São temas que, espontaneamente, surgem entre os integrantes e colaboradores do IDD que são provocados a pesquisar, produzir e finalmente gerar um conteúdo diferenciado

Gilberto Mestrinho líder da Amazônia

Gilberto Mestrinho acaba de surgir na Amazônia como uma nova liderança política. Mestrinho reformou o Colégio Estadual e o Teatro Amazonas.

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Manaus, capital da Amazônia

Na época em que sobrava dinheiro para importar arte e cultura do mundo civilizado, Manaus era como uma joia rara perdida na “jungle” imensa. Milionária por duas décadas, adquiriu um ar supercivilizado, imitando as cidades cultas da Europa, em suas edificações e em seus hábitos.

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Gilberto Mestrinho e o Novo Amazonas

Gilberto Mestrinho, de 32 anos, é o governador mais jovem do país. Está revolucionando o Novo Amazonas. Sendo considerado o JK do Amazonas.

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Gilberto Mestrinho, o governador mais jovem eleito no país

Gilberto Mestrinho foi o Governador mais jovem eleito no país. Aos 27 anos já era Prefeito de Manaus, aos 28, secretário das Finanças do Governo e aos 30, já governava o Estado do Amazonas. Um ano após sua eleição, já era 10 vezes mais popular, sendo aclamado pelo povo. Chegou a ser conhecido como o JK do Amazonas por seus feitos e realizações no Estado.

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O Brasil também tem Touradas!

Na reportagem, Phelippe Daou descreve o processo das touradas no Brasil. Inicialmente, a prática foi proibida por tratar-se de um espetáculo de grande crueldade. Essa medida ocasionou revolta em parte da população. Posteriormente, a tourada voltou, desta vez, sem matança. A liberação foi feita pelo Governador Gilberto Mestrinho em meio a calorosos aplausos. Os touros não se pareciam com aqueles animais terríveis apresentados outrora nas arenas espanholas. Na realidade, eram touros comuns, animais ordinários. Contudo, os animais geravam um verdadeiro arrepio de emoção no público.

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Borracha, uma pobre riqueza

Em uma reportagem, Gasparino Damata conta que a Amazônia viveu tempos de muitas riquezas com a borracha e Manaus transbordava em rios de dinheiro. Os bons tempos não duraram muito, pois, em meados de 1892, o inglês Henry Wickhman levou clandestinamente, para a Inglaterra, mudas de seringueira também colhidas clandestinamente, na Amazônia.
Anos depois, estas mudas transformaram-se nos imensos seringais do Oriente e passaram a abastecer o mundo. E, assim, Manaus, a capital mundial da borracha, rapidamente era esquecida.

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Uma expedição pela selva amazônica

Na reportagem de Daniel Linguanotto, temos a expedição do SPI no Amazonas, chefiada pelo sertanista Tubal Viana, diretor do Serviço de Proteção ao Índio, no Estado. Saindo de Manaus com destino ao alto Rio Negro, ela tinha o objetivo de entrar em contato com diversas tribos, instalar novos postos do SPI e recolher o material etnográfico. A jornada, prometeu muitas aventuras e até brigas entre os presentes. Segundo Flávio, a caminhada pela mata foi infernal, entretanto, também registrou as mais belas fotografias da expedição.

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Manaus, uma cidade flutuante nos igarapés

Nesta edição, publicada pela Revista Manchete no dia 04 de junho de 1955, o repórter Osvaldo Mendes mostra um pouco sobre os igarapés da cidade de Manaus. Mendes cita que, na época, Manaus talvez fosse o único lugar do país onde realmente existia uma população flutuante. Para completar a matéria, o fotógrafo Gervásio Batista traz retratos inéditos onde os “marginais” moravam e as casas em que ocupavam à beira dos rios e igarapés que cercavam a cidade.

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Companhia Nacional de fiação e tecelagem de Juta

J.C. Neiva, da Revista Manchete esteve na Inauguração da Companhia Nacional de Fiação e Tecelagem de Juta, uma iniciativa pioneira do Capitão da Indústria Adalberto Vale. A ocasião contou com a presença do Presidente da República, na época, Getúlio Vargas.

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Nova Olinda: O ouro negro

Com reportagem de Oswaldo Mendes e fotografias de Gervásio Batista, temos o fantástico relato da descoberta de petróleo na região amazônica. O de Nova Olinda superou todas as expectativas e quebrou todos os recordes. Na matéria, são descritos todos os fatos e curiosidades de como tudo aconteceu.

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Teresinha Morango, do Amazonas direto para o cinema nacional

A amazonense Teresinha Morango ganhou no ano de 1956 o Miss Cinelândia, concurso de novos talentos para o cinema nacional. ­­­Carismática, esportiva e elegante, a então Miss Amazonas ganhou de Maria Dorotéia, Miss Minas Gerais.

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Amazônia e suas riquezas

Na edição especial de hoje, temos três textos sobre as riquezas da região amazônica e em Especial um texto do ex-senador Jarbas Passarinho onde conta um pouco sobre mitos e realidades da Amazônia.

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A BR-319 integra Manaus – Selva Vencida

Manaus finalmente recebe novas opções de transporte que não sejam via aérea ou fluvial. Com 877 quilômetros de extensão, duas vezes a distância Rio – São Paulo, a Rodovia BR-319, estrada pioneira que liga Manaus a Porto Velho, surgiu para complementar a função patriótica da transamazônica, integrando a Amazônia Ocidental ao restante do país. A antes inviável obra agora está pronta, a selva foi vencida.

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Arquitetura na Amazônia ontem e hoje

Em 1976, a Biblioteca Nacional organizou um Ciclo de Estudos Amazônicos. Uma das conferências foi com o arquiteto Severiano Mário Porto. O trabalho intitulado “Arquitetura na Amazônia ontem e hoje”.

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A “Televisão Tupi” vai para o ar

A reportagem anuncia, após o sucesso das primeiras experiências, o breve funcionamento da TV Tupi no Rio de Janeiro, a primeira emissora de TV a ser inaugurada na América do Sul. Para testar seus aparelhos de estúdