto de Manaus

Fotografia do Porto de Manaus, onde a população está aguardando a embarcação atracar no Rodway de Manaus.
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Cervejaria Miranda Corrêa

Cervejaria Miranda Corrêa, à esquerda, no bairro de Aparecida, margeando o igarapé de São Raimundo.
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Hospital Beneficente Portuguesa do Amazonas

Hospital Beneficente Portuguesa do Amazonas, instalado à avenida Joaquim Nabuco, esquina com rua Dez de Julho, Centro.
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Fundos do Teatro Amazonas e bonde na Rua 10 de Julho

O centenário e imponente Teatro Amazonas, inaugurado em 1896.
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Antigo igarapé Bittencourt

Na área do Igarapé Bittencourt o Prosamim construiu 117 metros de galeria, também implantou quase 90 metros de rede de esgoto, transformando o local em um parque.
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Vista do Rio Negro na década de 1960

Vista da avenida Major Gabriel, esquina com a avenida Sete de Setembro. Atrás, o igarapé Bittencourt, desaguando no rio Negro, década de 1960.
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Foto aérea dos bairros da Zona Sul de Manaus

Foto aérea dos primeiros bairros que compõem a Zona Sul de Manaus. Ao centro, área onde funcionaram várias serrarias.
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Magalhães Pinto no Aeroporto Ponta Pelada

O governador de Minas Gerais, Magalhães Pinto, mais Danilo Areosa, Isaac Sabá e o general Rodrigo Otávio.
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Vista aérea do início do Distrito Industrial

Vista aérea do Distrito Industrial em Manaus. Na imagem podemos ver os terrenos onde seriam construídas as primeiras fábricas que se instalariam no Distrito Industrial de Manaus.
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Vista aérea da cúpula do Teatro Amazonas

A cúpula do Teatro Amazonas se destaca na imagem da década de 1970. Nela ainda vemos a torre da Igreja de São Sebastião.
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Vista aérea do Teatro Amazonas e da Eduardo Ribeiro

Vista aérea do Teatro Amazonas e da Eduardo Ribeiro, à esquerda, e o IEA. À direita, o então Largo de São Sebastião, década de 1970.
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Monumento do Largo São Sebastião e o Teatro Amazonas

Imagem captada do Teatro Amazonas, com destaque para o monumento construído pelo artista Domenico de Angelis.
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Panorama da obra da sede da Suframa

Vista aérea das obras da Sede da Suframa. Foram utilizados na obra módulos estruturais de quinze por quinze metros, independentes entre si, em concreto aparente.
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Prédio onde funcionou a Secretaria de Saúde

Prédio onde funcionou a Secretaria de Saúde, localizada, à época, na Praça Antônio Bittencourt (do Congresso).
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Vista aérea da rotatória do Coroado

Vista aérea da rotatória do Coroado, conectando as suas quatro vias. Destaque para as instalações do INPA.
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Rotatória do Boulevard Álvaro Maia

Vista aérea da rotatória do Boulevard Álvaro Maia. Acima, o início da avenida Constantino Nery.
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Reservatório de água da Castelhana

Foto aérea do Boulevard Álvaro Maia. Ao centro, o reservatório de água da Castelhana, década de 1970.
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Presidente João Figueiredo

Homenagem da Assembleia Legislativa do Amazonas ao presidente do Brasil, João Baptista de Oliveira Figueiredo.
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Comitiva do presidente Costa e Silva

Comitiva do presidente Costa e Silva em visita a Manaus.
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Presidente Costa e Silva no CIGS

Presidente Costa e Silva é recebido no Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS).
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Coronel Jorge Teixeira no DERAM

Coronel Jorge Teixeira, em conversa com o diretor do DERAM, coronel Araújo, na chegada da comitiva do presidente Costa e Silva.
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Comitiva do presidente Costa e Silva

Imagens da chegada da comitiva do presidente Costa e Silva ao Aeroporto Ponta Pelada, década de 1960.
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Inauguração da Telamazon

Inauguração da Telamazon, na avenida Getúlio Vargas, Centro, com as presenças do presidente Castelo Branco, Arthur Reis e Ney Santos.
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Presidente Castelo Branco e Arthur Reis no DERAM

Presidente Castelo Branco acompanhado de Arthur Reis, em visita ao Laboratório de Pesquisa do DERAM, década de 1960.
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Presidente Castelo Branco visita DERAM

Presidente Castelo Branco em visita ao Departamento de Estradas de Rodagem do Amazonas (DERAM), década de 1960.
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Visão ampla do Palácio Rio Negro

Visão ampla do Palácio Rio Negro. No lado esquerdo, a rua Jonathas Pedrosa, década de 1960.
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Presidente Castelo Branco e Ernesto Geisel

Presidente da República, Humberto de Alencar Castelo Branco, acompanhado do seu futuro sucessor, o general Ernesto Geisel.
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Presidente Castelo Branco e Lourdes Archer Pinto

O presidente Humberto de Alencar Castelo Branco cumprimenta a senhora Lourdes Archer Pinto, década de 1960.
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Monumento de Nossa Senhora da Conceição

Vista da avenida Eduardo Ribeiro, a partir da Praça do Congresso, com destaque, ao centro, para o monumento em homenagem à Nossa Senhora da Conceição.
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Danilo Areosa no Hotel Amazonas

Almoço realizado no Hotel Amazonas com as presenças de Danilo Areosa, dona Violeta Areosa, Márcio Areosa, Leopoldo Peres e Vinícius Conrado.
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Vista ampla do Mercado Municipal Adolpho Lisboa

Vista ampla do Mercado Municipal Adolpho Lisboa e adjacências, foto tirada durante o período de seca do rio Negro, década de 1960.
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Distrito Industrial e Refinaria Isaac Sabbá

Vista aérea do começo da construção do Distrito Industrial, no início da década de 1970. Ao centro, a Refinaria Isaac Sabbá, às margens do rio Negro.
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Presidente Castelo Branco e Arthur Reis

Inauguração do Laboratório de Pesquisas do DERAM, com Arthur Reis e o presidente Castelo Branco, década de 1960.
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Matadouro Público Municipal de Manaus

Bairro Glória, visto do alto, com destaque para o Matadouro Público Municipal de Manaus.
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Vista aérea do Hotel Flutuante Janauarilândia

Vista aérea do Hotel Flutuante Janauarilândia, pertencente às empresas Selvatur e Hotel Amazonas, da família Vasquez, nos arredores do rio Negro, década de 1970.
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Construção da infraestrutura do Distrito Industrial

Série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial, começo da década de 1970.
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Fotografia aérea do INPA

Vista aérea do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e o início da formação do bairro Coroado.
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Presidente Castelo Branco recebe título

Presidente Castelo Branco recebe das mãos de Arthur Reis, na Assembleia Legislativa do Amazonas, o título de “Cidadão do Amazonas”.
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Construção da Companhia Industrial Amazonense – CIA

Foto aérea da construção da primeira fábrica do Distrito Industrial, a Companhia Industrial Amazonense (CIA).
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Vista aérea da extinta Ilha do Caxangá

Vista aérea da extinta Ilha do Caxangá. Ao centro, o Estaleiro São João e, mais acima, o prédio da antiga Fábrica Brasil Hévea, de J. G. Araújo.
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Visita do presidente Castelo Branco

Visita a Manaus do presidente Castelo Branco, em passeio de carro com o governador Arthur César Ferreira Reis, década de 1960.
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Campanha de João Bosco Ramos de Lima

Campanha de João Bosco Ramos de Lima (ao microfone) para o Senado, em 1978, no bairro Praça 14 de Janeiro.
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Prefeito Paulo Pinto Nery em inauguração

Vista da inauguração de uma rua de Manaus, com as presenças de Jorge Teixeira, Luís Costa, Henoch Reis e Paulo Pinto Nery, década de 1970.
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Vista do Igarapé de São Raimundo

Vista do então Igarapé de São Raimundo. Além disso, podemos ver também na imagem a igreja de São Raimundo Nonato do bairro.
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Getúlio Vargas em visita à Brasiljuta

Presidente Getúlio Vargas em visita à Brasiljuta. Ao lado, os srs. Adalberto Vale, J. Soares e Antônio Diniz, década de 1950.
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Comício na Praça 14 com João Bosco Ramos

Comício realizado no bairro Praça 14 de Janeiro, com as presenças dos senhores João Bosco Ramos de Lima, governador José Lindoso e outros.
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Inauguração do Colégio Castelo Branco

Cerimônia de inauguração do Colégio Castelo Branco, década de 1960.
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Artur da Costa e Silva na inauguração do Colégio Castelo Branco

Inauguração do Colégio Castelo Branco com a presença do presidente Artur da Costa e Silva e do governador Danilo Areosa, década de 1960.
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Fábricas do Distrito Industrial de Manaus

Foto aérea dos galpões das primeiras fábricas do Distrito Industrial, década de 1970.
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Estrada da Ponta Negra

Vista aérea de parte do bairro São Jorge. Ao centro, o entroncamento da antiga Estrada da Ponta Negra (hoje, avenida Coronel Teixeira) com a avenida Pedro Teixeira.
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Colégio Amazonense e a Praça da Polícia

Imagem aérea do Centro de Manaus. Em destaque, o Colégio Amazonense Dom Pedro II e a Praça Heliodoro Balbi (da Polícia).
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Fotografia aérea da Cidade Flutuante

Extinta “Cidade Flutuante”, construída sobre troncos de madeira, no rio Negro, década de 1960.
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Cidade Flutuante sobre o Rio Negro

Casas da extinta “Cidade Flutuante”, localizada na frente da cidade de Manaus, sobre o rio Negro, década de 1960.
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Prédio sede da Suframa

Vista aérea da construção do prédio-sede da Suframa, início da década de 1970.
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Igarapé de São Raimundo desaguando no Rio Negro

Imagem aérea do igarapé de São Raimundo, desaguando no rio Negro. À direita, destaque para o bairro de mesmo nome.
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Vista aérea da Praça da Saudade

Vista aérea da Praça da Saudade, com o Atlético Rio Negro Clube no canto inferior direito, década de 1950.
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Cervejaria Miranda Corrêa e Igarapé de São Raimundo

Fotografia da Cervejaria Miranda Corrêa e do Igarapé de São Raimundo, década de 1960.
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Vista do Porto da cidade de Manaus

Vista do Porto de Manaus. No canto esquerdo, as ruas Marcílio Dias, Guilherme Moreira e Marechal Deodoro, cortando a Sete de Setembro.
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Cervejaria Miranda Corrêa e Porto de Manaus

Vista aérea da cidade de Manaus. Ao centro, o prédio da Cervejaria Miranda Corrêa. À direita, destaque para o Porto de Manaus.
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Embarcações ancoradas no Porto de Manaus

Vista de parte do Centro de Manaus. No centro da imagem, destaque para o Hotel Amazonas. Acima, embarcações ancoradas no Porto da cidade.
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Vista do Porto de Manaus e da Matriz

Vista do Porto de Manaus e da Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
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Vista parcial da cidade de Manaus

Vista parcial da cidade. À direita, os colégios Militar e Dom Bosco e, no centro da imagem, o majestoso Teatro Amazonas, década de 1970.
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Avenida Getúlio Vargas e Teatro Amazonas

A fotografia é da década de 1970. E mostra um panorama do centro histórico de Manaus. Vemos a cúpula do Teatro Amazonas e ao fundo o Rio Negro.
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Fotografia aérea da Avenida Getúlio Vargas

Parte da paisagem do Centro de Manaus. Abaixo, a avenida Getúlio Vargas e, ao centro, destaque para o Teatro Amazonas e o Palácio da Justiça.
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Fotografia aérea de parte do Centro de Manaus

Fotografia de parte do Centro da cidade de Manaus. À direita, a avenida Eduardo Ribeiro e o Teatro Amazonas.
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Fotografia aérea do Centro de Manaus

Fotografia aérea do Centro de Manaus. À direita, destaque para a Praça da Saudade, entre a avenida Epaminondas e a rua Ferreira Pena.
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Vista aérea das pontes Presidente Dutra e da Conciliação

Vista aérea das pontes Presidente Dutra e da Conciliação, com destaque para a avenida Presidente Dutra no canto inferior esquerdo, década de 1980.
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Teatro Amazonas e Rio Negro

Imagem aérea do Centro de Manaus. Na imagem, vemos a cúpula do Teatro Amazonas e o Rio Negro ao fundo.
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As pontes do São Jorge: Lopes Braga e Joana Galante

A ponte Lopes Braga foi Inaugurada em dia 31 de janeiro de 1952 no governo de Álvaro Maia. Já a Ponte Joana Galante foi inaugurada em 8 de agosto de 1978.
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Construção da ponte do bairro Educandos

Vista aérea da construção da ponte do bairro Educandos, denominada Padre Antônio Plácido de Souza, início da década de 1970.
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Fotografia do bairro Centro de Manaus

Vista aérea do Centro da cidade de Manaus. Ao fundo, o Teatro Amazonas, entre o Palácio da Justiça e a torre da Igreja de São Sebastião.
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Embarcações no Igarapé do Mestre Chico

Embarcações regionais navegam pelo igarapé do Mestre Chico. Acima, a Ponte Benjamin Constant, década de 1960.
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João Walter e Carvalho Leal visitam obras em Manaus

João Walter e Carvalho Leal visitam obras em Manaus foi candidato pela ARENA, Aliança Renovadora Nacional, sendo eleito indiretamente. Seu governo foi de 1971 a 1975.
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Fotografia do Estádio Vivaldo Lima

Imagem da cidade, com destaque para o antigo Estádio Vivaldo Lima, atual Arena da Amazônia.
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Ponte Benjamin Constant e Rua General Glicério

Imagem da Ponte Benjamin Constant, ou Ponte de Ferro. Ao centro, na parte inferior, a rua General Glicério, em Cachoeirinha, fotografia datada da década de 1960.
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Cadeia Pública de Manaus Desembargador Raimundo Vidal Pessoa

Vista aérea da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa. Acima, o Patronato Santa Teresinha e, à direita, a ponte metálica Benjamin Constant.
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Vista aérea do igarapé do Mestre Chico

Vista aérea do igarapé do Mestre Chico. No canto superior esquerdo, as pontes Ephigênio de Salles e Juscelino Kubitschek.
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Estaleiro São João com acesso pela Travessa Caxangá

Foto aérea do Estaleiro São João, com acesso pela Travessa Caxangá.
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Prédios Booth Line e IAPETEC

Prédio onde funcionava o escritório da empresa Booth Line, localizado no início da avenida Floriano Peixoto.
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Foto aérea do Estaleiro São João

Foto aérea do Estaleiro São João, localizado na Travessa do Caxangá.
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Ponte Benjamin Constant sobre o igarapé do Mestre Chico

Ponte Benjamin Constant sobre o igarapé do Mestre Chico. Acima, destaque para o Mercado Walter Rayol, década de 1960.
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Bombeamento de água da COSAMA

Sistema de bombeamento de água da COSAMA, atual estação de tratamento, Complexo da Ponta do Ismael, no bairro Compensa. Ao fundo vemos as poucas habitações.
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Gilberto Freyre e Djalma Batista

Gilberto Freyre, escritor, ao lado do médico Djalma Batista, década de 1960.
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Fotografia do Banco da Amazônia

Fotografia do prédio do antigo Banco da Amazônia (BASA), década de 1970.
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Foto Distrito Industrial Marco de Redenção da Amazônia Ocidental

2ª Foto da faixa do Distrito Industrial Marco de Redenção da Amazônia Ocidental.
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Distrito Industrial Marco de Redenção da Amazônia Ocidental

Distrito Industrial Marco de Redenção da Amazônia Ocidental, uma das fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial.
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Bairros Glória e São Raimundo

Visão panorâmica da cidade de Manaus. Acima, o Centro, com destaque para o Porto de Manaus.
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Placa de Implantação do Distrito Industrial

Série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial, começo da década de 1970.
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Vista aérea do igarapé de São Raimundo

Vista aérea do igarapé de São Raimundo. Destaque, à esquerda, para as pontes Presidente Dutra e da Conciliação.
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Imagem do lançamento do Distrito Industrial

Série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial, começo da década de 1970.
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Discurso de inauguração do Distrito Industrial

Discurso de cerimônia de inauguração do Distrito Industrial, série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial.
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Ponte Benjamin Constant e a Cadeia Pública

Vista aérea da Ponte Benjamin Constant, localizada no final da avenida Sete de Setembro.
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Vista aérea do Bairro de São Raimundo

Vista aérea das palafitas do igarapé de São Raimundo, década de 1970.
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Cerimônia de Inauguração do Distrito Industrial

Série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial, começo da década de 1970.
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Série de fotos do início da construção do Distrito Industrial

Série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial, começo da década de 1970.
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Bairro de São Raimundo na década de 1960

Vista do bairro e igarapé de São Raimundo. À esquerda, o prédio da Cervejaria Amazonense Miranda Corrêa.
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Vista aérea do Bairro Aparecida

Imagem aérea do bairro Aparecida. No canto superior direito, a Cervejaria Amazonense Miranda Corrêa, década de 1960.
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Início da Construção do Distrito Industrial de Manaus

Série de fotos do início da construção da infraestrutura do Distrito Industrial, começo da década de 1970.
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Cinema Guarany na Avenida Sete de Setembro

Vista do Cinema Guarany, na avenida Sete de Setembro.
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Corte da faixa de inauguração do Distrito Industrial

Corte da faixa de inauguração do Distrito Industrial. O registro faz parte da série de fotos do início da construção do Distrito Industrial
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Vista aérea da Avenida Álvaro Maia

Vista aérea do Boulevard Álvaro Maia. Acima, destaque para o cruzamento das avenidas Álvaro Maia e Constantino Nery.
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Governador Arthur Reis com esposa e Eduardo Gomes

O governador do Amazonas, Arthur César Ferreira Reis, e sua primeira-dama, Graziela Reis, ao lado do brigadeiro Eduardo Gomes.
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Arthur Reis e Castelo Branco

O governador Arthur César Ferreira Reis, recepcionando o presidente Castelo Branco em visita a Manaus, década de 1960.
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Fachada do Dispensário Oswaldo Cruz

Fonte: Um Anno de Campanha. Departamento Nacional de Saúde Pública.
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Foto da Casa Dr. Fajardo

Fotografia da então Casa Dr. Fajardo. Além disso, da Diretoria de Saneamento e Prophylaxia Rural, serviço no Estado do Amazonas.
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Fotografia do Posto Belisário Penna

Fotografia do então Posto Belisário Penna, com algumas pessoas ao seu redor.
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Cinema e Teatro Guarany

Fachada do Cinema e Teatro Guarany da empresa Cinema Avenida Ltda.
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Vista aérea dos pontos de referência de Manaus

Vista aérea dos principais pontos de referência de Manaus, como o então frequentado Teatro Amazonas e o Largo de São Sebstião.
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Antiga sede da Associação Comercial do Amazonas (ACA)

Fotografia da então Antiga sede da Associação Comercial do Amazonas (ACA).
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Prédios históricos da Manaus da década de 1930

Prédios históricos da então Manaus da década de 1930. O estabelecimento abaixo é onde funcionava o Canto das Novidades.
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Prédio do antigo Matadouro Municipal em 1974

A imagem, do acervo de Moacir Andrade, é do antigo edifício onde funcionou o matadouro público, á margem direita do Igarapé de São Raimundo.
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Fachada principal do Mercado Municipal

Imagem da fachada principal do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, também conhecido como mercadão, que faz frente para a rua dos Barés.
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Pavilhão do Mercado do Peixe do Mercado Adolpho Lisboa

Fachada do Pavilhão, no estilo inglês, do Mercado do Peixe no Mercado Municipal Adolpho Lisboa importado em 1906.
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Cachoeira do Tarumã em 1968

Aspecto da depredação efetuadas sobre as árvores da cachoeira do Tarumã. Na imagem, tirada em 1968, é mostrada as árvores que cercam o antigo balneário de Manaus.
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Imagem aérea de Serraria no Bairro da Aparecida

Imagem aérea, em primeiro plano, de uma Serraria no Bairro da Aparecida. Além disso, no fundo, à esquerda, a Usina de Luz.
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Porto de catraias do Educandos

Porto de catraias no bairro dos Educandos que por décadas serviu de ligação com o centro da cidade.
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Fotografia da orla de São Raimundo

Vista panorâmica da orla do Bairro de São Raimundo com suas casas tipo palafitas. Na imagem o Rio Negro estava na vazante por isso estão aparentes os pilares das palafitas.
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Imagem de uma das ruas do Bairro de Educandos

Casas de madeira cobertas com palha, bairro do Educandos, possivelmente esta rua seja a Manoel Urbano. Ao fundo, a construção da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
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Visão aérea da Avenida Eduardo Ribeiro

Visão panorâmica da avenida Eduardo Ribeiro, destaque para a Praça do Congresso e Teatro Amazonas em foto de 1960.
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Imagem aérea da Ponte do Educandos

A Ponte de Educandos (atualmente Ponte Senador Fábio Lucena) liga um dos mais importantes bairros ao centro da cidade de Manaus.
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Constantino Nery com a Boulevard

A Prefeitura queria organizar então a circulação de veículos no eixo Boulevard Amazonas e Constantino Nery.
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Praça António Plácido de Souza

Fotografia aérea da  então Praça António Plácido de Souza, antes conhecida como Praça Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
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Usina de Lixo na Compensa

Imagem aérea da então usina de lixo na Compensa. 
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Fotografia aérea da Praça da Saudade

"No programa de humanização da cidade foram construídas Praças como a da ‘Saudade’ com marcos históricos da cidade e espaço para recreação e lazer do povo.”
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Chafariz da Praça da Saudade

Fotografia do então chafariz da Praça da Saudade. 
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Praça Heliodoro Balbi e antiga Praça Roosevelt

Fotografia da então Praça Heliodoro Balbi e antiga Praça Roosevelt.
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Avenida Constantino Nery e Boulevard Álvaro Maia

Cruzamento da então Avenida Constantino Nery e Boulevard Alvaro Maia.
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Prefeito Jorge Teixeira e Governador Henoch Reis

O prefeito Jorge Teixeira e governador Henoch Reis cordialmente se cumprimentando.
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Fachada da Santa Casa de Misericórdia

Fotografia da então Santa Casa de Misericórdia.
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As primeiras casas construídas pela Prefeitura de Manaus

Casas construídas pela prefeitura para residência de funcionários municipais.
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Fotografia da Praça Oswaldo Cruz

Fotografia da Praça Oswaldo Cruz, na frente da Praça da Igreja Matriz com vista para o Porto de Manaus.
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Casa Vinte e Dois Paulista na ACA

Casa Vinte e Dois Paulista, na então Avenida Sete de Setembro, com rua da Instalação e rua Henrique Antony.
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Carro funerário da Santa Casa de Misericórdia

O novo carro funerário da Santa Casa de Misericórdia, publicado então na Revista da Associação Comercial do Amazonas (ACA), 1926.  
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Vista aérea do Centro e do bairro Educandos

Vista aérea do centro e do bairro Educandos. Além disso, podemos ver também na imagem o Teatro Amazonas e o Rio Negro.
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Porto de Manaus e Manaus Moderna

Imagem aérea do então Porto de Manaus e Manaus Moderna, com vista também para o Rio Negro.
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Palácio Rio Negro e as Pontes Romanas

Na imagem vemos a avenida Sete de Setembro na altura do Palácio Rio Negro com os igarapé que passava por trás do edifício, o Bittencourt e o Manaus.
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Vista dos bairros de Aparecida e São Raimundo

Vista aérea parcial dos então bairros de Aparecida e São Raimundo. Além disso, o Porto de Manaus.
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Matadouro Público Municipal no Glória

Vista aérea do antigo Matadouro Público Municipal de Manaus, bairro da Glória. No meio da imagem está o Campo da Glória e mais acima o Estádio da Colina.
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Avenida Boulevard Alvaro Maia

Panorama da avenida Boulevard Álvaro Maia, onde podemos ver a extensão da via ainda sem o trabalho de embelezamento da via.
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Balneário do Parque 10 e Avenida Mário Ypiranga

Vista aérea do antigo Balneário do bairro do Parque 10 de Novembro. Na imagem podemos ver muitos balneários nesta área.
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Pontes de acesso ao bairro São Jorge

Vista das pontes engenheiro Lopes Braga e Joana Galante sobre o igarapé da Cachoeira Grande, que ligam o bairro São Jorge ao São Geraldo.
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Cidade Flutuante na década de 1960

Vista aérea da orla do Rio Negro na frente de Manaus, onde podemos ver a cidade flutuante que ali se formou.
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Vista aérea da Getúlio Vargas e Teatro Amazonas

Vista aérea da Avenida Getúlio Vargas com os antigos casarões existentes na avenida. Podemos ver ainda o majestoso Teatro Amazonas, o largo de São Sebastião e seu entorno.
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Avenida Floriano Peixoto e Porto de Manaus

Vista panorâmica do centro de Manaus onde podemos ver a avenida Floriano Peixoto e o Porto de Manaus.
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Palácio Rio Negro e a Ponte Romana II

Fotografia aérea em que podemos ver o então Palácio Rio Negro e a Ponte Romana II.
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Mercado Adolpho Lisboa e a Igreja do Remédios

Porto de Manaus com várias embarcações atracadas. Podemos ver também na imagem o Mercado Adolpho Lisboa e a Igreja do Remédios.
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Jogo de inauguração do Estádio Vivaldo Lima

Fotografia aérea do jogo de inauguração do então Estádio Vivaldo Lima, conhecido como Vivaldão.
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Rotatória onde hoje é a Bola do Eldorado

Em destaque, a rotatória onde hoje é a Bola do Eldorado. Também vemos na imagem a Avenida Mário Ypiranga (antiga Recife).
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Fachada do Cine Guarany

Na imagem, vemos em destaque a fachada do então Cine Guarany, na Rua Leovegildo Coelho.
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Dirigível na atual Praça da Matriz

Imagem de um dirigível na atual Praça Matriz, também conhecida então como Catedral Metropolitana de Manaus - Nossa Senhora da Conceição.
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Cruzamento das avenidas Coronel Teixeira e Turismo

Cruzamento das avenidas Coronel Teixeira e Turismo, no então bairro da Ponta Negra.
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Balneário do Parque 10 de Novembro

Vista do Balneário do Parque 10 de Novembro e o recém construído anfiteatro da Universidade de Tecnologia da Amazônia (UTAM).
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Arquibancadas do Parque Amazonense

O Parque Amazonense foi inaugurado em 13 de julho de 1906, com o jogo entre os combinados Português e Paraense. O Parque Amazonense foi o primeiro estádio de futebol do Amazonas.
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Construção do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes

O presidente Ernesto Geisel, inaugurou o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em 26 de março de 1976. O Aeroporto tornou-se o mais moderno do país na época de sua inauguração.
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Solenidade da abertura da rodovia da integração BR-319

Solenidade da então abertura da rodovia da integração BR-319. Além disso, ao fundo, vemos algumas pessoas participando também do evento.
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Fotografia dos primeiros galpões do Distrito Industrial

Fotografia aérea dos primeiros galpões onde seriam construídas as primeiras fábricas do Distrito Industrial, na cidade de Manaus.
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Fotografia aérea da Ponte Benjamin Constant

Em primeiro lugar, fotografia aérea da Ponte Benjamin Constant.
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Obra na atual Constantino Nery

Fotografia de uma obra sendo realizada na atual Avenida Constantino Nery, na época chamada de Avenida João Coelho.
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Fotografia do Palácio Rodoviário

Palácio Rodoviário localizado no Bairro Cachoeirinha.
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Fotografia da rodoviária de Manaus

O Terminal Rodoviário de Manaus, denominado Engenheiro Huascar Angelim.
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Vista aérea da construção da Sede do DER-AM

Construção da Sede do DER-AM, o Departamento de estradas e rodagem do Amazonas.
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Carro Avenida Grande Circular em 1981

Carro na abertura da então atual Avenida Grande Circular, em 1981.
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Abertura da atual Avenida Grande Circular

Nesta importante avenida que corta a Zona Leste de Manaus se encontram os Terminais de Ônibus 4 e 5, Postos de saúde, escolas e uma área comercial bastante disputada.
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Fotografia do acesso ao Puraquequara

Fotografia da estrada de acesso ao Puraquequara, zona leste de Manaus. A estrada rasga a floresta para diminuir a distância dos moradores do local ao restante da cidade.
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Obra na Avenida João Coelho, atual Constantino Nery

Obra de conclusão da passagem lateral da então Avenida João Coelho, atual Constantino Nery.
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Fotografia do então Palácio Rodoviário

Prédio localizado no bairro da Cachoeirinha, onde funcionava o Departamento de Estradas e Rodagem do Estado do Amazonas, conhecido como Palácio Rodoviário.
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Imagem da Ponte Benjamin Constant em Reforma

A reforma, na imagem, foi realizada na época da vazante do Rio Negro, pois podemos ver em destaque as moradias ao entorno da Ponte Metálica.
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Primeiros galpões do Distrito Industrial

Foto aérea do início da urbanização do Distrito Industrial com os primeiros galpões das indústrias, década de 1970.
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Inauguração da BR-319

Inauguração da BR-319 (1973) que liga a cidade de Manaus a Porto Velho, evento que marca a interligação da cidade ao resto do país.
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Primeiros veículos a virem a Manaus pela BR-319

Chegada a cidade de Manaus dos primeiros veículos a cruzarem a BR-319 em sua inauguração em 1973.
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Levantamento Topográfico da Cidade de Manaus

Levantamento topográfico da Cidade de Manaus na década de 1960. Imagem do centro de Manaus, onde podemos verificar o Porto Flutuante.
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Vista Noturna da Cidade de Manaus

Na imagem podemos observar o traçado das ruas do centro de Manaus ainda sem as pontes do Educandos - centro - e no canto esquerdo o bairro de São Raimundo coberto de nuvens.
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Planta da Cidade de Manáos de 1938

Podemos ver na Planta datada de 1938 o bairro de Constantinópolis, atual Educandos, as ruas da Vila Municipal já com os nomes das capitais do Nordeste.
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Planta da Rede de Esgotos e Água Pluviais de Manáos

Planta da Rede de Esgotos e Águas Pluviais de Manáos, organizada em 1915 pelo dr. Adalberto Pedreira, engenheiro Chefe Secção de Obras da Superintendência Municipal de Manaus.
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Cemitério Parque de Manaus em construção

A proposta original do cemitério-parque, projetado pelo arquiteto Antônio Leitão, era a de um campo raso com jardins, com sepulturas cobertas com uma lápide de concreto com placas metálicas.
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Monumento a Bruno de Menezes

Na reforma desse logradouro ocorrida em 1986, o marco perdeu suas características originais. Após ter sido restaurada pela SEC, foi transferida para o Centro Cultural Povos da Amazônia, CCPA
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Plano de Manáos de 1913 em Destaque os Igarapés

Plano de Manáos de 1913 em Destaque os Igarapés. Planta nº 122 (dividida em duas partes). Mostra em destaque os Igarapés da cidade de Manaus.
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Planta de Manáos e Arrabaldes de 1906

Na Planta de 1906 vemos a localização da antiga Cadeia, dos cemitérios, são José e São João. A antiga caixa dágua de Castelhana na avenida Constantino Nery, entre outros.
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Planta da Cidade de Manáos 1899

Planta da Cidade de Manáos 1899 retirada do Album Descriptivo Amazônico, com tiragem de 1000 exemplares, publicado para a Exposição Universal de Paris em 1900.
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Carta Cadastral da Cidade e Arrabaldes de Manáos

Carta Cadastral da Cidade e Arrabaldes de Manáos, levantada pelo engenheiro militar João Miguel Ribas em 1895.
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Planta da Cidade de Manáos de 1879

Planta da Cidade de Manáos de 1879. Pertencente ao acervo da Biblioteca do Exército (Rio de Janeiro).
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Planta de Manáos de 1856

Esta Planta foi encontrada no acervo do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, IGHA.
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Planta da Cidade de Manáos de 1852

Planta da Cidade de Manáos de 1852. Levantada na administração do presidente de Província João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha.
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Detalhe das Vilas de Manáos e Ega

Detalhe da Planta das Vilas de Manáos e Ega, levantada por Raphael Lopes Anjo, em 1845. Na imagem podemos ver os Igarapés da Olaria, dos Remédios, da Pólvora no centro da capital.
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Planta da Cidade da Barra do Rio Negro em 1844

Planta da Cidade da Barra do Rio Negro em 1844. Encontrada na Biblioteca do Exército (Rio de Janeiro), levantada por Raphael Lopes Anjo.
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Vista do Hall de Entrada do Cinemais

Em 15 de abril de 2014, os dois Cinemais, do então Millennium e do agora Manaus Plaza Shopping, transformaram-se em Cinépolis, a maior operadora de cinemas da América Latina.
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Vista da Entrada do Cinemark no Studio 5

Localizada na avenida General Rodrigo Otávio, n. 555, bairro Distrito Industrial I, Zona Sul, possui oito salas funcionando com capacidade de aproximadamente, 2.400 espectadores.
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Entrada das Salas de Cinemas Amazonas

Em 15 de maio de 2014, após algumas reformas e mudanças estruturais, o Grupo Severiano Ribeiro reinaugurou o cinema, agora com cinco salas modernas e readequadas para o formato Kinoplex.
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Cine Renato Aragão na Avenida Dez de Julho

Sua capacidade era de 301 lugares e funcionou nesse local até novembro de 2001. Atualmente, em seu lugar, funciona o Cine Oscarito.
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Cine Cantinflas na Década de 1990

Funcionava no mesmo local onde existiu o Cinema 2. Na rua José Clemente, Centro, no subsolo do prédio da rádio Rio Mar. Seu filme de estreia foi Uma Noite Alucinante – A Morte do Demônio.
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Detalhe da fachada do Antigo Cine Qva Non

O cinema, que dispunha de oitenta lugares, foi inaugurado em 8 de maio de 1987 com o filme A História Oficial. Deixou de ser anunciado nos periódicos a partir de janeiro de 1989.
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Cine Carmen Miranda de Joaquim Marinho

O Cine Carmen Miranda, também de propriedade de Joaquim Marinho, foi inaugurado no dia 20 de novembro de 1986, localizava-se na rua 24 de Maio, esquina com a rua 44 Joaquim Sarmento.
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Espectadores Fazem Fila na Entrada do Cine Grande Otelo

O ator Grande Otelo, homenageado como nome da sala, fez questão de comparecer à sessão inaugural. Possuía 170 lugares e deixa de ser citado nos jornais a partir de dezembro de 2002.
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Fachada do Cine Chaplin na Década de 1980

Em sua avant-première, realizada no dia anterior, foi exibido o documentário Chaplin, seus Filmes, sua Comédia, sua Arte.
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Detalhe da fachada do Cinema 2

Com 314 lugares, esse cinema encerrou as suas atividades em 05 de outubro de 1987, na ocasião exibiu o filme erótico Marisa, a menina gulosa.
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Cine Palace Esquina da Rua Ferreira Pena

Em 20 de dezembro de 1966, o desabamento de parte do seu teto, causado por um forte temporal, ocasionou a paralisação temporária das sessões.
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Cine Ipiranga no Bairro de Cachoeirinha

O local possuía, aproximadamente, 1.500 lugares e estreou com o filme Adeus às Armas. A sala pertencia à empresa A. Bernardino & Cia. Ltda. e era gerenciado pelo sr. Aurélio Antunes.
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Fachada do Cine Ideal na Década de 1970

Com 405 lugares, apresentou em sua estreia duas películas, E as Chuvas Chegaram, e Transpacífico. Funcionou assim até 31 de janeiro de 1972.
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Fachada do Cine Vitória

O cinema inaugurou sua tela panorâmica, exibindo o filme O Tesouro de Califa. Funcionou no mesmo endereço até 1º de maio de 1973.
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Cine Constantinópolis depois Cine Rex

Após poucos dias de funcionamento paralisou suas atividades devido a um problema de fornecimento de energia elétrica, voltando em setembro de 1952.
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Fachada do Cinema Popular

O filme de estreia foi O Prêmio da Victoria. Permaneceu em atividade até 28 de junho de 1972. Ela é reaberta em 6 de janeiro de 1977 com o nome Cine Pop.
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Fachada do Cinema Rio Branco

O Cinema Rio Branco localizava-se na rua Barroso, no bairro Centro, no prédio onde funcionou a então Repartição dos Correios.
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Fachada do Cinema Equitativa

O Cinema Equitativa pertencia à Empresa de Seguros Equitativa do Brasil e foi inaugurado no dia 23 de julho de 1910. Seu gerente era o Sr. M. Latache.
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Cine Éden Depois Cine Veneza

Inicialmente, era de propriedade da Empresa Cine Éden Ltda., de Aníbal Augusto Batista e Oscar Antunes Ramos. Em 07 de julho de 1948, foi comprado pela Empresa J. Fontenelle & Cia.
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Cinema Odeon ou Cine Odeon

Em 18 de janeiro de 1973, o cine Odeon, prédio de propriedade de Alberto Carreira da Silva, foi vendido e demolido para a construção do edifício Manaus Shopping Center.
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Prédio do Antigo Cine Theatro Polytheama

Funcionava na esquina da rua Municipal com a avenida 13 de Maio, respectivamente, as atuais avenidas Sete de Setembro e Getúlio Vargas. Sua capacidade de lotação era de 1.500 lugares.
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Cinema Avenida na Avenida Eduardo Ribeiro

Em sua última fase é inaugurado em 27 de março de 1936, pela firma Cinema Avenida Ltda., de Antônio Lamarão e sob a gerência de Aurélio Antunes.
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Fachada do Antigo Cine Guarany

A notícia da demolição do prédio onde funcionou foi seguida de protestos de artistas da área teatral, cineclubistas, cineastas, críticos de arte, jornalistas e antigos frequentadores.
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Vista Aérea do Tropical Hotel

Em 2005, o estabelecimento passou por um processo de revitalização. O Tropical foi classificado na categoria Luxo e tornou-se o primeiro da Região Norte a receber a placa de cinco estrelas.
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Lord Hotel no Centro de Manaus

No início da década de 1970, passou a oferecer aos hóspedes serviços de lavanderia e telefones nos apartamentos. Anos mais tarde, o Lord Hotel associou-se à rede Best Western Internacional.
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Prédio da Kahn Polack no século XX

O Palace Hotel foi instalado em um prédio quase centenário, onde funcionou, por um longo período, a extinta Casa Kahn Polack que tinha rico sortimento de roupas feitas em Paris.
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Hotel Amazonas atual Edifício Ajuricaba

A partir de 1991, começou a enfrentar problemas financeiros. Entretanto, ainda funcionaria até 1996, quando foi novamente leiloado e transformado em um condomínio residencial e comercial.
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Saint Paul Apart Service

Apesar de existir um estabelecimento que já utilizava a palavra flat em sua denominação desde 1985. O primeiro hotel da Cidade a funcionar realmente como Flat foi inaugurado em 1989.
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Vista das Ruínas do Antigo Hotel Cassina

Atualmente (2021) o Antigo Hotel Cassina deu lugar ao Casarão da Inovação Cassina. Inaugurado em 18 de novembro de 2020, o espaço promete desenvolver a inovação no Estado do Amazonas.
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Hospedaria de Imigrantes Leprosário Belisário Penna

As obras desse prédio foram iniciadas em 1898 e concluídas em 1905 por Constantino Nery, não mais destinado a uma hospedaria, mas sim, a um instituto agrícola industrial Affonso Penna.
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Anúncios de Antigos Hotéis da Cidade de Manaus

Marco Antonio Serafin em seu artigo intitulado A história da hotelaria no Brasil e no mundo, afirma que a hotelaria brasileira teve início com a chegada da Família Real, em 1808.
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Antigo Prédio do Grande Hotel e seu Restaurante

Durante a primeira metade do século XX, o Grande Hotel configurou-se como um dos principais hotéis de Manaus, mas perdeu essa condição com o surgimento do Hotel Amazonas, em 1951.
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Galeria Olímpica de Roberto Gesta

A Galeria Olímpica – contém a segunda maior coleção olímpica do mundo e perde apenas para a do próprio Comitê Olímpico Internacional – COI, em Lausanne, na Suíça.
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Interior do Museu da Rede Amazônica

O Museu da Rede Amazônica foi criado com o objetivo de preservar a memória dessa rede televisiva. Sua missão é pesquisar, coletar, conservar a história das comunicações na Amazônia.
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Museu Ivan Ferreira Valente do Luso Sporting Club

O acervo conta a história da agremiação e foi organizado com doações das tradicionais famílias portuguesas. Dispõe de documentos, mobiliário da extinta Escola Primária João de Deus.
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Interior do Museu da Catedral de Nossa Senhora da Conceição

Funcionando em uma sala da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, esse espaço cultural é administrado pela Arquidiocese de Manaus.
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Museu Fernando Ferreira da Cruz da Beneficente Portuguesa

O Museu Fernando Ferreira da Cruz é mantido pela Sociedade Beneficente do Amazonas e funciona no Centro Cultural Luso-Brasileiro, na rua Ferreira Pena, n. 37, Centro.
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Museu Maçônico Mário Verçosa

Seu acervo contém uma significativa coleção de objetos referentes à história da Maçonaria, como paramentos e insígnias dos grão-mestres e peças de arquitetura (escritos maçônicos).
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Museu de Ciências Naturais da Amazônia

O Museu de Ciências Naturais da Amazônia foi fundado no dia 15 de junho de 1988 em comemoração aos oitenta anos da imigração japonesa no Brasil.
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Fachada do Edifício do Museu do Porto

Sua inauguração aconteceu em 28 de janeiro de 1985, nas comemorações de 117 anos da abertura dos portos brasileiros às nações amigas.
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Fachada do Museu do Índio

A criação de um museu indígena em Manaus foi uma iniciativa da madre Madalena Mazzone, No início, foi instalado em duas salas de aula do Patronato Santa Teresinha.
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Fachada do Antigo Museu do Homem do Norte

Atualmente, o Museu do Homem do Norte está funcionando no centro Centro Cultural dos Povos da Amazônia desde 29 de setembro de 2011.
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Entrada do Museu Seringal Vila Paraíso

Apesar de sua inauguração ter ocorrido em 16 de agosto de 2002, esse espaço cultural já recebia excursões antes mesmo de ser oficialmente aberto ao público.
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Museu da Imagem e do Som do Amazonas – Misam

A ideia de se instalar um museu da imagem e do som em Manaus data da década de 1970, conforme matéria publicada no matutino O Jornal, de 20 de novembro de 1976.
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Sala com Parte do Acervo do Museu do Teatro Amazonas

O acesso ao museu é gratuito somente para estudantes que necessitem realizar pesquisas escolares. Aos outros visitantes, é cobrada uma taxa.
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Museu Tiradentes Instalado no Palacete Provincial

O Museu Tiradentes, que, por vários anos abrigou o Museu de Numismática, foi desativado no início deste século e permaneceu assim até setembro de 2008.
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Museu Etnográfico Crisanto Jobim/IGHA

Seu patrimônio contém mais de mil peças, entre cerâmicas, instrumentos de madeira, ossos, arcos, flechas etc, destaque para estatueta de pedra antropozoomorfica, peça mais rara desse museu.
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Pinacoteca do Estado do Amazonas

A Pinacoteca é um museu de artes plásticas – desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens. Surgiu da necessidade de um espaço em que os artistas regionais pudessem expor suas obras.
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Museu de Numismática Bernardo Ramos

O acervo, já um pouco subtraído, foi instalado em um dos salões do antigo Comando-Geral da Polícia Militar, atual Centro Cultural Palacete Provincial, na praça Heliodoro Balbi (da Polícia).
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Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas

Seu acervo é composto por coleções de fotografias de 1911 e 1970 do cineasta Silvino Santos, do fotógrafo alemão George Huebner, dos municípios amazonenses e da própria Ufam.
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Museu de Minerais e Rochas Carlos Isotta

Inaugurado em 13 de maio de 1982, possui um acervo composto por amostras dos principais minerais e rochas encontradas em todos os Estados brasileiros e também em outros países.
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Museu Comercial do Amazonas

Sua desativação ocorreu em 1970 e o seu acervo foi transferido para um depósito de propriedade da Associação Comercial do Amazonas, situado na rua dos Andradas.
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Plano do Laboratório do Museu Botânico do Amazonas

O Museu Botânico foi transferido do palacete do Barão de São Leonardo para o porão do Liceu, hoje Colégio Amazonense D. Pedro II. Depois de três dias foi criada a revista Vellosia.
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Biblioteca Samuel Benchimol

As obras abordam, em especial, a Economia, as Ciências Políticas e Sociais, além de assuntos relacionados à Amazônia. Localiza-se na rua Miranda Leão, n. 41, altos da loja Bemol.
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Biblioteca Senador Bernardo Cabral

Vista da antiga fachada da Biblioteca Senador Bernardo Cabral. Inaugurada em 30 de abril de 2004 e está localizada em um edifício de dois andares, na praça Francisco Pereira da Silva.
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Biblioteca Maçônica Mário Verçosa

Há, por exemplo, os registros de todos os maçons do Amazonas e das primeiras lojas existentes no Estado, bem como as atas e cartas de alforria da época da libertação dos escravos no Estado.
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Biblioteca Cosme Ferreira Filho

Apesar de a Associação Comercial do Amazonas – ACA ter sido fundada em 1871, somente três décadas mais tarde, em 1902, é que surgiria a ideia de se organizar a biblioteca dessa instituição.
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Biblioteca Émina Barbosa Mustafa

A consulta local aos livros é permitida somente às pessoas que possuem a carteira de sócio do Clube do Trabalhador, entretanto, apenas os títulos de Literatura podem ser emprestados.
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Biblioteca Setorial Manoel Bastos Lira

O atual sistema de bibliotecas da UFAM possui uma provedora, a Biblioteca Central e mais oito setoriais. Atualmente, o acervo total da BC é formado por, 227 mil títulos, aproximadamente.
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Biblioteca Municipal João Bosco Pantoja Evangelista

Sede da Liverpool School of Tropical Medicine, primeira no mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. A Edificação foi inaugurada em 1908.
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Porta de Entrada da Biblioteca Arthur Reis

Atualmente a Biblioteca Arthur Reis está funcionando no Centro Cultural dos Povos da Amazônia - CCPA. O acervo dessa unidade de informação é disponibilizado somente para consulta local.
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Biblioteca Ambiental do Parque do Mindu

Voltada para a temática do meio ambiente, essa Biblioteca foi criada, inicialmente, para atender a pesquisadores da área ambiental.
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Biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa

A Biblioteca do Inpa está localizada na avenida André Araújo – também conhecida como estrada do Aleixo –, n. 2.936, bairro Aleixo e dispõe, aproximadamente, de duzentos mil títulos.
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Biblioteca Ramayana de Chevalier do IGHA

Dispõe de algumas raridades em suas coleções, como manuscritos do século XIX, Leis Orgânicas e Orçamentárias, publicações de viajantes naturalistas e um acervo de foto dos séculos XIX e XX.
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Biblioteca Estadual do Centro Cultural Thiago de Mello

O seu acervo contém mais de trinta mil títulos, distribuídos em oito salas temáticas: biblioteca infantil, biblioteca dos ensinos Fundamental e Médio, biblioteca juvenil, sala Amazoniana.
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Biblioteca Genesino Braga

Estudantes, professores e o público em geral têm acesso gratuito ao acervo para empréstimos e consultas no local e podem também acessar a internet para pesquisas.
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Biblioteca Emídio Vaz d’Oliveira

O prédio foi residência do homenageado entre as décadas de 1930 e 1960. Cada uma das suas dependências foi aproveitada. Seu acervo atual é composto por, nove mil títulos, aproximadamente.
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Biblioteca Padre Agostinho Caballero Martins

Seu acervo é composto aproximadamente, por dez mil títulos, entre livros didáticos, paradidáticos, obras de referência, folhetos, periódicos, artigos de jornais e revistas.
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Entrada da Biblioteca Braille

desde o ano de 2008 a Biblioteca Braille está instalada no Bloco C do Centro de Convenções, o Sambódromo. Em seu acervo constam mais de 50 mil obras entre livros digitalizados, e outros.
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História da Biblioteca Pública do Estado do Amazonas

Em 1988, por meio do Decreto 11.033, de 12 de abril, o prédio da Biblioteca Pública foi tombado como Monumento Histórico do Estado.
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Vista aérea da Utam – na Avenida Darcy Vargas em Construção

Por não dispor de um campus universitário, a Universidade constitui-se de vários prédios, distribuídos pela Cidade. A Reitoria está localizado no edifício da avenida Djalma Batista.
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Vista aérea do Campus Universitário da Ufam

Campus Universitário da Ufam, no bairro Coroado. No canto superior direito, o chamado Setor Norte, onde funcionam o ICHL, FES, FT, entre outras unidades.
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Fachada Frontal da Faculdade de Filosofia do Amazonas

Sua aula inaugural foi proferida pelo governador Gilberto Mestrinho, ocorreu no dia 16 de março de 1961, em solenidade realizada no auditório do extinto Palácio Rodoviário.
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Prédio da Escola de Enfermagem de Manaus

Apesar de sua denominação atual ser Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Amazonas, ainda utiliza a sua sigla original: EEM.
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Antiga Escola de Serviço Social

Imagem da fachada principal da antiga Escola de Serviço Social de Manaus, na avenida 13 de Maio, atual Getúlio Vargas esquina com a rua Ramos Ferreira e que foi construída no ano de 1940.
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Fachada do Edifício da Faculdade de Farmácia e Odontologia

A formatura da primeira turma da Faculdade de Farmácia e Odontologia da Universidade do Amazonas, composta por onze alunos, aconteceu em 1970.
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Prédio da Antiga Escola Agronômica

Nessa época, a Escola já possuía um campo experimental denominado Nelson de Mello, na estrada do Aleixo. o Governo Federal extinguiu a Escola Agronômica em 1943.
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Prédio onde funcionava a Faculdade de Direito

Originada da Escola Universitária Livre de Manáos, a Faculdade de Sciencias Jurídicas e Sociaes foi instalada em 15 de março de 1910 e suas aulas começaram em 6 de abril do mesmo ano.
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Prédio da Universidade de Manáos na avenida Joaquim Nabuco

Em seu primeiro ano de atividade, foram matriculados 156 alunos, informação encontrada no Relatório do Movimento Escolar apresentado em 4 de março de 1911 por Astrolábio Passos.
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Instituto Christus do Amazonas – CIEC

Criado em 30 de outubro de 1954, o Instituto Christus do Amazonas se originou da iniciativa do casal Orígenes e Berenice Martins com um grupo de professores.
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Anúncio da Escola Brasileira de Manaus

Fundada em 8 de fevereiro de 1938 pelo casal Pedro e Lourdes Silvestre, a Escola Brasileira de Manaus funcionou, inicialmente, na rua 24 de Maio, Centro.
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Vista Lateral do Colégio São Francisco de Assis

De acordo com os termos de convênio da Seduc, a Escola passou a funcionar como um anexo do Colégio Amazonense D. Pedro II condição que manteve até o final da década de 1960.
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Centro Educacional Santa Teresinha

A sua nomenclatura atual, Centro Educacional Santa Teresinha – Cest, foi oficializada em 1977. Vinte anos depois, passou a aceitar a matrícula de alunos do sexo masculino.
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Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

Seu endereço atual é rua Silva Ramos, n. 833, Centro, e disponibiliza, nos dias de hoje, a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
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Novo Prédio do Colégio Dom Bosco

A Diocese do Amazonas cedeu uma área onde estava sendo construído um prédio para a residência episcopal, na avenida Epaminondas, local em que o Colégio Dom Bosco permanece até hoje.
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Fachada do Colégio Santa Dorotéia

As religiosas e o Colégio foram instalados em duas casas na rua Dez de Julho, em frente ao hospital da Sociedade Beneficente Portuguesa.
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Escola Estadual Carvalho Leal

A construção da atual sede da Escola Estadual Carvalho Leal– na rua Borba, também no bairro Cachoeirinha – foi iniciada em 1948 e inaugurada no ano seguinte, em 5 de setembro.
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Escola Estadual Euclides da Cunha

Em 1927, esse Grupo Escolar foi transferido para a sua sede definitiva, na avenida Carvalho Leal, também no bairro Cachoeirinha – seu endereço atual.
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Escola Estadual Ribeiro da Cunha

Por meio do Decreto 11.194, de 14 de junho de 1988, seu prédio recebeu tombamento do Conselho Estadual de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico do Amazonas – CEDPHA.
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Escola Estadual Machado de Assis

Com dezessete salas de aula, o Machado de Assis disponibiliza, atualmente, o Ensino Fundamental, a Educação de Jovens e Adultos – EJA e o projeto Tempo de Acelerar.
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Escola Estadual Olavo Bilac

Situada na rua Cinco de Setembro, n. 82, bairro São Raimundo, essa Escola dispõe, atualmente, de nove salas de aula e oferece o Ensino Fundamental e EJA.
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Escola Estadual Antônio Bittencourt

No início de suas atividades, o estabelecimento de ensino era composto por três escolas isoladas que foram agrupadas pelo Decreto 1.050, de 28 de janeiro de 1914.
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Escola Estadual Marechal Hermes

Sua denominação foi uma homenagem ao militar do Exército, marechal Hermes Rodrigues da Fonseca.
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Escola de Commercio Solon de Lucena

Em 1919, essa Escola Comercial iniciou suas atividades no então Grupo Escolar Silvério Nery, que, à época, funcionava em um prédio de frente para a praça dos Remédios.
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Antigo Prédio da Escolas de Aprendizes Artífices

Sua origem data de 1909, quando o presidente da República, Nilo Peçanha, criou, nas capitais brasileiras, a Escola de Aprendizes Artífices (Decreto Federal 7.566, de 23 de setembro 1909).
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Fachada da Escola Estadual Barão do Rio Branco

Em 1988, seu prédio foi tombado como Monumento Histórico do Estado. Possui, atualmente, dois pavimentos, quatorze salas de aula e oferece o Ensino Fundamental.
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Grupo Escolar Gonçalves Dias

Em meados da década de 1950, o Grupo Escolar Gonçalves Dias foi extinto e seus alunos incorporados à recém-criada escola salesiana Domingos Sávio – que encerrou suas atividades em 1984.
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Escola Estadual Cônego Azevedo

Teve origem do agrupamento das escolas isoladas de ensino primário que funcionavam, desde 1901, no prédio estilo chalé, na antiga rua dos Tócos, atual rua Xavier de Mendonça, Aparecida.
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Escola Estadual Saldanha Marinho

Entre 1910 e 1913, o Saldanha Marinho abrigou a Escola Universitária Livre de Manáos. Nesse período, as aulas das duas instituições aconteciam em horários distintos.
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Fachada do Prédio do Grupo Escolar Silvério Nery

O Grupo Escolar recebeu a denominação Nilo Peçanha em 1931, homenagem ao ex-presidente da República, Nilo Procópio Peçanha, presidente do Brasil de 1909 a 1910.
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Escadaria do Instituto Benjamin Constant

Inaugurada no dia 10 de julho, na rua Nove de Novembro, recebeu a denominação Azylo Orphanológico Elisa Souto em homenagem à esposa do presidente Theodoreto Souto.
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Fachada do Edifício do Instituto de Educação do Amazonas – IEA

A partir de 2009, o Instituto de Educação do Amazonas foi transformado em uma Escola-Piloto de Ensino Médio de Tempo Integral.
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Vista do edifício do Gymnasio Amazonense

O Instituto Normal Superior teve apenas três anos de existência e foi substituído pelo Gymnasio Amazonense – nova denominação do antigo Liceu –, criado em 13 de outubro de 1893.
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Anúncio do Seminário Episcopal de São José

O Seminário Episcopal de São José de Manaus, primeiro estabelecimento de ensino secundário do Amazonas, foi criado em 15 de maio de 1848 pelo bispo do Pará, Dom José Afonso de Morais Torres.
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Antiga Secretaria de Educação e Cultura

A história da antiga Secretaria de Educação e Cultura começou em 1953, com a então Pasta Educacional do Estado.
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Prédio do Grupo Escolar José Paranaguá após Ampliação

Com o passar dos anos, a designação José Paranaguá foi incorporada definitivamente ao Grupo Escolar. Sua primeira diretora foi dona Elvira Pereira.
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Santo Antônio Commercial School

Após a Proclamação da República, a primeira ação realizada no ensino do Amazonas ocorreu em 1890 com a criação do Instituto Normal Superior, originado da fusão do Liceu com a Escola Normal.
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Instituto de Educandos Artífices

Extinto pelo Decreto 880, de 25 de setembro de 1914, por Jonathas Pedrosa, que alegou já existir um estabelecimento similar mantido pelo Governo Federal: a Escola de Aprendizes Artífices.
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Asilo Orfanológico Elisa Souto

A instituição ficava localizada na rua Nove de Novembro, atual Lauro Cavalcante. Sendo inaugurada em 10 de julho. Era oferecido os ensinos primário e doméstico para meninas órfãs e pobres.
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Prédio do Seminário São José

Prédio do Seminário São José, que depois abrigou o Instituto de Ciências Humanas e Letras da antiga UA. Década de 60. Acervo: Biblioteca do IBGE.
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Cemitério Nossa Senhora da Conceição das Lajes

Isolado em uma ilha com aproximadamente 40 metros de altura a grande dificuldade é o acesso ao local. Na área existem mais de 1.900 sepulturas, tendo já recebido acima de 1.920 inumados.
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Vista do Cemitério Santo Alberto

Está distribuído em cinco quadras, contém em torno de 4 mil sepulturas, com mais de seis mil inumados. Localiza-se na rua Monteiro Maia, s/n, na Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus.
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Capela do Cemitério Santa Helena

De acordo com informações da Coordenadoria de Cemitérios, o Santa Helena contém, atualmente, mais de 5.300 sepulturas e acima de 22 mil inumados.
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Túmulos antigos do Cemitério São João Batista

O primeiro inumado do Cemitério Judeu foi Leon Perez, sepultado no dia 12 de setembro de 1928. Esse campo santo é administrado pelo Comitê Israelita do Amazonas.
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Arco da entrada do Cemitério São João Batista

A inauguração do Cemitério São João Batista ocorreu em 5 de abril de 1891. No dia seguinte, recebeu seu primeiro inumado: uma criança de um ano de idade, por nome Maria.
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Antigo Cemitério São Raimundo

Imagem do antigo cemitério São Raimundo que foi construído e recebeu o nome da igreja de mesmo nome dando inicio as suas atividades como necrópole pública em 13 de dezembro de 1888.
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Antigo Cemitério dos Remédios

Vista do local onde ficava o antigo Cemitério dos Remédios. No centro, ao fundo, é possível ver a igreja de Nossa Senhora da Conceição.
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Antigo Cemitério São José

Os campos santos foram cercados, as quadras ganharam números e as sepulturas receberam os nomes dos falecidos e suas datas de óbito.
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Fachada da Igreja Dom Bosco

Ao contrário das outras paróquias, em 5 de fevereiro de 1993, o Colégio Dom Bosco foi elevado à categoria de Paróquia Pessoal para atender, exclusivamente, a sua comunidade escolar.
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Capela do Pobre Diabo na Cachoeirinha

“Meu Santo Antônio, protegei este pobre diabo.” Possivelmente, esse seja o motivo pelo qual o português era apelidado como Pobre Diabo.
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Santuário do Sagrado Coração de Jesus

Em 15 de dezembro, a Congregação realizou a inauguração do santuário. Em 29 de outubro de 1961, o templo foi oficialmente inaugurado pelo bispo Dom Pedro Massa, fundador do Patronato.
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Capela da Medalha Milagrosa

A imagem existente defronte à capela foi instalada em 2 de fevereiro de 1958, como parte da celebração dos dez anos de atividades daquela instituição filantrópica.
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Capela da Sociedade Beneficente Portuguesa

As peças mais antigas da Capela – entre elas, um altar e um sino trazido de Portugal – estão expostas, atualmente, no Museu Fernando Ferreira da Cruz.
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Antiga Capela de Nossa Senhora Auxiliadora

A pedra fundamental da primeira capela de Nossa Senhora Auxiliadora.
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Nave Central da Capela de Santa Paula Frassinetti

Os templos religiosos secundários são assim denominados por desenvolverem um trabalho religioso voltado para públicos específicos.
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Antiga Capela da Santa Casa de Misericórdia

Seu espaço, inicialmente, era ocupado por um necrotério, inaugurado em 1º de março de 1903. O local sofreu adaptações na década de 1920 e passou a funcionar a partir de dezembro de 1922.
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Fachada da Igreja de Santa Luzia

O primeiro prédio da Igreja de Santa Luzia nesse bairro foi inaugurado no dia 4 de junho de 1944, data em que os fiéis comemoram o aniversário do templo.
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Igreja de Nossa Senhora de Fátima

A primeira capela em homenagem à Santa foi erguida em um terreno doado pelo comerciante Antônio Caixeiro, em atendimento ao pedido do frei José de Leonissa.
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Igreja de Nossa Senhora de Nazaré no Bairro Adrianópolis

Com o nome de capela de São Saturnino, a primeira sede da Igreja foi construída em uma chácara localizada na rua Paraíba e pertencia à Washington Saturnino da Cruz, funcionário da Alfândega.
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Igreja de São José Operário da Praça 14

A primeira pedra da construção da igreja de São José Operário foi lançada em 4 de junho de 1949, conforme histórico da própria Paróquia. Sua inauguração ocorreu em 1º de maio de 1967.
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Santuário de Nossa Senhora Aparecida

A construção da sede atual da Basílica de Nossa Senhora Aparecida foi iniciada em 1954 e inauguradas três anos mais tarde. O projeto é de autoria do amazonense Moacir Andrade.
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Nave Central da Igreja de Santa Rita de Cássia em Cachoeirinha

O dia 22 de maio, é o dia dedicado a Santa, os devotos recebem rosas distribuídas durante a procissão, que percorre as principais ruas e avenidas do bairro e retorna ao ponto de partida.
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Nave Central da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Anos depois, por reunir as condições necessárias para se tornar uma paróquia, esse bairro passou a ser considerado, pela Igreja Católica, um Curato.
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Vista da Fachada da Igreja de São Raimundo

A principal comemoração realizada pela Paróquia é a festa do dia dedicado a São Raimundo Nonato – 31 de agosto –, com procissão pelas ruas do bairro.
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Altar Mor da Igreja de São Sebastião

O prédio da capela de São Sebastião, localizado na rua Dez de Julho, Centro, foi tombado como Monumento Histórico do Estado em 12 de abril de 1988 (Decreto 11.038).
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Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

Localizada na rua Miranda Leão, Centro, essa igreja foi tombada como Monumento Histórico do Estado do Amazonas pelo Decreto 11.037, de 12 de abril de 1988.
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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição

Um incêndio ocorrido em 2 de julho de 1850 consumiu toda a igreja construída por Lobo D’Almada. Salvaram-se, apenas, algumas imagens e o vaso com o Sagrado Santíssimo Sacramento.
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Vista frontal da Catedral de Nossa Senhora da Conceição

A Diocese foi elevada a Arquidiocese em 16 de fevereiro de 1952, sendo seu primeiro arcebispo Dom Alberto Gaudêncio Ramos. À época com 36 anos, foi considerado o mais jovem do mundo.
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Vista das Instalações do Super Terminais

Seu píer foi construído à semelhança do cais do Porto de Manaus, ou seja, também tem mecanismos para acompanhar a subida e a descida das águas do rio Negro.
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Ponto de Travessia do São Raimundo e da Ceasa

O “porto” da Ceasa iniciou suas atividades em 25 de fevereiro de 1975 e é de responsabilidade da União. A travessia do São Raimundo foi inaugurada em 14 de dezembro de 1975.
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Vista aérea do Porto da cidade de Manaus

Na retomada das obras de revitalização e de transformação da área do Porto de Manaus inaugurou-se, no final de 2008, uma loja de departamentos.
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Trapiche 15 de Novembro construído em 1890

Segundo o dicionário Houaiss, trapiche é um armazém onde se estocam mercadorias destinadas à exportação ou importação.
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Embarcações no Amazonas

Vista dos ancoradouros que ficavam no meio do rio Negro, na orla da cidade de Manaus. In: Album do Amazonas 1901-1902.
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Fotografia Tirada do Porto de Manaus por Silvino Santos

É válido ressaltar, entretanto, que o vapor de guerra Guapiaçu, da Armada Nacional, já havia realizado essa travessia entre Belém e a então Vila de Manaus uma década antes.
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Vista Aérea do Viaduto Dom Jackson Damasceno Rodrigues

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, passagem de nível é “todo cruzamento de nível entre uma via e uma linha férrea ou trilho de bonde com pista própria”.
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Maquete eletrônica do Projeto da Ponte sobre o rio Negro

A Ponte Jornalista Phelippe Daou, mais conhecida como Ponte Rio Negro, foi inaugurada no dia 24 de outubro de 2011, aniversário de 342 anos da capital do Amazonas.
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Ponte da Bolívia na Avenida Torquato Tapajós

Iniciadas as obras, para que os trabalhos avançassem pelo lado de Manaus, era preciso que se colocasse, em caráter provisório, uma ponte de madeira sobre o igarapé da Bolívia.
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Vista das Pontes sobre o Igarapé do Mindu

O edital de concorrência pública para a construção dessa ponte, em concreto armado, foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 4 de setembro de 1953.
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Pontes Lopes Braga e Joana Galante em São Jorge

A Ponte Engenheiro Lopes Braga, seu tráfego funciona no sentido Centro-bairro, enquanto a Ponte Joana Galante serve no sentido inverso, ligando a avenida São Jorge à rua Arthur Bernardes.
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Vista aérea da Ponte Senador Fábio Lucena

Adolpho Lisboa sugere a construção de uma ponte para ligar as duas margens do igarapé da Cachoeira Grande, na altura do Matadouro Municipal, atual prédio da Fundação Nacional da Saúde.
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Ponte Presidente Dutra e da Conciliação

Construída sobre o igarapé do São Raimundo para viabilizar o acesso dos moradores do bairro de mesmo nome ao restante da cidade.
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Vista da Ponte Antônio Plácido de Souza

Apesar de o Educandos já possuir duas pontes que o ligavam à Cidade, a Ephigênio de Salles e Juscelino Kubitschek, ainda se tinha a necessidade de uma ligação direta para o Centro.
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Ponte Juscelino Kubitschek

O lançamento da pedra fundamental da obra ocorreu em 1952, em 31 de janeiro, como parte das comemorações do primeiro aniversário do governo de Álvaro Maia.
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Vista da Ponte Ephigênio de Salles

Em 2005, devido ao Prosamim, a Ponte Ephigênio de Salles – em homenagem ao governador que a construiu – passou por um processo de restauração arquitetônica e de recuperação estrutural.
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Pontes Romanas da Avenida Sete de Setembro

Por meio do Decreto Municipal 3, de 4 de julho de 1896, as Pontes Romana I e Romana II receberam, respectivamente, as denominações Floriano Peixoto e Marechal Deodoro.
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Vista Aérea do Parque Ponte dos Bilhares

Espaço público de convivência que reúne opções de entretenimento, esporte, cultura e lazer, o Parque Ponte dos Bilhares localiza-se às margens do igarapé do Mindu.
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Vista frontal da Ponte Prudente de Moraes

Construída pelo engenheiro Frank Hirst Hebblethwaite – o mesmo da Ponte Benjamin Constant – a inauguração da Ponte da Cachoeira Grande, ocorreu em 18 de setembro de 1895.
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Imagens da Ponte Benjamin Constant ou Ponte Metálica

A Ponte Benjamin Constant construída sobre o igarapé do Mestre Chico e serve de ligação entre os bairros Centro e Cachoeirinha. Na imagem vemos os carros em mão dupla.
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Imagem da Ponte de Ferro dos Remédios

A ponte foi concluída em 23 de dezembro de 1881, mas, sua pintura seria realizada somente dois anos depois. Foi desmontada no final do século XIX, assim como outras pontes da cidade.
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Antiga Ponte do Espírito Santo

Ponte do Espírito Santo, que ligava os bairros Espírito Santo e República. Hoje este local é onde se encontra as avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro.
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Vista da Ponte da Imperatriz com a Igreja Matriz ao fundo

No início da década de 1980 do século XIX, mais quatro importantes pontes foram construídas pelo Poder Público.
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Monumento ao Escritor Ferreira de Castro

De sua estrutura original, resta-lhe apenas a esculturada cabeça, a qual passou por uma restauração em 2007 e foi colocada em exposição no Centro Cultural Povos da Amazônia –CCPA.
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Monumento a Eduardo Gonçalves Ribeiro

O prefeito Manoel Ribeiro mandou construir, na praça do Congresso, uma fonte luminosa, onde se instalou um pedestal e um busto do Pensador. Que está, hoje, sem as características originais.
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Monumento a Agnello Bittencourt

Cabe destacar que esse foi o primeiro busto a ser instalado em uma mureta construída na administração do prefeito Jorge Teixeira e que possuía espaço para outros três bustos.
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Monumento a Ephigênio de Salles

Em 1899, participou, ao lado de Luiz Galvez, da campanha pela libertação do Acre e tornou-se capitão assistente de Plácido de Castro, líder da resistência brasileira.
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Escultura na Praça Gonçalves Dias

A construção desse marco foi uma iniciativa do Clube da Madrugada, sendo esculpido pelo artista plástico português Álvaro Páscoa.
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Monumento em Homenagem ao Marechal Floriano Peixoto

O monumento era composto por um pedestal e um busto em bronze. Essa escultura encontra-se, atualmente, instalada em um dos jardins laterais da Catedral sem identificação alguma.
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Vista aérea da Praça e Monumento a Ribeiro Júnior

A ideia dessa homenagem foi do jornalista Arlindo Porto. O busto, esculpido por Branco e Silva, em uma mistura de cimento, areia fina e cola, recebeu a pintura na cor bronze.
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Busto de Carlos Gomes sobre a harpa

Em uma reforma realizada no teatro, na década de 1960, o monumento perdeu seu aspecto original e o busto desapareceu. Ele se encontra no Salão Nobre do Teatro Amazonas, seu local de origem.
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Monumento a Sant’anna Nery no Jardim Jaú

A construção do monumento em homenagem ao escritor e folclorista Frederico José de Sant’Anna Nery data do início do século passado e foi uma iniciativa do empresário Sebastião Diniz.
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Vista do Obelisco na avenida Eduardo Ribeiro

Vista do Obelisco, monumento em homenagem ao Primeiro Centenário da Elevação da Vila da Barra do Rio Negro à categoria de Cidade, durante realização de desfile estudantil.
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Monumento a Nossa Senhora da Conceição na Praça do Congresso

O Primeiro Congresso Eucarístico Diocesano de Manaus aconteceu entre os dias 31 de maio e 4 de junho de 1942. Foi considerado, à época, o maior acontecimento religioso do Amazonas.
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Vista do Relógio Municipal na Avenida Eduardo Ribeiro

A construção do pedestal do relógio foi em 31 de março de 1929. Oito meses depois, em 28 de novembro, ocorreu a inauguração. O projeto desse relógio foi do amazonense Coriolano Durand.
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Monumento à Província Tenreiro Aranha

A inauguração do monumento ocorreu em 5 de setembro de 1907 e ali permaneceu até 1932, quando foi trasladado para a praça Cinco de Setembro, onde está até os dias de hoje.
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Primeiro monumento instalado em 1867

Vemos o Primeiro monumento (coluna de pedra), na frente do Teatro Amazonas, instalado em 1867. Ao fundo, a rua José Clemente. In: O valle do Amazonas e o problema da borracha, 1912.
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Monumento em Homenagem à Abertura dos Portos

Esse Monumento foi restaurado em 1995 em parceria com a empresa Xerox do Brasil. Foram substituídas as âncoras douradas que adornam as colunas que foram arrancadas pela ação de vândalos.
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Vista Panorâmica do Teatro Amazonas

Manaus possui quatro edificações tombadas pelo IPHAN: o Teatro Amazonas, o Reservatório do Mocó, o Mercado Adolpho Lisboa e o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Porto de Manaus.
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Praça João Pessoa ou Praça da Bola do Olímpico

Devido às obras realizadas na avenida Constantino Nery pelo prefeito Jorge Teixeira em 1975, essa Praça foi extinta. Em 1998 foi concluído o viaduto Dom Jackson Damasceno Rodrigues.
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Extinta Praça Sargento Manoel Chagas

Esse logradouro foi extinto durante a administração de Jorge Teixeira em razão das obras da abertura da atual avenida Djalma Batista, no prolongamento da rua Comendador Clementino.
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Extinta Praça Ribeiro da Cunha

Por meio da Lei Municipal 178, de 6 de abril de 1993, recebeu a denominação Praça José Lindoso. A Praça foi ocupada, indevidamente, pelo Grêmio Recreativo e Escola de Samba Sem Compromisso.
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Vista da área da Extinta Praça Gomes Carneiro

Sua área, nos dias de hoje (2021), está ocupada pelo prédio da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade do Estado Amazonas – UEA.
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Extinta Praça Floriano Peixoto

Nessa Praça, em 1928, quando Ephigênio de Salles era presidente instalou-se a primeira estação de radiodifusão do Amazonas, onde eram transmitidas notícias, concertos musicais, conferências.
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Praça Nossa Senhora de Fátima

Essa Praça teria recebido duas denominações que tinham referência direta com a revolta ocorrida em 14 de janeiro de 1892, que culminou com a renúncia do governador Thaumaturgo de Azevedo.
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Praça Benjamin Constant

Sua primeira denominação foi Praça de Antimari, nome que lhe servia de referência e que existe até os dias de hoje, margeando o igarapé da Cachoeirinha, atual do Mestre Chico.
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Localização da antiga Praça Rio Branco

A Praça localizava-se entre as ruas Municipal, atual avenida Sete de Setembro, Visconde de Porto Alegre, Ajuricaba e Duque de Caxias, ocupada pela unidade sede do Ifam, antigo Cefet-Am.
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Vista Aérea do Estádio General Osório

O Festão do Povo viveu seu primeiro ciclo de sucesso até o início da década de 1970, quando o prefeito Paulo Nery, concedeu, definitivamente, o terreno para o Colégio Militar de Manaus.
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Localização da Antiga Praça Paysandu

O presidente da Província, José Paranaguá, em sua Mensagem Anual de 1883, sugeriu que o atual Teatro Amazonas, fosse construído na área dessa Praça, o que não chegaria a ocorrer.
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Extinta Praça Riachuelo

Essa Praça localizava-se entre o igarapé do Espírito Santo, aterrado para a construção da avenida Eduardo Ribeiro, e as antigas ruas: Brasileira – depois Municipal e hoje, Sete de Setembro.
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Praça Francisco de Queiroz antiga Praça Ruy Araújo

Construído pelo prefeito Paulo Nery, o logradouro, situado entre as ruas Quintino Bocaiúva, Doutor Almínio e Izabel, Centro, foi denominado Praça Ruy Araújo pelo Decreto Municipal de 1970.
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Estátua de Nossa Senhora Auxiliadora

Com o decorrer dos anos, a Praça Nossa Senhora Auxiliadora teve a sua área original – em formato retangular – modificada e, atualmente, possui um traçado triangular.
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Vista da Praça Duque de Caxias no Bairro São Jorge

Posteriormente, teve sua nomenclatura alterada para Praça Duque de Caxias em homenagem ao Patrono do Exército Brasileiro. Em 1971, a Praça recebeu a instalação de um busto desse militar.
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Vista lateral da Praça Ismael Benigno

A nomenclatura da Praça se deu em 20 de abril de 1979, quando a Prefeitura de Manaus alterou a denominação para Praça Ismael Benigno.
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Praça Padre Francisco no Bairro de São Raimundo

Em 2016 uma parte da Praça Padre Francisco foi demolida para executar os serviços para interligar essa área à avenida Presidente Dutra.
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Praça Comandante Ventura ou Praça da Bandeira Branca

Durante a administração estadual de Plínio Ramos Coelho (1955-1958), esse logradouro foi reformado e recebeu a instalação de um parque infantil denominado Janguinho.
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Praça Francisco Pereira da Silva ou Bola da Suframa

Sua inauguração ocorreu em 8 de janeiro de 1976 com a presença de Jacy Canavarro Pereira da Silva, esposa do homenageado, falecido três anos antes, em 10 de setembro de 1973.
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Vista da Praça Santos Dumont

Também conhecida como Praça São João devido estar nas proximidades do cemitério São João Batista. Essa denominação é encontrada na Planta da Rede de Esgoto e Águas Pluviais de Manáos.
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Imagem de satélite da Praça do Educandos

Foi também chamada de Praça do Rio Negro devido à sua proximidade com a orla desse rio, Praça da Capela, por situar-se em frente à igreja, e Praça do Educandos.
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Vista aérea da Praça da Vila-Nossa Senhora de Nazaré

A principal reforma ocorrida nesse logradouro foi realizada na administração do prefeito Gilberto Mestrinho (1956-1958), quando foi construído um jardim iluminado e outras melhorias.
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Praça Chile e Reservatório do Mocó

Existiu uma placa de mármore na parede do lado esquerdo do reservatório do Mocó, que registrava a “reinauguração da Praça Chile, em 31 de janeiro de 1952”, após pavimentada e ajardinada. 
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Vista da Praça Uruguaiana Atual Dom Bosco

A Praça Dom Bosco está localizada entre a avenida Epaminondas, a rua da Instalação e uma Agência da Previdência Social, no Centro.
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Praça Antônio Bittencourt ou do Congresso

Importantes manifestações populares, como a das Diretas Já – movimento nacional que pleiteava eleição direta para presidente do Brasil – e, também, os comícios do mineiro Tancredo Neves.
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Pavilhão São Jorge ou Café do Pina

No final de 2008, esse quiosque foi demolido e construiu-se um jardim em seu lugar. O Café do Pina foi reinaugurado em 25 de março de 2009, no térreo do Centro Cultural Palacete Provincial.
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Praça Gonçalves Dias ou Poeta Sebastião Norões

Anos depois, na reforma realizada pelo prefeito Jorge Teixeira naquela área, parte desse espaço foi eliminado e o restante, incorporado à Praça Heliodoro Balbi.
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Praça Heliodoro Balbi e a Praça Roosevelt

A denominação Praça Roosevelt foi dada pelo prefeito Antônio do Couto Valle, por meio do Decreto-Lei 258, de 1º de agosto de 1945, em homenagem presidente Americano Franklin Roosevelt.
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Vista aérea da Praça João Pessoa

Vista aérea da Praça João Pessoa, onde se vê as praças Roosevelt, Ribeiro Júnior e Gonçalves Dias, com o Pavilhão São Jorge, depois Café do Pina.
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Vista da Praça João Pessoa

Vista da Praça João Pessoa, ao centro, em frente ao Colégio Estadual de Manaus.
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Os Fícus-benjamin na Praça Heliodoro Balbi

A partir de 1886, devido à inauguração do Liceu Amazonense, atual Colégio Amazonense D. Pedro II, localizado em frente a esse logradouro, a Praça passou a ser chamada de Largo do Liceu.
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Vista da Praça São Sebastião e seu Entorno

Antes de se tornar uma Praça, a área desse logradouro era uma rocinha de propriedade do tenente-coronel Antônio Lopes Braga, que a doou para o Município.
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Praça da Saudade ou Praça Cinco de Setembro

A Praça Cinco de Setembro (da Saudade) está situada entre as atuais avenida Epaminondas e ruas Simão Bolívar, Ferreira Pena e Ramos Ferreira, no Centro.
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Praça dos Remédios ou Torquato Tapajós

Assim como em outros casos locais de nomes de praças e de ruas, essa nomenclatura não foi assimilada pela população, que continuou a chamá-la de Praça dos Remédios.
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Praça Nove de Novembro Durante Reforma na Década de 1970

A área da Praça Nove de Novembro originada da divisão do Largo do Pelourinho ficava localizada entre as atuais ruas Governador Vitório, Visconde de Mauá e Monteiro de Souza.
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Vista aérea da Praça Dom Pedro II

Uma das duas praças que se originaram da separação do antigo Largo do Pelourinho, foi chamada de Largo do Pelourinho e posteriormente, Largo do Quartel, atual Praça Dom Pedro II.
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Praça Marechal Thaumaturgo Já Extinta

Em formato de canteiro central, hoje extinto, estendia-se da confluência da avenida Floriano Peixoto com as ruas dos Andradas, Theodoreto Souto e Doutor Moreira, até a Praça Tenreiro Aranha.
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Imagem do Extinto Jardim Tamandaré

A extinção do Jardim Tamandaré – assim conhecido devido ao busto que ali existiu – ocorreu em razão das modificações realizadas no sistema viário do Centro.
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Vista da Praça Tenreiro Aranha

Na imagem podemos ver o Pavilhão Universal um importante símbolo turístico, cultural e histórico, construído em ferro e vidro bem característico da arquitetura da Belle Èpoque.
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Praça Tenreiro Aranha Remodelada

Na imagem podemos ver o prédio do Jornal A Notícia, com os casarões antigos e na parte inferior está a estátua do Adalberto Valle.
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Jardim da Praça Tamandaré

Em 1955, o presidente em exercício da Câmara Municipal de Manaus, Ismael Benigno, assinou a Lei 369, que autorizava o Ministério da Marinha a construir um jardim em frente à Capitania.
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Vista do local onde Existiu o Aviaquário Municipal

No fim dos anos 1980, o Aviaquário já havia sido desativado novamente. Atualmente, o local serve às atividades pastorais da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
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Vista aérea do Parque da Matriz sem o gradil

Imagem aérea dos Jardins da Praça da Matriz, do lado esquerdo está o Pavilhão Universal, o Tabuleiro da Baiana e as obras do Prédio do Banco do Brasil e o Teatro Amazonas ao fundo.
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Planta Baixa do Projeto de Construção do Parque da Matriz

Os jardins da Matriz foram abertos ao público em 8 de outubro de 1901, dia do aniversário do governador Silvério Nery, porém, sua inauguração oficial ocorreu somente vinte dias depois.
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Pavilhão Ajuricaba ao lado o Posto Texaco

A Câmara Municipal fez a doação do Pavilhão Ajuricaba à Associação dos Ex-Combatentes do Brasil para que ali fosse estabelecida uma escola para alfabetização de adultos.
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Jardim Ajuricaba de Menezes

Em 1968, o prefeito Paulo Nery transferiu essa fonte, junto com a escultura, para a hoje extinta Praça João Pessoa, também conhecida como Praça da Bola.
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Pavilhão Universal na Praça XV de Novembro

O Pavilhão Universal tinha áreas distintas: no térreo funcionava o serviço de bar, no subsolo e andar de cima eram reservados à prática de jogos de salão.
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Jardim Jaú na Estação dos Bondes

Com formato oval, situava-se em frente ao extinto, edifício da Manáos Tramways and Light Company Limited – concessionária de energia elétrica e de transporte coletivo da Cidade.
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Reforma da Praça Oswaldo Cruz em 1975

O governador Fileto Pires, em 1897, mandou construir um segundo jardim nessa Praça, no local onde haviam sido plantadas as palmeiras na área desapropriada, em 1893, por Eduardo Ribeiro.
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Vista aérea de Manaus na Década de 1960

Levantamento aerofotogramétrico de Manaus, datada de 1960. Vemos as Praças extintas e as demais praças que existem no Centro Histórico de Manaus.
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Fotografia da Ilha do Marapata

Cantada por Euclides da Cunha, em prosa e verso, a ilha foi classificada como “um lazareto de almas”, numa época em que a lepra era vista com preconceito.
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Construção do Parque Residencial Manaus

Construção do Parque Residencial Manaus, na avenida Leonardo Malcher, construído sobre o antigo igarapé de Manaus pelo Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim).
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Passagem Subterrânea da Djalma Batista

Passagem subterrânea da avenida Djalma Batista, com a Rua Boulevard Álvaro Maia, denominada de Duca Brito pela Lei Ordinária N. 888 de 17 de outubro de 2005.
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Praia e Anfiteatro na Ponta Negra

Imagem da Praia da Ponta Negra e Anfiteatro na Zona Oeste de Manaus. A Ponta Negra é o principal ponto e mais urbanizada praia fluvial da cidade, localizada às margens do rio Negro.
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Fábrica de Cerveja Miranda Corrêa

Fábrica de Cerveja Amazonense Miranda Corrêa. Do lado esquerdo, a Ponte Senador Fábio Lucena que interliga o São Raimundo e Nossa Sra. de Aparecida.
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Fotografia da Manaus Ambiental

Fotografia da Manaus Ambiental, Complexo de Produção da Ponta do Ismael. Na parte baixa da imagem podemos ver o antigo prédio do bombeamento de água de Manaus.
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Vista do Passeio do Mindu

Vista do Passeio do Mindu, no bairro Parque Dez de Novembro, com acesso pela Avenida Humberto Calderaro. Na área existe um intenso fluxo de pessoas que fazem atividades físicas.
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Imagem aérea do Porto Chibatão

Imagem do Porto Chibatão, localizado no bairro Colônia Oliveira Machado, é considerado atualmente o maior complexo portuário privado da América Latina.
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Imagem aérea das obras do viaduto Miguel Arraes

Imagem do Viaduto Miguel Arraes, ainda em construção na foto, inaugurado em 16 de fevereiro de 2008. Interliga quatro avenidas na zona centro-sul de Manaus.
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Fotografia do Makro da Manaus Moderna

Imagem do Makro Atacadista, localizado à avenida Lorenço da Silva Braga. Ao centro da imagem os fundos da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa na Sete de Setembro.
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Centro de Biotecnologia da Amazônia-CBA

Localizado à avenida Governador Danilo de Matos Areosa, no Distrito Industrial, o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) foi instituído em 2002.
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Vista das obras do Residencial Eliza Miranda

Vista aérea do início das obras do Residencial Eliza Miranda, localizado à Avenida Buriti no Distrito Industrial.
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Vista aérea do início das obras do Parque Jefferson Peres

Vista aérea do início das obras do Parque Jefferson Peres. O Parque foi construído na antiga área de invasão de palafitas nos Igarapés de Manaus e do Bittencourt.
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Imagem aérea do início das obras da Avenida das Torres

Início das obras de pavimentação da avenida Governador José Lindoso, mais conhecida como avenida das Torres. A inauguração da avenida teve duas etapas, em 2010 e 2018.
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Base Aérea de Manaus – BAMN

Base Aérea de Manaus, localizada à avenida Rodrigo Otávio, ativada em 31 de março de 1970, a ALA 8. Sendo a principal organização logística da Força Aérea Brasileira na Amazônia Ocidental.
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Prédio da Secretaria Municipal de Educação-SEMED

Imagem da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), ao centro, e o Viaduto Miguel Arraes, ainda em construção, ao fundo.
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Vista aérea do Amazonas Shopping

Vista aérea do Amazonas Shopping, localizado na avenida Djalma Batista. Sua inauguração se deu em 07 de novembro de 1991.
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Praça do Congresso ou Antonio Bittencourt

Imagem da Praça Antônio Bittencourt, mais conhecida como Praça do Congresso, que tem sua origem em 1876.
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Vista aérea do Teatro Amazonas e Palácio da Justiça

Imagem do Teatro Amazonas, Largo e Igreja de São Sebastião na parte superior. No canto inferior esquerdo, o Palácio da Justiça.
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Imagem aérea do Comfort Hotel

Comfort Hotel, localizado próximo do Polo Industrial de Manaus. Em frente ao Centro Cultural dos Povos da Amazônia.
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Fotografia da cúpula do Teatro Amazonas

Fotografia da Cúpula do imponente Teatro Amazonas. Sua cúpula é composta de 36 mil peças de escamas em cerâmica esmaltada, vindas da Alsácia região histórica no nordeste da França.
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Vista aérea da Igreja Matriz de Manaus

Vista da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, Igreja Matriz, e seu entorno bem arborizado.
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Praia e bares na Ponta Negra

Praia da Ponta Negra, com seu muro de arrimo e os bares, antes da reforma. À esquerda podemos ver o Anfiteatro, e os prédios residenciais com uma vista privilegiada do Rio Negro.
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Construção do Manauara Shopping

Vista do terreno onde seria construído o Manauara Shopping. Sua inauguração se deu em abril de 2009.
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Fotografia da Marina Bicho Preguiça

Fotografia da Marina Bicho Preguiça, localizada no bairro de São Raimundo.
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Condomínio Riviera na Ponta Negra

Imagem de blocos residenciais do Condomínio Riviera na Ponta Negra, localizado no bairro Ponta Negra, zona oeste de Manaus.
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Fotografia aérea do Estádio da Colina

Estádio Ismael Benigno, mais conhecido como Estádio da Colina. Em destaque a avenida Presidente Dutra que está entre os bairros de São Raimundo e Glória.
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Lanchas e Barcos na Marina Tauá

Marina Tauá, estabelecida em 1990, é a pioneira na guarda de barcos, lanchas e Jet-skis e está localizada no bairro de Ponta Negra.
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Vista aérea do Porto da Balsa

Imagem do Porto da Balsa no bairro de São Raimundo. Antes, a travessia do rio era feita por balsas antes da construção da Ponte Rio Negro, que liga Manaus a Iranduba.
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Condomínios residenciais na Ponta Negra

Vista dos Condomínios residenciais Castelli, Barra do Rio Negro e Barão do Rio Negro em frente a Praia da Ponta Negra, zona oeste de Manaus.
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Conjunto Jardim das Américas

Tomada aérea de uma das belas residências do Conjunto Jardim da Américas no Bairro da Ponta Negra, zona oeste de Manaus.
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Imagem aérea do Porto de Manaus e Igreja da Matriz

Imagem do porto flutuante de Manaus (Rodway) e da Igreja Nossa Senhora da Conceição, mais conhecida como Igreja Matriz.
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Fotografia aérea do Flat Tropical Hotel

Vista do Flat Tropical Hotel no bairro Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus. O Flat foi construído ao lado do Tropical Hotel de Manaus, atualmente fechado.
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Fotografia aérea da Praia Dourada

Imagem aérea da Praia Dourada em 2007, com acesso através da Avenida do Turismo, Ramal da Marina Tauá, na Zona Oeste da cidade de Manaus.
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Vista do Restaurante da Doró no Lago Tarumã-Açu

Vista aérea do Restaurante da Doró, flutuante no Lago do Tarumã-Açu. Na região do Tarumã existem muitos restaurantes que servem em seu cardápio os peixes amazônicos.
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Área de esporte da Ponta Negra

Campos de futebol de areia e grama sintética na Ponta Negra, antes da sua reforma e ampliação. Na parte inferior da foto é possível ver um parte da praia.
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Imagem aérea do início das obras do Manauara Shopping

Imagem da Avenida Mário Ypiranga. No canto inferior esquerdo, a Fábrica da Magistral e ao lado, o terreno onde foi construído o Manauara Shopping, inaugurado 2 anos depois.
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Fotografia do Igarapé da Cachoeirinha

Imagem do Igarapé da Cachoeirinha no cruzamento da Avenida Codajás com a Avenida Marquês da Silveira. No canto superior direito, o Colégio da Polícia Militar.
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Fotografia aérea do Estaleiro São João

Imagem aérea do Estaleiro São João, à margem do Rio Negro no bairro da Compensa. O São João foi o primeiro estaleiro a ser fundado em Manaus no ano de 1937.
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Quartel General da 12ª Região Militar

Quartel General da 12ª Região Militar no bairro da Ponta Negra. A 12ª RM é denominada de Região Mendonça Furtado, em homenagem ao governador geral do Grão Pará.
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Conjunto Jardim das Américas

Vista aérea do Conjunto Jardim das Américas no Bairro da Ponta Negra, zona oeste de Manaus. Neste bairro se concentra um grande número de Instalações Militares e condomínios de luxo.
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Início das obras no Igarapé Mestre Chico

Início das obras de intervenção no Igarapé Mestre Chico que terá na terceira fase do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus a construção de um novo parque urbano.
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Vista da Ponte Senador Fábio Lucena

Ponte Senador Fábio Lucena, na vazante do rio, que interliga os bairros de São Raimundo e Nossa Sra. de Aparecida e à direita, a Cervejaria Miranda Correa.
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Início das obras do Parque Residencial Jefferson Peres

Início das obras do Parque Residencial Jefferson Peres no Morro da Liberdade. O nome é em homenagem ao Senador, falecido em 23 de maio de 2008.
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Vista do Bairro de Santo Antônio

Vista do Bairro de Santo Antônio. O nome morro do bode, não agradava os moradores, assim uma comissão se reuniu e mudou o nome para Santo Antônio, em 13 de junho de 1950.
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Fotografia do Estaleiro Rio Negro

Tomada aérea do Estaleiro Rio Negro (ERIN) fundado em 1971 e da Companhia de Navegação da Amazônia (CNA) no bairro da Compensa. O Estaleiro possui 5 carreiras para construção de embarcações.
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Vista do Bairro de São Raimundo

Vista do Bairro de São Raimundo. Vemos a fachada da Escola Estadual Marquês de Santa Cruz e Paróquia de São Raimundo Nonato e Praça Ismael Benigno.
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Barcos atracados no Porto flutuante de Manaus

Imagem do Porto flutuante de Manaus com diversos barcos regionais atracados. À frente e à direita, o prédio do Banco do Brasil, agência Praça XV de Novembro.
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Imagem aérea do Colégio Salesiano Dom Bosco e Colégio Militar

Imagem aérea de uma parte do centro histórico de Manaus, com destaque para o Colégio Salesiano Dom Bosco e o Colégio Militar. Esta área é considerada a mais antiga de Manaus.
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Marina do Davi na Ponta Negra

Imagem da Marina do Davi na Ponta Negra, onde muitas pessoas guardam seus barcos de passeio e é daí também que muitas pessoas saem para visitar as praias e comunidades próximas de Manaus.
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Fotografia aérea do Estádio Ismael Benigno

O Estádio Ismael Benigno ou Estádio da Colina passou por uma reforma após Manaus ser escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol em 2014.
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Obras abandonas do Hotel Maksoud

Imagem de obra paralisada do Hotel Maksoud, na orla do Rio Negro na Ponta Negra. A área é considerada uma das mais valiosas da região.
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Vista dos Condomínios Residenciais na Ponta Negra

Imagem dos Condomínios Residenciais construídos na avenida coronel Teixeira na praia da Ponta Negra.
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Imagem aérea do Bairro da Compensa

Na imagem aérea do Bairro da Compensa, vista a partir do Rio Negro. Podemos ver ainda uma pequena praia com barcos e balsas atracadas.
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12º Batalhão de Suprimento

Tomada aérea do 12º Batalhão de Suprimento - BSup no Bairro da Compensa. O BSup foi criado em 6 de agosto de 2018 e sua função é suprir as regiões militares da Amazônia Ocidental.
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Feira da Manaus Moderna

Imagem da Feira Coronel Jorge Teixeira, mais conhecida como Feira Manaus Moderna. Na foto está no período da vazante do Rio Negro, por isso vemos uma pequena praia na frente do mercado.
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Imagem do Centro Cultural Povos da Amazônia

Em maio de 2007 foi inaugurado o Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA), localizado na Praça Francisco Pereira da Silva, Bola da Suframa.
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Superintendência da Zona Franca de Manaus

Imagem de tomada aérea da Sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus, localizada na avenida Ministro Mário Andreazza, 1.424.
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Fotografia aérea do encontro das águas

Imagem do encontro das águas do Rio Negro e do Rio Solimões. Este fenômeno natural é visto em muitos rios da região Amazônica.
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Vista Superior do Cemitério São João Batista

O Cemitério São João Batista foi inaugurado em 5 de abril de 1891. Ao todo este Campo Santo contém mais de dezenove mil sepulturas e aproximadamente cem mil imunados.
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Vista da Praça Heliodoro Balbi

Praça Heliodoro Balbi, mais conhecida como Praça da Polícia, em destaque na imagem estão o Colégio Amazonense Dom Pedro II, o Estadual e o Palcete Provincial.
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Mansão às margens do Igarapé Tarumã-Açu

Fotografia de uma das inúmeras mansões luxuosas construídas no conjunto Vivenda Verde nas margens do Igarapé Tarumã-Açu.
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Vista aérea do Igarapé Tarumã-Açu

A região do Igarapé Tarumã-Açu é bastante procurada pelos manauaras nos fins de semana por causas dos Restaurantes Flutuantes.
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Embarcações às margens do Igarapé Tarumã-Açu

Nesta área do Igarapé Tarumã-Açu existem inúmeros lugares onde se guardam lanchas e barcos. E onde se pode comer um peixe num almoço regional nos Restaurantes Flutuantes.
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Vista aérea da Avenida do Turismo

A Avenida do Turismo, está localizada no Bairro Tarumã. Na avenida existem diversos condomínios residenciais, sem contar que ela é via de passagem para algumas das áreas de lazer da cidade.
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Prédio do Manaus Plaza Shopping

Onde hoje está localizado o Manaus Plaza Shopping, foi o Bar do Boi, local de encontro de quem curtia as toadas dos bois de Parintins. Em 2002 foi transformado em Tvlâdia Mall.
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Flutuantes no Igarapé Tarumã-Açu

Flutuantes a margem do Igarapé Tarumã-Açu. A área é bastante valorizada pela classe média e alta e é ocupada por condomínios e marinas.
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Área de lazer no Igarapé Tarumã-Açu

A área onde aparece uma das inúmeras casas usadas como área de lazer e que ainda conserva sua área verde, com acesso tanto por terra quanto por água.
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Trecho da Avenida Djalma Batista com a Rua Acre

Imagem da Avenida Djalma Batista com a Rua Acre, no bairro Nossa Senhora das Graças. Quase ao centro da imagem, o prédio da Unipar Imobiliária.
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Condomínios residenciais e Parque dos Bilhares

Vista aérea do Parque do Bilhares, inaugurado em 2006. O espaço verde está localizado entre duas das vias mais movimentadas da cidade.
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Vista aérea do Parque do Bilhares e Millennium Shopping

Ao lado direito vemos o Igarapé do Mindu, principal igarapé que corta a cidade de Leste a Oeste, que se encontra poluído em quase toda sua extenção.
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Lucemi Antony Vieiralves e sua filha

Lucemi Antony Vieiralves e filha foram clicadas para a coluna do Gil em evento social na cidade.
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Lourdes Buzaglo como hostess no Rio Negro Clube

A belíssima Lourdes Buzaglo recebeu seus convidados no Salão do Rio Negro Clube. 
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Fotografia de Leny Andrade

Cantora Leny Andrade sendo denominada pela coluna do Gil como um grande talento de nossa cidade.
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Fotografia de José Alberto Loureiro

O jovem José Alberto Loureiro foi clicado pela coluna do Gil em evento social de nossa cidade.
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Fotografia de João Moss

João Moss se deixou fotografar em momento de descontração para a coluna "Eles e Elas" do A crítica.
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Geraldo Melo e Dodora Carvalho

O casal Geraldo Melo e Dodora Carvalho foram fotografados pela coluna do Gil em momento de descontração.
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Fabíola Lucena vestida de Mulher Maravilha

A serelepe e sorridente Fabíola Lucena fantasiada de mulher maravilha. Ela é filha do casal Socorro e Fábio Lucena.
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A beleza de Eunice Didzel

A bela Eunice Didzel foi fotografada pelo Augustu's para a coluna do Gil.
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Dulce Costa e Rosalie Benchimol

Sorridentes as senhoras Dulce Costa e Rosalie Benchimol foram fotografadas pelo Stúdio Chicó para a coluna da Baby no Jornal A Crítica.
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Fotografia de Dinah Abrahim

A beleza de Dinah Abrahim estampada na coluna do Gil Gente no Jornal A Crítica.
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O noivado de Deborah Anne Benchimol e Isaac Bemergul Ezagul

O fotógrafo José Batista registrou o momento em que os noivos Deborah Anne Benchimol e Isaac Bemergul Ezagul cortavam o bolo do casamento.
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Fotografia de Dayse Souza Lima

A bela Dayse Souza Lima estampa sorridente a página da Coluna do Gil Gente do Jornal A Crítica.
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Fotografia de Darclay Lopes de Paula da SUFRAMA

A coluna do Gil "Gente", publicada no jornal A Crítica trás Darclay Lopes de Paula, figura da linha de frente da SUFRAMA.
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Fotografia de Charufe Nasser

Fotografia de Charufe Nasser, figura da Sociedade Manauara posa para a Coluna do Gil Gente.
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Fotografia de Carlos e Dirce Souza

O casal Carlos e Dirce Souza em pose para a Coluna "Baby" do Jornal A Crítica.
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Carlos Aguiar, Salvador e Henriette

Carlos Aguiar recebe os cumprimentado de Salvador e Henriette pela passagem de seu aniversário.
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Áurea Pinheiro Braga e Charufe Nasser

Fotografia das colunaves Áurea Pinheiro Braga e Charute Nasser figuras constantes na coluna do Gil Gente.
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Fotografia do casal Gilda e Severiano Mário Porto

O casal Gilda e Severiano Mário Porto aparecem em um momento social na Coluna do Gil Gente.
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Lino Marinho, presidente do sindicato dos radialistas

O presidente do sindicato dos radialistas, Lino Marinho fotografado para Coluna do Gil Gente.
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Fotografia de Lourdes Lopes

A coluna Baby no Jornal A Crítica fotografou a jovem vereadora de Manaus Lourdes Lopes, uma grande incentivadora do esporte na cidade.
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Circe Batista, Ursulita Alfaia e Carmen Alves

A coluna do Gil Gente fotografou as senhoras Circe Batista, Ursulita Alfaia e Carmen Alves em um momento de descontração. 
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Fotografia de Mônica Prestes

Fotografia de Mônica Prestes.Jornal A Crítica, na Coluna do Gil Gente. Fotografia de Rubens Brito.
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Fotografia de Raul Cacheffo

Raul Cacheffo foi clicado pela Coluna do Gil Gente no Jornal A Crítica.
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Rubens Benzecry e João Braga Jr

Rubens Benzecry e João Braga Jr. foram fotografados para a Coluna do Gil Gente do Jornal A Crítica.
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Fotografia de Otávio e Jacqueline Câmara

Registro fotográfico do casal Otávio e Jacqueline Câmara para a Coluna do Gil Gente.
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Fotografia de Nillo e Milcia Braga Portela

O casal Nillo e Milcia Braga Portela aparecem em evento social e estampam a Coluna do Gil Gente.
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Fotografia de Karina Loch Terra

Em evento social na cidade, a bela jovem Karina Loch Terra aparece na página da Coluna do Gil Gente.
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Roberto e Marisa Cohen

Registro fotográfico do casal Roberto e Marisa Cohen para a Coluna do Gil Gente.
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Umberto Calderaro Filho e Waldomiro Lustoza

Fotografia do jornalista e fundador do Jornal A Crítica, Umberto Calderaro Filho e Waldomiro Lustoza. 
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Fotografia de Roseane Sahdo

O fotógrafo Rubens Brito registrou para a Coluna do Gil Gente, a bela Roseane Sahdo.
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Fotografia de Graça Makaren

Vando fez o registro fotográfico da senhora Graça Makaren para a Coluna do Gil Gente.
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A formatura de Dayse Sousa Lima Mêne

A coluna do Gil fotografou a bela Dayse Sousa Lima Mêne em sua formatura. 
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Flávio Brito Neto e Silvinha Brasil

A Coluna Gil Gente registrou o jovem e simpático casal Flávio Brito Neto e Silvinha Brasil. 
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Fotografia de Porfírio e Tereza Maria

O sorriso largo do casal Porfírio e Tereza Maria estampam a Coluna Baby do Jornal A Crítica.
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Fotografia da debutante Ana Cristina Péres

Antônio Menezes fez o registro fotográfico da debutante Ana Cristina Péres, em 1983.
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Casamento de Cristina Tupinambá e Ulysses Garcez Jr

Fotografia do enlace matrimonial dos noivos Cristina Maria Tupinambá e Ulysses Garcez Jr ocorrido em 1983. 
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Fotografia de Sandra Nicolau

Registro fotográfico de Sandra Nicolau na Coluna Baby do Jornal A Crítica.
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Fotografia de Carla Seffair

Barros fotografou a jovem Carla Seffair para a Coluna do Gil no Jornal A Crítica.
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Fotografia de Lúcia Teresa Assayag

Fotografia da senhora Lúcia Teresa Assayag para a Coluna Baby do Jornal A Crítica.
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Mônica Queiroz, a Glamour Girl 1983

A bela jovem Mônica Queiroz foi escolhida Miss Glamour em 1983.
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Foto do Senador Fábio Lucena

Registro fotográfico do senador Fábio Lucena que ocupou o cargo nos anos de 1983 a 1984. 
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Fotografia de Andréa Alves Gesta

Fotografia de Andréa Alves Gesta, na Coluna "Baby", publicada no Jornal A Crítica em 1982.
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Ely Paixão e David Benayon

Registro fotográfico feito por J. Rômulo, dos jovens Ely Paixão e Silva e Silva e David Benayon, no centenário Ideal Clube. 
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Casamento de Grace Lustoza e Antônio Rosário

O fotógrafo Jorge Saldanha fez o registro fotográfico do casamento dos noivos Grace Lustoza e Antônio Rosário ocorrido em 12 de junho de 1981, dia de Santo Antonio.
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Fotografia de Eloy Zappe

Fotografia do jovem Eloy Zappe para a Coluna Gil Gente.
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Fotografia de Andréa Nair Benigno

Andréa Nair Benigno com seu charme enche a Coluna Gil Gente do Jornal A Crítica.
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Fotografia do superintendente Ruy Lins

Registro fotográfico do superintendente da Suframa Ruy Alberto Costa Lins, para a Coluna Gil Gente. Ruy Lins é considerado o responsável pela expansão do Distrito Industrial de Manaus.
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Foto de João de Mendonça Furtado

Na fotografia tirada pra Coluna Baby do Jornal A Crítica, está o autodidata João de Mendonça Furtado que ocupou diversos cargos em sua vida profissional.
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Fotografia de Ana Cristina Figliuolo

Fotografia de Ana Cristina Figliuolo, no ano de 1982, filha do casal Nize e Cláudio.
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Fotografia de Octávio Mourão

Registro fotográfico de Octávio Mourão, para a Coluna do Gil "Gente" no Jornal A Crítica de 1982.
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Marco Aurélio e Analúcia

Registro fotográfico de Marco Aurélio e Analúcia. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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O artista Moacir Andrade em 30 anos de exposição

O pintor e escritor Moacir Andrade posando então em seus 30 anos de exposição.
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Fotografia de Lúcia Bonfim

Fotografia de Rubens Brito para a Coluna do Gil "Gente", publicada no Jornal A Crítica 1982.
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Fotografia de Ana Nascimento Guerreiro

Fotografia de Ana Nascimento Guerreiro, na então Coluna do Gil "Gente". Fotografia de Rubens Brito, publicada no Jornal A Crítica.
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Fotografia de Clay Said Benzecry

Fotografia de Clay Said Benzecry. 
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A beleza de Joyce Valente

Fotografia da beleza de Joyce Valente. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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Fotografia de Letícia Barbosa

Fotografia de Letícia Barbosa. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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O charme de Priscilla Loureiro

Registro do charme descompromissado de Priscilla Loureiro. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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Fotografia de Gina Cardoso Vasques

Registro fotográfico de Gina Cardoso Vasques. 
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Fotografia de Celeste Pereira de Sousa Lima

O fotógrafo Chicó fez o clique de Celeste Pereira de Sousa Lima para a Coluna do Gil Gente no Jornal A Crítica de 1981. 
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Casamento de Ana Luíza

Fotografia de Ana Luíza sendo levada no altar por seu pai Aurélio Andrade de Menezes. Jornal A Crítica, da então Coluna do Gil "Gente".
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Fotografia de Gisele Alfaia

Fotografia de Gisele Alfaia. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente"
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Fotografia de Verônica Wolffmann

Fotografia de Verônica Wolffmann, tirada pelo então fotógrafo Rubens Brito. Jornal A Crítica, Coluna do Gil "Gente".
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Fotografia de Kiko Xavier de Albuquerque

Fotografia de Kiko Xavier de Albuquerque. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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O charme de Petty de Araújo Lima

Registro fotográfico do charme de Petty de Araújo Lima.Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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Socorro Leite e Waisser Botelho na noite do preto e branco

Socorro Leite e Waisser Botelho na noite do preto e branco. Coluna do Gil "Gente" publicada no Jornal A Crítica.
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Jória e Amin Said no Novotel

Registro de Jória e Amin Said marcando presença no então Novotel, em uma noite de sábado.
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Alcirene Garcia na disputa do Miss Amazonas

Alcirene Garcia na disputa do Miss Amazonas. Coluna do Gil "Gente", publicada no Jornal A Crítica de 1980.
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Debutante Cláudia Melo Gonçalves

Fotografia da então debutante Cláudia Melo Gonçalves.
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Rosângela Ferrary e Costa Marques

Registro fotográfico de Rosângela Ferrary Ferretti e Geraldo Felipe Costa Marques Barbosa. 
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Foto de Waldemar Pedrosa Neto

Registro fotográfico do realce de Waldemar Pedrosa Neto. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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Fotografia de Lícia Roque da Cunha

Fotografia da beleza suave de Lícia Roque da Cunha. Jornal A Crítica, da então Coluna "Baby".
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O médico Platão Bezerra de Araújo

Registro fotográfico do então médico Platão Bezerra de Araújo.Jornal A Crítica, Coluna do Gil "Gente".
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A beleza de Luíza Maria Marques

Fotografia da beleza de Luíza Maria Marques. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente".
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Emília Barreto, Miss Amazonas 1980

Fotografia de Emília Barreto, Miss Amazonas de 1980.
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A simpatia de Carmem Mello

tografia tirada da então Coluna do Gil, contando a simpatia de Carmem Mello.
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Fotografia de Ana Paula Lins

Fotografia de Ana Paula Lins, na então Coluna do "Gil" Gente, publicada no Jornal A Crítica de 1980.
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Neila Michiles em noite hollywoodiana

Neila Michiles é fotografada pela objetiva de Rubens Brito no Mandy's Bar, em Manaus, na noite hollywoodiana em 01 de agosto de 1981.
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Concurso Rainha Caipira 1981

Competidora Roberta Mendonça Furtado do então concurso Rainha Caipira do Centro Educacional Dinâmico, 1981.
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Eunice Michiles e o presidente Figueiredo

Foto da senadora Eunice Michiles ao lado do presidente João Figueiredo.
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Moisés e Vânia Sabbá no carnaval

Moisés e Vânia Sabbá preparam-se para as folias de momo no Refugio, foto para a coluna do Gil "Gente" do Jornal A Crítica.
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Fotografia de Otto e Anita Fleck

Presença sempre marcante do casal Otto e Anita Fleck registrada para a coluna do Gil "Gente" no Jornal A Crítica de 1981.
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Casamento de Rosana Amazonas e Florindo Nascimento

Registro da então cerimônia de casamento de Rosana Pereira Amazonas e Florindo Silva Nascimento. Jornal A Crítica, Coluna do Gil "Gente".
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Fotografia da hostess Fátima Silveira

Registro fotográfico de Fátima Silveira, como hostess daquele dia para uma tarde só de mulheres. 
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Fotografia de Josué Filho

Foto de Josué Filho, que pode ingressar no PDS, para a coluna assinada por Hermengarda Junqueira no Jornal A Crítica de 1980.
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Euler e Ednéia Ribeiro no carnaval

Registro da presença de Euler e Ednéia Ribeiro nos então bailes de carnaval. 
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Janette Benzecry Serruya no carnaval do Verdecap

A presença e o belo sorriso de Janette Benzecry Serruya no carnaval do Verdecap. Jornal A Crítica, Coluna do Gil "Gente".
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Lourdes Buzaglo e Gilda Porto no Verdecap

Fotografadas para a coluna do Gil "Gente" em acontecimento social na Verdecap, as senhoras Lourdes Buzaglo e Gilda Porto.
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Teresa, Ester e Carmen

Foto das senhoras Teresa Guerreiro entre Ester Kolfman e Carmen Melo publicada na coluna do Gil "Gente".
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Geraldo Augusto e Maria Alcídia Marques Barbosa

Foto de Geraldo Augusto e Maria Alcídia Marques Barbosa publicada na coluna do Gil "Gente".
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Eduardo e Sandra Braga

Foto do casal Eduardo e Sandra Braga publicada na coluna do Gil "Gente", do jornal A Crítica de 1984.
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Casamento de Alberto Vila Lobos e Sissi Gonzalez

Registro do então casamento de Alberto Vila Lobos e Sissi Gonzalez.
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Roberto Tadros no carnaval da Refúgio

Foto de Roberto Tadros curtindo o carnaval da "Refúgio" publicada na coluna do Gil "Gente", do jornal A Crítica.
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Casamento de Yomar Destêrro e Elise Guerra

Registro do então casamento de Yomar Destêrro e Elise Guerra.
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Homenagem aos Wilson Lemos de Moraes

Os Wilson Lemos de Moraes sendo homenageados pelos Erasmo Alfaia na coluna Eles e Elas do jornal A Crítica de 1980.
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Waldenice e Anselmo Garcia retornados de Aruba

Foto do casal Waldenice e Anselmo Garcia após viagem à Aruba publicada na coluna do Gil "Gente", do Jornal A Crítica.
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Calixto, Cláudio Chaves e Paulo Russo

Foto do professor Calixto com os médicos Cláudio Chaves e Paulo Russo publicada na coluna do Gil "Gente", do jornal A Crítica, em 25 de março de 1984.
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Walter Steurer e Rui Barbosa de Araújo no Novotel

Foto de Walter Steurer e Rui Barbosa de Araújo almoçando juntos no Novotel.
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Gilberto Mestrinho, Manuel Ribeiro, Fábio Lucena e Paulo Jacob

Foto de Gilberto Mestrinho, Manuel Ribeiro, Fábio Lucena e Paulo Jacob.
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Chiquinho e Clícia Rodrigues no carnaval

Fotografia de Chiquinho e Clícia Rodrigues na então festa de carnaval na "Refúgio".
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Gaetano e Carminha Antonaccio no carnaval 1981

Foto do Gaetano e Carminha Antonaccio no carnaval do Casa Grande.
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Fotografia de Charleston Átala

Foto do Charleston Átala publicada na coluna do Gil "Gente", do Jornal A Crítica de 1980.
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Jayme homenageia a mãe Carmen Covas

A Sra. Carmen Covas foi homenageada pelo filho Jayme, com um jantar na nova residência do Vieiralves.
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Fotografia Carlos Eduardo Braga

Fotografia da figura pública Carlos Eduardo Braga, filho de Carlos e Dorotéia Braga.
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Fotografia de Otoni Mesquita

Fotografia do professor e escritor Otoni Mesquita publicada na Coluna “Baby”, do jornal A Crítica de 1982.
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Fotografia de Paulo de Atahyde Girardi

Paulo de Atahyde Girardi, homem de gestos e atitude irrepreensíveis - Coluna Gil Gente publicada no jornal A Crítica de julho de 1984.
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Lúcio Mauro e Amazonino Mendes

O gabinete do Amazonino Mendes contou com a presença do humorista Lúcio Mauro, encontro registrado na Coluna do Gil "Gente".
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A amargura de Kim Igrejas Lopes

Kim Igrejas Lopes amargurado com a derrota de seu amigo, Mário Andreazza, na convenção do PDS em 14 de agosto de 1984 - Coluna "Gil Gente".
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Almoço no Novotel de Walter Steurer e Rui Barbosa

Walter Steurer e Rui Barbosa de Araújo em almoço no Novotel - Coluna do “Gil Gente” publicada no jornal A Crítica de 1984.
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Fotografia de Gina Limaverde Araújo

A bela Gina Limaverde Araújo pousa para foto do colunista Gil em 1º de maio de 1985 - Colunismo Social.
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José Bernardo Cabral e Consuelo

Foto de José Bernardo Cabral e Consuelo publicada na coluna do "Gil Gente”, do jornal A Crítica de 1985.
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Sheila Bartolotti no Parque Aquático do ARNC

Foto de Sheila Bartolotti no Parque Aquático do Atlético Rio Negro Clube, publicada na coluna do "Gil Gente”.
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Esmeralda, Mariene e Nazaré

Registro de Esmeralda Barros, Mariene Ituassú e Nazaré Montesuma, então unidas em um encontro.
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Casamento de Octávio Câmara e Jaqueline Chagas

Registro do então casamento de Octávio Câmara e Jaqueline Chagas. 
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A debutante Ana Cláudia Figliuolo

Fotografia da então debutante de 1981, Ana Cláudia Figliuolo. A festa contou com muitos convidados no Jardim Uirapuru.
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Lenara e Oswaldo Gesta no Verdecap

O casal Lenara e Oswaldo Gesta posa, em clima descontraído, para a Coluna do Gil "Gente", publicada no Jornal A Crítica.
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Inês Benzecry na amostra de joias da H. Stern

Inês Benzecry fotografada para a Coluna do Gil "Gente" aguarda a amostra das joias da H. Stern, em tarde filantrópica.
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Fotografia de Necy Raphael da Silveira

Fotografia de Necy Raphael da Silveira. Jornal A Crítica, na então Coluna do Gil "Gente". Fotografia por Rubens Brito. 
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Baby Rizatto comemora os 9 anos do Programa “Nosso Encontro”

Baby Rizzato comemora os 9 anos de seu programa "Nosso Encontro". Páginas do caderno especial de domingo, do Jornal A Crítica.
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Moacir Andrade na Academia Amazonense de Letras

O pintor amazonense Moacir Andrade mostra sua obra "Uma vida de Artista" na Galeria de Arte da Academia Amazonense de Letras.
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José Lindoso, a filha Clara e Amine

Em comemoração aos dois anos à frente do governo, o Jornal A Crítica estampa em sua edição de 19 de março de 1981 a rotina do governador José Lindoso.
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Maria Tereza Guerreiro no Crocodilo’s Club

Fotografada para a Coluna do Gil "Gente", Maria Tereza Guerreiro participa da folia do carnaval em 1981 no Crocodilo's Club em Manaus.
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Fotografias dos colunistas, Gil e Carlos Aguiar

Os colunistas Carlos Aguiar e Gil foram homenageados pela Coluna "Baby" do Jornal A Crítica de Manaus.
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A mulher do ano, Amine Lindoso

Imagem de Amine Lindoso, homenageada pela coluna "Baby", do Jornal A Crítica, como a mulher do Ano de 1980. A coluna homenageou algumas personalidades amazonenses.
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O largo sorriso de Adriana Barcellos

Registro de Adriana Barcellos, então Miss Amazonas em 1981, e seu largo sorriso. Jornal A Crítica, Coluna "Baby".
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As mulheres da família Ituassú

Fotografia das mulheres da família Ituassú em um evento social em Manaus. Vemos então Santinha, Sukie e a neta Juliana.
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Belmirinho e Soraya Vianez

Foto do casal Belmirinho e Soraya Vianez publicada na coluna do Gil "Gente" publicada no jornal A Crítica de 1980.
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Encontro das senhoras Maluf, Figueiredo e Lindoso

Foto do encontro das senhoras Maluf, Figueiredo e Lindoso publicada na coluna do Gil "Gente", do jornal A Crítica.
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30 anos de união de Helena e Felipe Abraim

Foto de Helena e Felipe Abraim festejando seus 30 anos de casamento publicada na coluna do Gil "Gente", do Jornal A Crítica.
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Vista da beira de um rio

Vista da beira de um rio com embarcações nas águas. In: Vistas de Amazonas – Império do Brasil, [s. n.]. Albert Frisch.
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Vista de casas em Manaus

Vista de casas em Manaus com natureza. circa 1875 - Álbum Vistas de Manaus. Fonte: Brasiliana Fotográfica.
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Vista de ponte em Manaus

Vista da beira do rio e ao fundo, algumas embarcações. Álbum Vistas de Manaus. 1875 circa. Fonte: Brasiliana Fotográfica.
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Imagem do Igarapé do Correio

Imagem, em primeiro lugar, do Igarapé do Correio. Em segundo lugar, agumas construções.
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Imagem de um açaizeiro

Euterpe oleracea, mais conhecida como açaizeiro é uma palmeira bastante comum na região amazônica. Sua polpa é bastante consumida e o caroço limpo é utilizado para fazer artesanato.
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Vista da Rua Lima Bacuri

Vista da Rua Lima Bacuri, então localizada no centro da cidade.
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Imagem da Rua Saldanha Marinho

Vista Rua Saldanha Marinho, sentido avenida Eduardo Ribeiro. Além disso, vemos também na imagem as fachadas dos prédios antigos.
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Imagem da Rua Lima Bacuri

Imagem da Rua Lima Bacuri, localizada no Centro de Manaus. Podemos ver somente um caminho que os moradores usavam para chegar as suas residências.
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Imagem da Rua da Instalação

Na imagem da rua da Instalação podemos ver as fachadas dos prédios comerciais ali instalados.
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Imagem da Praça dos Remédios

Praça dos Remédios, sua referência mais antiga aparece na Planta da Cidade de Manaus, de 1856.
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Ponte da Cachoeira Grande ou dos Bilhares

Esta ponte teve diversas nomenclaturas, entre elas: Ponte da Cachoeira Grande, Ponte Prudente de Moraes ou dos Bilhares.
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Imagem da Ponte da Cachoeirinha

Ponte Benjamin Constant, também conhecida como Ponte da Cachoeirinha ou Ponte Metálica da Sete de setembro.
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Antiga Imagem da Avenida Eduardo Ribeiro

Na imagem vemos que a avenida Eduardo Ribeiro e as ruas adjacentes ainda não tem infraestrutura pronta.
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Panorama da Igreja da Matriz

Imagem do panorama da Igreja da Matriz que compõe o álbum Vistas de Manaus.
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Mercado Adolpho Lisboa em 1890

Imagem do Mercado Adolpho Lisboa, que compõe o álbum Vistas de Manaus.
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Jardim público e Prefeitura

Imagem do jardim público. Álbum Vistas de Manaus.
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Imagem do Instituto Benjamin Constant

Imagem do Instituto Benjamin Constant que compõe o álbum Vistas de Manaus.
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Igreja Matriz de Manaus

Imagem da Igreja Matriz de Manaus, também conhecida como Catedral Metropolitana de Manaus.
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Casas à beira do Igarapé do Espírito Santo

Na fotografia vemos a imagem de casas à beira do Igarapé do Espírito Santo no ano de 1890.
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Vista do Igarapé do Espírito Santo

Vista do Igarapé do Espírito Santo. Álbum Vistas de Manaus.
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Águas do Igarapé de São Vicente

Águas correndo no Igarapé São Vicente, isto é, pelo atual Bairro Armando Mendes.
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Palafitas no Igarapé de São Vicente

Em primeiro lugar, imagem das palafitas à beira do Igarapé de São Vicente. Em segundo lugar, a flora do local. 
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Imagem do Igarapé de Manáos

Imagem do Igarapé de Manáos que compõe o álbum Vistas de Manaus. Foto: George Huebner. 1890 circa. Fonte: Brasiliana Fotográfica.
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Represa Cachoeira Grande

Imagem de Cachoeira Grande que compõe o Álbum Vistas de Manaus. O local de entrada deste local fica na Ponte de São Jorge.
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Bueiro do Igarapé do Espírito Santo

Imagem do bueiro do Igarapé do Espírito Santo. Na imagem podemos ver em sua margem algumas casas cobertas com telhas de barro.
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Imagem da Avenida do Palácio

Imagem da avenida do Palácio, atualmente avenida Eduardo Ribeiro, principal artéria do centro de Manaus. Do lado esquerdo da foto vemos os fachadas dos antigos comércios da avenida.
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Vista urbana de Manaus

Vista urbana da cidade de Manaus do Álbum Vistas de Manaus. Foto: Albert Frisch. 1865 circa. Fonte: Brasiliana Fotográfica.
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Vista ribeirinha de Manaus

Vista ribeirinha na cidade de Manaus do Álbum Vistas de Manaus.
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Vista de um rio em Manaus

Vista de Manaus, com um rio e embarcações em volta. 
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Imagem do Rio Negro e sua vegetação

Imagem do Rio Negro, o maior afluente da margem esquerda do Rio Amazonas.
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Imagem de remadores bolivianos

Grupo de remadores bolivianos nas margens do Rio Madeira embarcando em sua canoa coberta de palha.
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Imagem de indígena no Rio Madeira

Imagem de um índio no Rio Madeira, que banha os estados de Rondônia e do Amazonas.
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Imagem do Igarapé de São Vicente

Imagem do Igarapé de São Vicente que compõe o Álbum Vista de Manaus.
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Imagem de barqueiros bolivianos

A imagem rara é de dois barqueiros bolivianos que atuavam como comerciantes itinerantes no Rio Madeira e foi extraída do Álbum Vistas de Manaus.
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Euterpe Oleracea: A árvore do açaí

A Euterpe Oleracea, o nome científico do açaizeiro. Palmeira bastante comum na Amazônia produz um fruto de cor roxa, muito utilizado na confecção de bebidas e alimentos.
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Dormitório do Estudante – do sonho à realidade

O Dormitório do Estudante, sonho de várias gerações, considerado impossível para alguns, mas que muitos sabiam se tornaria em realidade.
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Residência do coronel Ramalho Júnior

Depois de muito tempo passou a ser residência dos frades agostinianos. Na ala do primeiro plano (duas janelas) possuía uma capela muito frequentada, onde se realizavam missas.
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O fabuloso disco voador

O ‘disco voador’ mais famoso do mundo, neste pedaço do Brasil, que custa, apesar da alta do custo de vida, apenas cem cruzeiros.
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Esta tem o nome do homem

É a ponte ligando a cidade a um outro mundo, como parecia na época. Chamada de ‘Bilhares’ por causa do bairro próximo, na reta que conduz a Flores.
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Assim começam os soldados do Brasil

Assim começam os soldados do Brasil, para se tornarem sentinelas indormidas da Pátria. Primeiro exercício de convocado é a ‘ordem unida’.
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O jogo de dominó na Boate Salto Alto

Do pobre, do rico e do remediado. Em casas residenciais ou num boteco de subúrbio, o dominó é livre e atraente. Gostoso mesmo.
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Fachada do Seminário São José

Tudo começou quando dom João da Mata Amaral fundou o Seminário São José, construindo o pavilhão que aparece na foto, inaugurado a 20 de março de 1946.
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A guerra dividiu o mundo

Depois veio a Guerra, aquela grande que chamaram de ‘segunda’, e tudo quanto era nome alemão foi trocado, para garantir o nosso patriotismo.
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Igreja de São Francisco

Daí, a campanha que o padre Onias está encetando para comprar o terreno e construir uma nova Paróquia, que possa, na realidade, cumprir sua missão.
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É feio, mas é simpático – Usina Plínio Coelho

Visto assim, faz pensar até em camuflagem de algum engenho de guerra. Coberto como se fora um espantalho, para despistar.
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Recordações do velho Zé Pedrosa, Usina Alegria

Por ter sido um dos grandes proprietários de imóveis em nossa capital, merecida ter seu nome ligado a uma rua. Era o velho Zé Pedrosa [...]
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O Alto de Nazaré outrora Estrada de Nazaré

Pela esquerda de quem olha a foto é a Joaquim Nabuco, outrora chamada a Estrada de Nazaré. Os bondes da linha paravam aí [...]
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Era o botequim ‘A Sereia’

Este prédio tem uma história que o dr. Francisco Pereira da Silva se esqueceu de contar quando fez a apologia da revolução de 1930, na Câmara Municipal.
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A Igreja de São Benedito

Agora somente restam o casebre e o velho sino que durante anos chamou os fiéis do bairro da Praça 14 para os ofícios religiosos. Mantida pelo próprio povo, na rua Jonatas Pedrosa.
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São os Adventistas do Sétimo Dia

São os Adventistas do Sétimo Dia, que guardam o sábado e não o domingo. Na lógica de que não há segunda sem primeiro, e que, portanto, o sétimo dia [...]
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Monumento à abertura dos Portos

E o que muita gente não sabe é que por debaixo desse calçamento existe uma passagem (subterrânea, naturalmente), ligando o Monumento ao Teatro Amazonas e vice versa.
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O chapeuzinho e o avental são dispensáveis

A ausência de freguesia é devido à fartura. Ou falta de dinheiro também. Um aspecto parcial do Mercado, lá no pavilhão onde vendem porco e vísceras.
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Em fotografia para ser melhor vista

A Deusa Thêmis, a Dama da Justiça, que aí está, vem provar que precisa enxergar para decidir, e a balança deve pender sempre para o lado que tiver razão.
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O preço de um Palácio: 200 contos de réis

A residência era de um alemão, Waldemar Scholz, salvo engano, que ganhou muito dinheiro quando a borracha era o ouro negro e acendia charuto com nota de 500 mil réis.
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Apesar de veterano não foi o primeiro

Não sabemos se é uma história ou estória, mas dizem que ele foi feito para a guerra do Pacífico. Levando a presença da civilização aos pontos mais distantes da hinterlândia.
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O campo do General Osório

Não vamos falar do estádio construído em frente ao antigo quartel do 27º B. B., onde era uma praça cheia de mangueiras. O campo é o assunto.
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Aqui podia ser a capital da cidade

Não se pode negar que a Marechal já foi o pulmão, sem ter perdido de todo o seu cartaz, muito embora o progresso da cidade tenha dado condição a outras artérias nas adjacências.
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Jogo de bolinha agora é Turitis

Já não se joga mais a “casa”, e o “mata-mata”. Mas o triângulo ainda é conservado com algumas alterações. Não precisa ler a legenda, basta olhar a foto para sentir saudades.
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A segurança depende disso

Vamos chamá-lo então de rádio-farol, com as desculpas de um possível engano. Em quase todas as partes da cidade, à noite, nota-se, então, a sua presença.
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O Rio também faz parte da cidade

Embora as “catráias” do porto façam lembrar os portugueses, muitos nativos fizeram seu meio de vida. No transporte de pessoas ou bagagens, do “roadway” para os navios ou vice-versa.
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Já foram úteis e agradáveis, as chatinhas de rodas

É gostoso de se ver e já foi também de se andar, como passageiros ou tripulantes. No tempo em que as águas dos rios do Amazonas tinham poesia.
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Assim como em muitas partes

A meninada bate bola, no preparo dos craques do futuro. Um “racha” danado, com homenagens ao Pelé, Gilmar, Amarildo e outros bicampeões do mundo.
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Vila Rosas do comendador Joaquim Gonçalves de Araújo

Hoje apresentamos a fachada da fábrica, do edifício principal, uma arquitetura bonita, ao estilo da época." O prédio “Vila Rosas”, tinha tudo. Montada em pedra para durar.
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De utilidades domésticas através dos anos

Não interessa muito, pois o personagem é o velho amolador ambulante com seus movimentos sincronizados, tal qual uma máquina.
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Do piano ao colchão de molas

são carregadores do porto, o que equivale a raio de ação entre o portaló do navio até o portão do “roadway”. Daí em diante, o negócio é diferente.
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Igreja Salesiana Dom Bosco

Na praça que tem seu nome e que já foi “Heliodoro Balbi”, ergue-se a igreja de Dom Bosco, mostrando onde se iniciou a grande obra da consagração salesiana.
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Os incorrigíveis empinadores de papagaio de papel

O menino da foto é um exemplo daquilo que todos nós somos e que muitos ainda hão de ser: incorrigíveis empinadores de papagaio de papel, sem distinção de cor, credo ou posição social.
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Muito bem andou quem o chamou de “cá te espero”

Em todas as partes da cidade ele está sendo vendido, sujeitando-se à exploração do câmbio negro, que a SUNAB está tentando evitar. A preço mais razoável ao povo, vendendo-o.
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Há mais de quatrocentos anos um confrade já dizia

Não distraiam as vistas assim olhando para o resto da paisagem, admirem bem o mamoeiro e concordem que tinha razão o sujeito que chamou este país de essencialmente agrícola.
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Ficou tudo na boa intenção e no início das obras

Depois de vários anos houve um movimento, sadio como todos os bons movimentos, para dar ao Amazonas uma nova Escola de Aprendizes Marinheiros.
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Vista das Pontes do bairro de Educandos

A primeira é a Ponte Ephigênio de Salles a segunda é a Juscelino Kubitschek. De linhas arquitetônicas e estruturas completamente diferentes porém sólidas, as duas pontes atestam duas épocas.
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Os apelidos engraçados

O futuro, para todos eles, é uma incógnita, mas, enquanto isto, se divertem no campinho da sede do Nacional e se sentem uns futuros heróis dos gramados, quase uns campeões do mundo.
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Paris perdeu um pedaço do seu fulgor

Desde o pandeiro até o piano, saxofones, baterias, tambores, pistões, flautas, clarinetes e trombones. De tudo, desde o instrumento de origem estrangeira até o nacional da fábrica “Veril”.
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O dono da casa é o dono da rua

Casa simples, de taipa socada, no bom estilo do século em que foi construída. O dono era o velho Antônio Barroso, primeiro morador do caminho, depois travessa e atualmente Rua do Barroso.
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A cidade, prima pobre da outra a flutuante, aguarda a cheia do rio

É a prima pobre da outra, a flutuante. Anualmente cai na lama, num desespero tremendo. Só conhece o lado ruim da vida e, por isso mesmo, é assim tristonha.
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Patronato Profissional Santa Terezinha

Com a chegada das irmãs da congregação Salesiana, vindas do colégio Nossa Senhora Auxiliadora que anunciaram que iam ensinar o catecismo às meninas e construir um colégio.
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Cela da Penitenciária Central do Estado

Não imaginamos se aumenta o suplício ou é um paliativo para o sofrimento. Se foi feito como distração ou um modo singular de penitência, um lembrete de que a vida aqui fora é muito melhor.
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Instrumento de subir e descer, também

Toda em madeira de lei, envernizada, é encerada diariamente. No comum para subir e descer, que é a principal do Palácio Rio Negro.
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O panorama do alto é visto melhor, Palácio Rio Negro

A gente sabe que é assim, pela topografia do terreno (gostaram!?) e outras imaginações. Mas, de memória, dificilmente se conseguirá reconstruir.
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Um “entala gato” muito concorrido

Tem freguesia certa e até selecionada. Fazem fila pra comprar e não raro encosta um carro, de placa particular, pra uma compra ligeira. O negócio vai aumentando e os compradores também.
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E o circo chegou – novo circo americano

Grandes circos já nos visitaram, armando suas lonas na Praça Pedro II (onde está o então, IAPETEC), na Praça da Saudade, na Cachoeirinha, na Praça 14 ou no terreno da Capitania.
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Antiga Penitenciária da Sete de Setembro

Lá por dentro é muito diferente, com as celas, entre elas a célebre 25. Corredores sombrios, guardando muitos mistérios, histórias que nunca foram contadas e que é bem melhor nem tocar.
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Dos tempos do comendador

E a foto representa a entrada, da fábrica Brasil-Hévea, agora de outros donos. A fábrica em si, foi um monumento à civilização e ao progresso. Não beneficia somente borracha e castanha.
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De tão velho ninguém liga muito pra ele

Manaus era muito menos Manaus do que é hoje, mas Adolpho compreendeu que por mais “mixuruca” que seja uma cidade tem que ter um mercado. E tacou a fazer à altura de nossa população.
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Elevador dos Correios e Telégrafos

Não sabemos se ele é o ascensor ou elevador, por ignorância completa da ética do estilo que regem esses depósitos de conduzir gente e carga também.
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Ainda é tempo de salvar o prédio

Na esquina da Instalação com a Saldanha Marinho, lado da praça Dom Bosco, ergue-se o casarão da foto. Já foi Delegacia Fiscal. Com frente para a Itamaracá. Tem seu passado, tem sua história.
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Demolição da antiga agência do Banco do Brasil

Deixando recordações da Manaus antiga, que tinha orgulho do prédio do Banco do Brasil. Muitos discordam de ter vindo a baixo o que já se convencionara ser um monumento da cidade.
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A velha rampa do mercado

Onde se compra mais barato e também, às vezes, acima da tabela. A praia das noites de luar, bem concorrida e alegre, à luz das lamparinas, quando no tempo da melancia.
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A onça e o jacaré, na piscina do quartel

E o jacaré assim parado, espera a chegada da onça que o pega pelo rabo. O jacaré foi perdendo seu prestígio, até ser pego vivo, para ser transformado em bolsas, sapatos, cintos e pulseiras.
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Um recanto do Éden, igarapé do bairro de São Jorge

A foto não foi tirada no Éden. E sim tirada no Igarapé do bairro de São Jorge. Os moradores das proximidades também encontram beleza na natureza, verde na mata e paz no ambiente.
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Imponência que dignifica e engrandece

A deusa Themis, de nosso Templo de Justiça, tem muitas histórias para serem contadas. A de um jovem que escalou as colunas e chegou até lá, arriscando a vida, para vendar-lhe os olhos.
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A vida como ela é – era um moço forte

Depois de bem amarrado, fazem a experiência, verificam, que tudo foi bem feito. E vem a operação, assim, sensacional. De braços e mãos presos, o homem vai afrouxando os nós das cordas.
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As feiras livres em Manaus

Aqui nesta heróica cidade, elas apareceram com um prefeito, Emanuel de Moraes e fizeram furor. Reunindo agricultores de Manaquiri, Careiro, Cambixi e outras regiões circunvizinhas.
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Alguém já disse que o folião é um estado da alma

E foi-se o Carnaval, como sempre deixando um milhão de saudades. Agora é cinzas. Logo, o simbolismo marcante na alma de um povo pobretão e com poucos momentos de felicidade.
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Ela conta as alegrias da cidade

Desfile escolar bota estudante nela. Parada militar traz soldados para desfilar. Passou pela Avenida todo mundo corre pra ver. Ou seja, é aqui onde se faz o carnaval de rua da cidade.
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Folias carnavalescas -1964

É hoje, domingo, segunda e terça! Quarta-feira não tem mais. Aproveitem as “folias carnavalescas-1964”, e gritem com Rei Momo: conosco ninguém podemos!
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Carnaval também tem disso

Quando a moçada cansa é porque a festa acabou ou no salão o negócio está de lascar. Roupa colada ao corpo, bem molhadinhas, elas procuram um pouco de ar, nas janelas
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A Rainha do Carnaval do Sul América

Para a bonita rainha que ornamentos a foto dos dois, a explicação mais exata seria esta: acidente, ou incidente, de trabalho e estamos conversados.
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E mora gente aí – visão para distrair o leitor

Quando o rio encher, fica incorporado a “Cidade Flutuante”, somando-se aos inúmeros cubículos de seu modo e feitio que proliferam pelas redondezas.
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Dentro da água também se brinca

Essa animação toda, com uns mergulhos acontece nos balneários da cidade, com cenas que se repetem idênticas a esta de domingo último, no Guanabara Clube de Campo.
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Venha de “sujo”, mas brinque o carnaval

Fantasia é coisa que se arranja, e, depois de “umas na cara”, vale tudo. Pinte-se, ponha uma saia, enrole a cabeça. Venha de “sujo”, mas brinque o carnaval.
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Já chegou o carnaval, a festa do povo

E o Carnaval chegou, a festa do povo, sem igual, absoluto. Invadindo a alma do brasileiro, que larga até o futebol e o jogo do bicho, para ficar apenas com uma destas três tradições.
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Alguém ainda entra pelo cano

Levando o precioso liquido a centenas ou milhares de residências. Alinhamento perfeito. De perto, também são agradáveis, principalmente quando se recorda o fim que terão.
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O Castelo da Vila Municipal

A história do castelo, em si, perde valor, comparada ao homem que ali construiu seu lar. Assim, o castelo do coronel Auton Furtado, a grandeza do próprio homem.
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Vasco Farias, sem ser artista, vive de cinema

Para contentamento de seus amigos, que o querem, pelo menos, centenário. Com os “parabéns para você”, a nossa homenagem. Que sabemos ser de toda a cidade, que quer o seu bem.
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Dos tempos em que mentira era potoca

Manaus já teve coisas belas em seus parques e jardins. O tempo e os homens fizeram desaparecer, restando alguns remanescentes para agradar um pouco a paisagem e fazer relembrar o passado.
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Daqui sai a água para a cidade

Reservatório da Castelhana. Deve ter uma história justificando o nome. Sua idade avançada é digna de uma aposentadoria. Mas ele teima em servir ao povo, às vezes bem, às vezes mal.
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De circo, futebol e apartamentos

E o edifício do IAPETC aí está, sem até hoje se encontrar explicação para o gesto do dr. Newton: fez o prédio e nunca apareceu por aqui, para pedir votos.
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É natural que o efeito agrade sem lembrar os andaimes do edifício

Luís Bacellar tinha "livro custando um mil cruzeiro distribuído pela livraria São José, do Rio de Janeiro", era poeta reconhecido em Manaus.
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15 anos da Fundação do Jornal A Gazeta

Um vespertino que nasceu grande, pois sabia de sua missão. Ocupando nestes 15 anos de relevo na vida de todo o Estado, com lutas e vitórias.
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Ele toca viola de papo pro ar

Pela casa que fez, aquela de arquitetura baseada em tábuas e muito prego, que fica ali no Igarapé de Manaus, dominando a Major Gabriel e a Ipixuna, lá em baixo atolados na lama.
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Altos da Guarda Moria da Alfândega

Pelo lado esquerdo um pedacinho da Alfândega e os altos do correio e o edifício em construção da Lobrás, mais pomposo e mais moderno. O marco do centenário da cidade e o “Abrigo Pensador”.
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São Sebastião Guerreiro militar

Não sabemos como veio para o Amazonas para se tornar no ritual tão conhecido na capital e no interior do Estado, como a Festa do “Pau do Santo”.
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Morar embaixo da ponte tem suas vantagens

Antigamente era endereço de quem não tinha residência" mas os flutuantes foram chegando à cidade grande e invadindo os igarapés.
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Lágrimas, refrigérios, lenitivos

As colunatas circulavam toda a praça pela Ramos Ferreira, Ferreira Penna, Epaminondas e Simão Bolívar. De tão bonita que um dia levaram Tenreiro Aranha para o centro do logradouro.
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Vista do roadway da Manaus Harbour Limited

Como ponto pitoresco não chama mais a atenção do povo para as visitas principalmente nas tardes de domingo. E o velho “roadway” de tão velho e abandonado vai acabar pedindo aposentadoria.
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Catraia já foi transporte coletivo

E o catraieiro com suas falas batendo na água, movimentando a pesada catraia que apesar do progresso ainda vão da Rua dos Andradas ao Educandos.
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alegria dos menores na pesca do caniço

Quando a sorte ajuda, dá mais de uma “enfiada”. O flagrante, se saísse num postal de turismo, estaria “depondo contra os nossos foros de cidade civilizada”.
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Também pode ser chamada palafita

De perna de pau mas próprias do nosso entender. Quando o rio enche são gostosas para os passeios de canoa, a pesca mesmo da janela da casa, os mergulhos.
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Fábrica de Cerveja do Miranda Corrêa

Nada de Antártica ou de Brahma. A cerveja que bebíamos era feita em casa, muito nossa, embora o levedo e a cevada fossem importados. A água era a do Rio Negro mesmo.
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Luxo, conforto, comodidade: Hotel Amazonas

Por fim, o hotel aí está. Com novos donos, mas o mesmo luxo, conforto, comodidade. E com quase 80 por cento da população conhecendo-o apenas “de vista”.
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Em fila indiana para o álbum da família

Sorridentes e felizes que o material é bom e de fácil venda. Na foto alguns vendedores de jornais em fila saindo para executar seu trabalho.
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Matagal assinala tristeza e abandono

Em seus áureos tempos, teve direito até a placa de bonde. Foi Velódromo e Parque Infantil Ribeiro Júnior e em 1964 encontrava-se abandonado.
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Fiat lux! E a cidade ficou mais bonita

À noite o espetáculo é mais alegre. Muita luz, mais alegria. Antes de ser “O Guarany”, foi o “Alcazar” e não sabemos o que era antes.
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Casa de força e luz do Cinema Ypiranga

A parede é da casa de força e luz do Cinema “Ypiranga”, no bairro de Cachoeirinha. Para os lados do Conjunto Residencial “Juscelino Kubitscheck”.
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Prédio do Piquete da Cavalaria da Força Policial

Foto do prédio do Piquete da Cavalaria. Foi daí, que Dico Tavares saiu na terça feira de carnaval para a batalha campal onde houve tiros com mortos e feridos.
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Personificação viva do Amazonas, Plínio Ramos Coelho

Foi constituinte em 1947, deputado federal de 1950 a 1954. Foi governador eleito em uma das campanhas cívicas de maior brilho de nossa história.
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Apesar dos pesares, ainda é riqueza

O flagrante é recente, atual. Mas poderia ser do início do século, que em nada mudaria. Ou melhor, os homens que trabalham seriam outros mas a maneira da tarefa permanece a mesma.
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“Seu” Francisco de frente e de perfil

Seu Francisco carrega o instrumento de trabalho, pois é funcionário do Departamento de águas, é encanador. A chave serve para enroscar e desenroscar.
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Eis aí um artista – Afrânio Mavignier de Castro

O pintor, escultor e desenhista Afrânio Mavignier de Castro foi destaque na coluna A Cidade em Foto por seus trabalhos e sua vida dedicada a arte.
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Igrejinha do Pobre Diabo

Ela sempre foi assim, simples e bonita. E branca, com muita alegria. Primeiro, estava sozinha, poucos vizinhos, com umas casinhas na parte de trás. Tem uma história e uma estória.
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Assim como muita gente

O da foto prepara-se para pastar em plena Eduardo Ribeiro, pertinho da Sete de Setembro. Em sua humildade não percebe o tráfego e o sinaleiro e muito menos o local.
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Nasceu Jesus lá em Belém

Com ajuda do atual diretor, dr. Ribamar Coelho, o guarda Macário preparou o presépio, onde, com sua arte, tenta reproduzir, de acordo com sua imaginação, a Belém da Judéia, onde nasceu Jesus
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Coreto do Jardim da Praça Heliodoro Balbi

Ambiente bem brasileiro, que só é cidade quando possui um jardim e um coreto. O coreto da foto, localizado na Praça Heliodoro Balbi ou da Polícia é uma das tradições de Manaus.
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Uma paisagem bucólica pertinho da Ponte Cabral

De madeira de lei, sem medo de cupim, fica pertinho da Ponte Cabral. Do ponto de ônibus, da rua ou das janelas das casas circunvizinhas, a gente enxerga, pensando às vezes que é um pombal.
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Eis aí o nosso guia – o relógio da Avenida

Certo ou errado, com diferença de minutos, adiantado ou atrasado, é ele que tem a obrigação de marcar a hora certa, oficial para toda a cidade em 1963.
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Manaus avista Manaus do alto do Teatro Amazonas

De todos os estilos. Do bangalô à residência senhorial. Sem preconceitos. O gigante de cimento armado, avançando assim, para os céus, não diminui os seus vizinhos menores.
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Assim fizemos cem anos

Contracenando com a Igreja da Matriz, a praça e o ônibus, um retrato do governador Plínio Coelho. Outros homens, outras épocas. O marco é de 1950, de um 5 de setembro.
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Entrada principal do Instituto Benjamin Constant

Verdadeira obra de arte, de arquitetura e escultura. Quando os operários eram artistas e colocavam assim, a alma em seus trabalhos. Sem salário mínimo, previdência social e direito de greve.
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A chaminé da Manaos Improvementes

Nunca foi de fábrica ou coisa que o valha, pois a missão que lhe competia era bem diferente. A chaminé era da empresa, Manaos Improvementes.
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Os antigos ônibus cara chata

E os coletivos foram aumentando e tomando conta da cidade. Começaram com passagens a dois cruzeiros e hoje já está a 30. Mas sem esquecer o “Zepelim” feito pelo Barata e vendido ao Moleiro.
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Como nos contos de fadas

Dia virá em que o progresso na sua ânsia de mudar tudo, acabará com o Palacete. Sim! O Palacete, um dos poucos que ainda restam, de uma época faustosa que fez de Manaus a “Cidade Risonha”.
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A cachoeira da Companhia de Eletricidade de Manaus

Não tem a potência hidráulica de Paulo Afonso ou de Sete Quedas. Na verdade, nem potência tem, nem cachoeira é.
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O vale do esquecimento

São os visionários, que veem tudo azul. Mas existem os céticos, prevendo para breve uma invasão de flutuantes. Boiando no inverno; encalhados na lama, nas vazantes.
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Decreto do doutor Presidente

O Decreto do doutor Presidente trata sobre o horário de verão. Os relógios devem ser avançados em uma hora. O dia começa mais cedo e acaba também.
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Sempre aos domingos no campo do Luso

Quando os cavalos abandonaram o Parque e começaram a aparecer as primeiras casas do Beco do Macedo, matando os pés de araçá, começaram também as primeiras “arquibancadas” a domicilio.
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Garbo, presteza e eficiência

Quando a ordem era perturbada, a patrulha saia reforçada, com soldados de dia à “companhia”, ou da própria guarda do quartel. O Regulamento Disciplinar do Exército era o manual da patrulha.
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Velha Praça João Pessoa, atual Praça da Polícia

Os nossos ilustres legisladores municipais tem um jeito próprio para mudar os nomes das coisas e quebrar velhas tradições, que são históricas da cidade. E as crianças brincando na praça.
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De tudo, apenas um vazio

Na casa do local citado foi instalada oficialmente a Província do Amazonas, com Ata e tudo, uma história (com H mesmo) para ser cantada pelo professor Mário Ypiranga em tempo oportuno.
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Pavilhões da antiga sub usina da Manaus Tramways

O velho poste de ferro da “Companhia”, abandonado, formato em cruz, num simbolismo gritante. E o contraste do outro, de cimento armado, com suas cruzetas simétricas.
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Imagem de Cristo Rei na Praça dos Remédios

Os navegantes ou transeuntes, ricos e pobres, sem preconceito de raça, cor, credo político e religioso, se sentem pequeninos. Ele é onipotente, de braços abertos, para proteger os humildes.
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Jornalista Rogaciano Leite

De quando em vez é visto nas ruas de Manaus. O que o torna um cidadão desta capital. Tão nosso quanto de qualquer lugar, que os poetas não conhecem fronteiras. E os jornalistas também.
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Placa de venda de lotes de terras na estrada do Japiim

Fica na margem da estrada do Japiim, no bairro da Raiz, com saída e entrada pela Cachoeirinha e Ponta Pelada. Quando a cidade crescer, mais um pouco, ficará pertinho do centro.
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Flutuantes fora da cidade dos ditos

Flutuantes do Igarapé de Manaus, vistos de cima da Primeira Ponte, tendo como horizonte a margem do Educandos, também cheia deles em 1963.
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Rodinha intelectual da Avenida

Chova ou faça sol, eles se reúnem, diariamente e pela manhã, para o bate papo. O cafezinho é apenas para a ocupação da banca e suas cadeiras.
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Os filhos (oficiais) de Candinha: na intimidade Herculano e Josa

Um veio do Maranhão; o outro foi e voltou. Ambos vivem do riso e algumas vezes das lágrimas dos outros. Fazem imprensa. O de gravata gosta do traje esporte; e sim ele prefere o paletó.
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Portão do Parque Amazonense

Um pouco do passado de uma cidade gostosa. Com corridas de cavalos no Parque Amazonense, onde está o portão. O progresso chegou transformando o local. O portão ficou, agora bem estragado.
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O Jahu, sozinho! Era um homem trabalhador

Vendia mungunzá. Tinha uma campainha, espécie de sirene, pedindo assim, passagem. Depois veio a cegueira. Fechou o negócio. Passou a pedir. Não se acabrunhou.
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Ora, direis, isto é passado: os bondes de Manaus

O velho bonde na foto da empresa The Manaos Tramways and Light Co. Ltd, deteriorado, abandonado, perdido lá na sub-usina da Cachoeirinha em 1963.
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Reunião dos engraxates mirins

Sempre sorridentes e pacientes, que a profissão assim os obriga. As reuniões são comuns no meio da rua. Discutem problemas da classe e elevam, sem memorial à COAP, o preço do trabalho.
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Onde se lava a roupa suja, em águas de igarapé

Em Manaus, ano de 1963, o ditado “roupa suja se lava em casa” não funcionava muito bem, isso era geralmente feito em águas dos igarapés.
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Miséria às vezes tem comodidade e placidez

Ela sentou-se placidamente num lugar qualquer do mercado grande e na vista de todos promoveu sua refeição, colhida ali mesmo, de corações generosos.
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O espanto faz parte do negócio

Nem ele se assustou com o fotógrafo, nem está com medo da polícia, que o negócio é legalizado, títulos ao portador, e demais quejandos exigidos num empreendimento sério.
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As crianças que frequentam o Matadouro

Fotografia de algumas crianças que frequentavam o matadouro público e lavavam as tripas e outras vísceras e que se alimentavam ali mesmo, numa refeição ligeira mas nunca passageira.
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Até o orgulho acabou – Parque 10 de Novembro

Tudo isto acabou, embora ele ainda resista, no abandono a que foi relegado, pois é amazonense da gema, de um glebarismo maravilhoso. Teimoso, portanto. Não foi esquecido de todo.
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Era uma vez um palácio encantado

O grande edifício abandonado que o povo batizou de "Solar dos urubus", localizado num dos pontos mais bonitos da antiga Vila Municipal.
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Lojas Brasileiras de Preço Limitado

O grande edifício sendo edificado, que antes era a loja "4.400" ou "Bazar das Novidades", passou a ser denominado "Lojas Brasileiras de Preço Limitado".
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Então você não sabia? receita do Tacacá

A receita é igual as outras: tem goma bem cozida, tucupi do bom, pimenta malagueta ou murupi, jambu. O gosto porém é diferente. Um sabor que faz a moçada preferi-lo, e os mais velhos também.
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Bom gosto (às vezes) é privilegio

O cidadão que admira não é um caso isolado. Em questão de bom gosto estamos com ele, com grande parte da população, e com o artista que preparou a vitrine. Nada entulhado. Discrição.
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Travessa Tabelião Lessa

As vendas não legalizadas de feirantes na Travessa Tabelião Lessa, ao lado do pavilhão do peixe do Mercado Municipal em 1963.
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O pintor Moacir Andrade conhecido em todo o país

Tem talento, concentrados nas mãos, no cérebro, nos olhos. Mãos que pintam, cérebro que imagina coisas bonitas, olhos que sabem ver o que os mais cegos que os próprios cegos não enxergam.
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Cartão postal para turismo abstrato

Tem leme, proa, passadiço, aviso aos navegantes. Mas não é navio. Também possui telhado. Em seus seis andares, um pouco de majestade sobre os humildes flutuantes da margem oposta.
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Impávidos e aguerridos eles são os donos da calçada

Coluna do Jornal A Gazeta retratando os vendedores ambulantes e o seu ponto preferido em Manaus na época: a rua Marquês de Santa Cruz.
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Evite que alguém lhe pise os calos!

De tesourinha, pinça e muita habilidade. Em poucos minutos o provável leitor estará curado pelas mãos hábeis do calista ambulante. Na vista de todos ele opera o milagre.
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Construção da Igreja de São José Operário

Coluna A Cidade em Foto dedicada a grandiosa construção da Igreja de São José Operário pela congregação salesiana em Manaus.
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Uma nova profissão: a de vendedor de picolé

Conheça a profissão que, bem trabalhada, era rendosa, dando a média de três cruzeiros de lucro em cada picolé vendido pela cidade de Manaus em 1963.
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Para onde vai o trânsito?

O sinal pintado no asfalto da Avenida indica o contrário. Qual o certo: o risco ou a placa? Por fim, por via das dúvidas ficamos de longe, para evitar colisões.
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O comércio de Manaus e a crise da Borracha

O comércio fechou as portas e pede ajuda a União, tudo por causa da crise da borracha que afeta o Amazonas. Segundo o Zé Povo o culpado pela situação é o governador Jonathas Pedrosa.
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Intervenção Federal no Amazonas

Na charge podemos observar a mão que segura o porrete representa a tão esperada Intervenção Federal no Amazonas. Tudo por causa da crise da borracha que também sufoca o Estado.
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Boato da “Renúncia” de Jonathas Pedrosa

Instantâneo a lápis da Revista O Malho mostrando a alegria da população amazonense pela suposta renúncia do governador Jonathas Pedrosa.
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Greve em favor da Borracha

Na charge do O Malho segundo o Zé Povo, tanto os comerciantes quanto o governador estão cegos. Eles iniciaram uma greve e exigem que o governo federal compre toda a borracha.
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Charge sobre a crise no Amazonas

Na charge do O Malho, Rivadavia, Hermes e Zé Povo conversam assim sobre a crise que está afetando o Amazonas. Por causa da crise o comércio fechou as portas.
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A crise da borracha no Amazonas e Pará

Em primeiro lugar na charge da revista O Malho, mostra como os governadores do Amazonas e do Pará agiram perante a crise da borracha.
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A “Reforma” da Constituição do Amazonas-1913

Na charge da Revista O Malho, lado esquerdo, podemos ver a figura da "justiça" sendo agredida pela nova Constituição do Amazonas.
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Empresas estrangeiras pedem indenização

Na charge do O Malho as empresas estrangeiras Manaus Markets e a Manaus Improvements pedem indenização ao Estado do Amazonas após extinção de seus contratos.
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Alguns membros da Força Policial do Amazonas

Na fotografia estão alguns soldados que participaram da invasão do quartel da Força Policial em 15 de junho de 1913. A invasão ocorreu porque alguns membros se amotinaram.
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Charge sobre a politicagem em Manaus

A charge do O Malho é sobre a politicagem que reina em Manaus. Os comerciantes tiveram que fechar as portas por causa dos tiroteios que estavam acontecendo na cidade.
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Família reunida na fazenda Cantídia

O Malho revela o piquenique de diversas famílias na fazenda Cantidia, do coronel J. Alves Júnior, que ficava localizada na Colônia Oliveira Machado.
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Liga de Proteção à pobreza ajuda os desvalidos

Na fotografia tirada na frente do Conservatório de Música, podemos ver as pessoas que aguardam para receber as doações feitas pela Liga de Proteção à Pobreza.
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Os progressos da politicagem

Num telegrama enviado de Manaus, constava em seu conteúdo que um grupo armado assaltou a casa do vice governado do Estado do Amazonas.
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Associados da Liga de Proteção à Pobreza

Na imagem podemos ver os Associados da Liga de Proteção à Pobreza presidida pela senhora Isaura C. Menezes Costa tendo a seu lado as outras integrantes da diretoria.
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Ataques ao governador Jonathas Pedrosa

A figura do governador Jonathas de Freitas Pedrosa sendo atacado por uma nuvem de mosquitos, faz referência a todos os ataques sofridos pelos governadores que ocupam o cargo.
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Charge sobre a revolta do Amazonas

Na charge sobre a revolta do Amazonas, O Malho mostrou que os personagens, governador Jonathas Pedrosa e seu vice Guerreiro Antony, fugindo das forças federais.
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Eleição ao Senado Federal, 1913

Na charge do O Malho aparecem a figura de Jonathas Pedrosa, governador do Amazonas, o Zé Povo e saindo de uma urna o boneco do dr. Barbosa Lima, candidato ao Senado Federal em 1913.
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Charge Sobre a Crise da Borracha no Amazonas

O Zé Povo, criado pela Revista O Malho, em conversa com o então governador Jonathas Pedrosa pergunta sobre a crise da borracha no Amazonas.
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Grupo em defesa da borracha em Manaus

Na fotografia do O Malho aparecem o grupo em defesa da borracha em Manaus que segundo o rodapé da foto, desfrutam de oito mil contos de réis. 
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Charge de Jonathas Pedrosa

Charge do governador Jonathas Pedrosa conversando com o Zé Povo. Ele pede que o governador seja melhor que os anteriores. Não persiga seus opositores e nem traia seus deveres.
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Jonathas Pedrosa deixa o Senado Federal

No O Malho Jonathas Pedrosa aparece conversando com Zé Povo sobre sua saída do Senado para governar o Estado do Amazonas. Zé Povo apoia Pedrosa e pede que faça o melhor por esta terra.
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A deposição do governador Bittencourt

O título da charge do O Malho fala que pau que nasce torto... Diz respeito a deposição do governador Antonio Bittencourt incitada por Sá Peixoto, vice governador do Amazonas.
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Família reunida em Paricatuba

Fotografia extraída do O Malho mostrando a família do coronel Rufino. A reunião foi realizada em Paricatuba em sua fazenda localizada a 30km de Manaus, às margens do rio Negro.
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Empastelamento do Jornal O Conservador em Itacoatiara

Imagem retirada do O Malho onde aparece a máquina de prensa do Jornal O Conservador que fora empastelada em 3 de outubro de 1912. A motivação para o ataque ao jornal foi política.
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Típica habitação do extremo norte

Na fotografia estão os moradores do barracão, típica habitação do extremo norte. O local é na Barra do Javary, no Estado do Amazonas e a propriedade pertence ao coronel Santa Cruz.
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Edifício do Hospital Militar construído em 1808

Edifício do Hospital Militar construído em 1808. Segundo informações o edifícil foi construído no local onde existia um antigo cemitério de indios.
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Bittencourt indicado ao Senado Federal

Dá cá, toma lá... o governador do Amazonas Antonio Clemente Ribeiro Bittencourt, aderiu novamente aos Nery, em troca de uma cadeira no Senado Federal.
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Charge sobre a política Amazonense

Na charge do O Malho, o Zé Povo fala que não imaginava que o governo do Amazonas se rendesse tão facilmente aos Nerys.
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Coronel Leopoldino de Parintins

Na edição do O Malho destaca-se a fotografia do Coronel Leopoldino, tipo popular, morador do município de Parintins, cidade conhecida como Tupinambaranda.
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Estabelecimento comercial Arapuca

Na imagem podemos ver o barracão denominado de Arapuca, coberto de palha. O estabelecimento pertence ao senhor Marcellino Leite e estava localizado em Carapanatuba, no Rio Madeira.
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Funcionários da Casa de Detenção de Manaus

O Malho recebeu esta fotografia onde aparecem os funcionários da Casa de Detenção de Manaus no ano de 1912. Em 1928 a Casa de Detenção passa a se chamar Penitenciária do Estado.
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A Oligarquia Nery no Amazonas

Na edição especial da Revista O Malho de setembro de 1952, em comemoração aos 50 anos de sua fundação, é feita uma reportagem sobre a oligarquia da família Nery no Amazonas.
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Homenagem a Herbert Lessa de Azevedo

O Malho faz uma homenagem ao cinquentenário de nascimento do prefeito Herbert Lessa de Azevedo que foi assassinado por vinte homens alcoolizados que foram assaltar a cidade e a Prefeitura.
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Alunos do Colégio Universitário em Manaus

Os alunos do Colégio Universitário em Manaus estavam acompanhados dos senhores José Ramos, José Chevalier, Walmick Chevalier, Alfredo Carvalho, Cassiano Nascimento e Albino Gomes.
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Interventor Júlio Nery inaugura Representação do Amazonas

Na fotografia do O Malho, o Interventor Júlio Nery participou da inauguração da Sede da Representação do Amazonas. A sede poderá receber todos que buscam informações sobre o Amazonas.
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Posse do Interventor Júlio Nery

Imagem da posse do Interventor Federal Júlio Nery ocorrida no Ministério da Justiça. Na fotografia podemos ver os convidados do banquete oferecido pelo Partido Social Democrático na A.B.I.
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Eleição Municipal em Codajás no Amazonas

A fotografia do O Malho foi tirada em 31 de outubro de 1911, em frente a Intendência do Município de Codajás. Ao centro o Superintendente eleito, tenente coronel José Silveira de Mendonça.
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Acampamento de manobras na Ponta do Ismael

Na imagem, encontravam-se reunidos no acampamento de manobras na Ponta do Ismael, os militares da 1ª Região Militar e o 19º Grupo de Montanha.
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Acampamento dos soldados da Borracha na Ponta Pelada

Na imagem podemos ver a chegada dos novos soldados da borracha no acampamento em Ponta Pelada. Ao fundo podemos ver as árvores que cercam o acampamento.
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Militares em acampamento perto de Manaus

Fotografia tirada no acampamento próximo de Manaus, do coronel Rego Barros, dos membros do grupo de inferiores do 46 de caçadores e do 19º grupo de montanha.
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Piquenique na ponta do Marapatá

Em 1º de outubro de 1911, um grupo de pessoas se reuniram para participarem de um piquenique lá na ponta do Marapatá, perto de Manaus.
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Mulheres trabalhando no beneficiamento da borracha

Na imagem podemos observar as mulheres operárias que substituíram os homens em uma fábrica de beneficiamento de borracha em Manaus.
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Leitores assíduos de O Malho

Na edição de 1911, David J. Carlos e David José Israel aparecem segurando um exemplar do O Malho nas mãos. Os rapazes pertencem a famílias influentes de Manaus e de Manacapuru.
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Marco de limites entre os Estados do Amazonas e Mato Grosso

Fotografia datada de 1911, do momento em que era lida a Ata de assentamento do Marco de Limites entre os Estados do Amazonas e Mato Grosso.
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Acampamento dos soldados da Borracha

Imagem das acomodações, em Ponta Pelada, que iriam receber os novos soldados da borracha. Ao fundo podemos ver o Rio Negro.
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Festa na fazenda do major Sotero

Festa realizada ao ar livre na fazenda do major Sotero as margens do rio Amazonas. O Malho agradece a fotografia que foi enviada para sua redação pelos seus leitores e leitoras de Manaus.
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Grupo carnavalesco na Vila de Borba

Na fotografia tirada no carnaval de 1911, mostra um grupo carnavalesco na Vila de Borba. Na foto o grupo é formado por jovens e adultos.
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Festejo religioso em Manaus

O Malho registrou em sua edição de julho de 1911 a reunião dos membros da comissão dos festejos de Maria Santíssima que se realizaria no bairro dos Tocos, atual, bairro de Aparecida.
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Vista da entrada do Porto de Manaus

Na imagem vemos o Porto de Manaus. Da margem até o cais, a ponte flutuante mede 167 metros de comprimento por 12 de largura e sua inauguração ocorreu em 1907.
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Vaiados Silvério Nery e Sá Peixoto em Manaus

Vaiados Silvério Nery e Sá Peixoto em Manaus. Charges da revista “O Malho”, mostrando seu retorno a Manaus após o Bombardeio de 1910.
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Imagem da avenida Eduardo Ribeiro na década de 1940

Vista aérea da avenida Eduardo Ribeiro, tendo ao fundo o Rio Negro e as torres da Igreja da Matriz e vemos o lindo trabalho de podagem das árvores da avenida.
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Manaus a joia do Rio Negro

Foi no governo do prefeito Antonio Maia que Manaus foi destaque no O Malho no ano de 1938. Nas imagens vemos as fachadas dos edifícios construídos no período áureo da borracha.
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Inauguração do Departamento de Saúde do Amazonas

Fotografia da Inauguração do Departamento de Saúde do Amazonas. O Prédio ficava localizado na Praça do Congresso. Em 1974 o Prédio do Departamento de Saúde foi demolido sem justificativa.
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Porque desaparecem os nossos indígenas?

Porque desaparecem os nossos indígenas? Na edição do O Malho, é mostrada as várias causas que influenciaram o desaparecimento dos povos indígenas nas Américas.
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Tipos de habitações na região amazônica

O Malho em sua reportagem especial apresenta as diferentes habitações da região amazônica. Em destaque as casas flutuantes e os barracões, construídos na várzea e na terra firme.
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Banco para Valorização da Borracha

Na charge do O Malho aparecem os representantes dos Estados do Amazonas e Pará, Antonio Bittencourt e o Deputado Justiniano caracterizados de marceneiros.
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Formandos do Curso Ginasial em 1910

Após o banquete oferecido pelo bacharel Siva D'aguiar Cardoso, todos se reuniram para eternizar o momento de felicidade dos Formandos do Curso Ginasial de 1910.
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Multidão recebe Antonio Bittencourt

Na fotografia de O Malho uma multidão aguarda, em frente a residência do governador Antonio Clemente Ribeiro Bittencourt sua chegada após ser deposto no início de outubro de 1910.
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Abertura do Congresso Estadual do Amazonas

Solenidade que abriria oficialmente os trabalhos do Congresso Estadual do Amazonas, com a participação da banda de música que aguarda, enfileirados, na avenida Sete de Setembro.
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O Caso do Amazonas pós bombardeio em 1910

Governador Bittencourt observa a cadeira que está cheia de pontas afiadas e que caracteriza o governo do Amazonas. Sua expressão é de preocupação com o retorno ao cargo.
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Edna Ribeiro a primeira Miss Amazonas

Fotografia de Edna Frazão Ribeiro, a primeira Miss Amazonas eleita por voto popular em 1929. Edna Frazão Ribeiro faleceu na cidade de Humaitá em 1943 ao contrair o Tifo.
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A briga das feras pelo poder no Amazonas

Na charge da Revista O Malho vemos sobre o caso do Amazonas ou a briga das feras, onde a briga pelo poder é simbolizada pelos jacarés.
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Governador do Amazonas Ephigênio Salles

Fotografia do governador do Amazonas Ephigênio Ferreira de Salles que governou o Estado nos anos de 1925 a 1929. Além disso, Salles após o fim de seu mandato elegeu-se Senador. 
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3ª Companhia de Metralhadoras pesadas do Amazonas

Imagem retirada da Revista O Malho. Na foto posando para o fotógrafo, estão os membros da 3ª Companhia de Metralhadoras que retornaram a pouco tempo do Amazonas.
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Renúncia “espontânea” do coronel Bittencourt

O presidente da República respondeu ao telegrama que o governador deveria ser reposto e depois seriam examinadas as razões constitucionais.
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Ribeiro Júnior e o governo do Amazonas em 1924

Ribeiro Júnior e o governo do Amazonas em 1924. Imagem do povo reunido em frente ao Palácio Rio Negro na avenida Sete de Setembro.
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Edifício dos Correios do Amazonas

O prédio de estilo eclético, possui revestimento cerâmico e tijolos aparentes em toda fachada. Sua construção datada do início do século XX foi para abrigar a firma Marius & Levy.
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Agência Vale Quem Tem de Manaus

Imagem da festa realizada, num bonde, pela Agência Vale Quem Tem de Manaus. A comemoração foi porque a Loteria Federal vendeu o bilhete premiado a um apostador de Manaus. 
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Centenário da Independência do Brasil no Palácio Rio Negro

Fotografias do O Malho mostram a concentração de pessoas que foram comemorar o Centenário da Independência do Brasil. Chamam atenção a iluminação noturna dos edifícios.
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Centenário da Independência do Brasil em Manaus

Fotografias da revista “O Malho”, mostram a reunião de pessoas em diversos locais da cidade de Manaus em comemoração ao Centenário da Independência do Brasil.
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Bittencourt volta ao governo do Amazonas em 1910

Na charge do O Malho, o governador do Amazonas, Antonio Clemente Ribeiro Bittencourt está sendo posto, novamente, no comando do Estado. Isto com o apoio do presidente Nilo Peçanha.
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Funcionários da Manaus Markets

Fotografia dos Funcionários da Manaus Markets. Empresa que havia ganhado os direitos de explorar o Mercado Adolpho Lisboa por 50 anos, mas teve seu contrato extinto.
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Tenente coronel Virgílio de Barros

Fotografia do então tenente coronel Virgílio de Barros, membro da Intendência de Coari. Barros foi um trabalhador dedicado ao então município de Coari.
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Banda de Música do 27º Batalhão de Caçadores

Na fotografia estão os integrantes da Banda de Música do 27º Batalhão de Caçadores. O 27º Batalhão de Caçadores ficava aquartelado na cidade de Manaus.
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A morte de Thaumaturgo de Azevedo

O marechal Gregório Thaumaturgo de Azevedo, militar do Exército Brasileiro, faleceu em agosto de 1921. O Malho faz um pequeno histórico da vida do marechal Thaumaturgo.
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Chegada do marechal Thaumaturgo de Azevedo

Na imagem retirada da Revista O Malho, uma parte da população de Manaus aguarda a chegada do marechal Thaumaturgo de Azevedo a cidade. A foto foi tirada na frente do Paço da Liberdade.
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Corporação tipográfica do Jornal do Commercio em Manaus

Na fotografia constam parte do corpo tipográfico do Jornal do Commercio de Manaus: Santos Aranha, Raymundo Caboclo, José Godinho Ferreira, Roque Peixoto, Roque Braga entre outros.
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A Crise da Borracha nos seringais do Amazonas

Na Revista O Malho os trusts norte americanos com suas calças listradas prendem a borracha, retratada por uma mulher, a uma árvore. A intenção era ficar com os seringais do Amazonas.
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Regimento militar na Porta do Quartel

Oficialidade do Regimento Militar do Amazonas, á porta do seu quartel, na Praça Heliodoro Balbi.
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Governador Bacellar indica Dr. Rego Monteiro ao Senado Federal

Na charge do O Malho, o Jeca Tatú comentado sobre um telegrama do governador Alcântara Bacellar que pretende indicar o dr. Rego Monteiro ao Senado Federal no ano de 1920.
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Briga Política no Amazonas

Na charge do O Malho é mostrado a luta entre duas feras, a sussuarana e a onça pintada. Os rostos das feras representam o governador Antonio Bittencourt e do senador Silvério Nery.
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Quadro das Professoras formadas na Escola Normal do Amazonas

Na Revista O Malho aparece o Quadro com a fotografia das 16 professoras que se formaram na Escola Normal do Amazonas do ano de 1918.
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Família de Luiz A. Costa

Fotografia extraída do O Malho do ano de 1919, mostra a família do funcionário postal de Manaus, senhor Luiz A. Costa acompanhado de sua esposa e de seus cinco filhos.
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Grupo de salva-vidas de Manaus

Na fotografia extraída do O Malho na edição do ano de 1910, estão posando com seus objetos de trabalho, cinco salva vidas que atuavam na cidade de Manaus.
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Bacellar indica Silvério Nery ao Senado

Na charge, Alcântara Bacellar governador do Amazonas colocou o ex governador Jonathas Pedrosa para escanteio e indicou Silvério Nery, do grupo situacionista do Amazonas a uma vaga no Senado.
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Maximino Corrêa e a indústria de açucar

Na charge Maximino Corrêa conversa com o governador Alcântara Bacellar pedindo-lhe uma ajuda para montar uma usina de cana de açúcar.
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Major Miguel Arcanjo Monteiro

Fotografia do O Malho onde mostra o Conferente da Recebedoria do Estado o major Miguel Arcanjo Monteiro acompanhado com suas quatro gentis afilhadas.
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Confusão na posse de Alcântara Bacellar

A charge do O Malho é sobre a confusão ocorrida na posse de Alcântara Bacellar. Houve mortos e feridos, e tudo começou por conta da oposição liderada por Guerreiro Antony.
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Piquenique na floresta de Flores

Na foto estão um grupo de pessoas num piquenique na floresta de Flores, nos arrabaldes de Manaus. Segundo O Malho o senhor Fortunato José de Oliveira é um assíduo leitor da revista.
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Carro enfeitado para o Carnaval de Manaus em 1917

O carro com seus ocupantes que aparece na edição do O Malho foram clicados ao lado do Teatro Amazonas. Na ocasião os mesmos estavam enfeitados para o desfile no carnaval de 1917.
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O ensino no Amazonas no ano de 1916

Na fotografia do O Malho datada de 1916, aparece em sua maioria as alunas da Escola que foi dirigida pela distinta professora Maria Sylvia Jardim de Oliveira. 
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Charge sobre o caso do Amazonas

Charge onde o Zé Povo conversa com Nilo Peçanha sobre os políticos que planejam modificar a Constituição do Amazonas para que a mesma sirva a seus próprios interesses.
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Sessão da Assembleia Legislativa do Amazonas

Foto retirada da Revista O Malho de 1916, onde mostra uma sessão da Assembleia Legislativa do Amazonas. Segundo O Malho, a sessão legislativa estava cheia pois seria dia de subsidio.
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Barracão do seringal Soccó no Amazonas

Na fotografia do O Malho estão os extratores do látex do seringal Soccó juntamente com suas esposas e filhos. Na imagem podemos ver as inúmeras crianças que moravam no seringal.
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General Thaumaturgo versus Alcântara Bacellar

General Thaumaturgo de Azevedo, bate à porta do Supremo Tribunal Federal pedindo um habeas-corpus para que assumisse o governo do Amazonas no lugar de Alcântara Bacellar.
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Conde José de Sabbatini chega a Manaus

Na fotografia do O Malho o amazonense Conde José de Sabbatini. O violinista chegou a cidade de Manaus onde fará alguns concertos no Theatro Lyrico.
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Lusitanos no Bosque Municipal Amazonas

Fotografia de um grupo de lusitanos que se reuniram para um piquenique no Bosque Municipal Amazonas. Entre eles estão Germano Figueiredo, secretário Gastão e José Soares entre outros.
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Banda de Música de Coari

Na fotografia tirada da Revista O Malho, estão os integrantes da Banda de Música do município de Coari. A Banda tocou em homenagem ao novo governo municipal e também a sua criação. 
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Diplomandos da Escola Normal em 1907

Nas páginas do O Malho, estão as fotografias dos Formandos da Escola Normal do Amazonas do ano de 1907. Estão entre os 15 formandos, 6 são homens e 9 são mulheres.
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Charge de Alcântara Bacellar e as Eleições no Amazonas

Na charge do O Malho a disputa eleitoral para ocupar o cargo de governador do Amazonas é ilustrado como uma caçada, onde os caçadores são Silvério Nery e Jonathas Pedrosa.
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A fera Silvério Nery chegando ao Senado

Na charge a onça representa Silvério Nery, que pertence a uma das oligarquias mais influentes do Amazonas. Nery chega de mansinho para pleitear uma vaga no Senado em 1909.
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General Gregório Thaumaturgo de Azevedo

Na charge do O Malho aparecem os possíveis candidatos ao governo do Amazonas em 1916. Mesmo com todas as indicações o nome que se destacou foi do general Gregório Thaumaturgo de Azevedo.
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Coronel Alberto Ventura da Conceição

Fotografia do Superintendente de Manacapuru, que se originou de uma aldeia de índios Muras, Coronel Alberto Ventura da Conceição, retirada da Revista O Malho.
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Candidatos ao governo do Amazonas em 1916

O governador Jonathas Pedrosa aparece na charge tentando espantar a nuvem de mosquitos que teimam em atacar o dr. João Lopes, seu indicado ao governo do Amazonas.
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Inauguração da Alfândega de Manaus

Estiveram presentes a Inauguração juntamente com a população, o 1º Batalhão da Sociedade de Tiro Brasileiro no Amazonas que bateu continência em respeito à bandeira.
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Força Policial do Amazonas

Fotografia do O Malho exibe os membros da Força Policial do Amazonas. Entre os vinte e seis membros podemos destacar Alexandre Montoril que em 1928 foi nomeado prefeito de Coari.
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Piquenique realizado em Cachoeirinha

Fotografia do O Malho na edição do ano de 1908, mostra um grupo de pessoas reunidas em cachoeirinha participando de um piquenique. A fotografia foi tirada pelo senhor Leopoldino Byron.
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Variante da oligarquia da família dos Nerys

O presidente Afonso Pena acabou com a variante da oligarquia da família dos Nerys que queriam fazer um revezamento no governo do Amazonas.
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Moradia do coronel José da Costa Gadelha

Na imagens estão os familiares do coronel José da Costa Gadelha, ex proprietário de vários seringais na região do Departamento do Alto Purús.
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Cerimônia de casamento em Manacapuru

Fotografia do O Malho retrata a festa de casamento do capitão Ignácio Gomes de Oliveira, na Fazenda Santa Luzia em Manacapuru. Na foto ao centro, estão os noivos e seus convidados.
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Residência à margem do rio Juruá

Casa pertencente ao senhor Alfredo Marques da Silva no Seringal Djedaha. A altura da casa é referente as inundações que as vezes acontecem na região do Rio Juruá.
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Resultado da eleição para governador do Amazonas

A charge representa a grande confusão no resultado da eleição para governador do Amazonas no ano de 1916, pois aparecem os nomes do dr. Alcântara Bacellar e de Thaumaturgo de Azevedo.
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Grupo de rapazes do Avança

Fotografia enviada a redação do O Malho mostra vários rapazes pertencentes ao Grupo Pessoal do Avança. Os jovens são oriundos do município de Itacoatiara, interior do Amazonas.
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Cinismo no Amazonas: Enlace Nery-Reis

Caricatura do O Malho em comemoração ao enlace Nery e Reis. Onde a noiva é o proprietário do Jornal do Commercio, dr. Vicente Reis e o noivo o ex senador Silvério Nery.
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Fraude na Assembleia Estadual do Amazonas

Para atrapalhar a eleição na Assembleia Estadual no ano de 1915, Silvério Nery presidente do Partido Conservador e Guerreiro Antony, do Liberal, forjaram atas após a fusão de seus partidos.
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O violinista Conde José de Sabbatini

Fotografia tirada do O Malho mostra o célebre violinista Conde José Sabbatini, natural do Estado do Amazonas. Na foto o célebre músico posa com seu o instrumento.
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Conspiração para matar Jonathas Pedrosa

Na edição de agosto de 1915 O Malho destaca a conspiração para matar o governador Jonathas Pedrosa e o chefe da Polícia. Tudo indica que o mandante seriam pessoas ligadas aos Nerys.
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Trabalhadores dos Correios de Manaus

O pessoal de uma das secções dos Correios de Manaus, capital do Amazonas. Gente delicada e trabalhadora que tem sabido conquistar a simpatia pública.
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Igreja Matriz de Manacapuru

Imagem da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Nazaré ainda em obras. Hoje a centenária Igreja Matriz é o cartão postal da cidade que fica localizada na margem esquerda do Rio Solimões.
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Decadência da Borracha no Amazonas

No O Malho aparece a seringueira maltrapilha, um homem com cara de preocupação que representa o Estado do Amazonas e ao fundo o Zé Povo que culpa os administradores pela crise do látex.
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Banquete oferecido a Silvério Nery

Na fotografia tirada do O Malho podemos ver, ao redor de uma mesa, os ilustres convidados do banquete oferecido em Lisboa ao senador Silvério Nery.
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19º Grupo de Artilharia Montada

Na imagem aparecem algumas crianças com chapeu de papel. Segundo a legenda, o Grupo de Artilharia estaria fazendo um treinamento pacífico.
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Charge de Constantino Nery

Na charge o governador Constantino Nery segura em sua mão, seu irmão Silvério Nery. Dizem que Silvério está se preparando para assumir o governo no lugar de seu irmão.
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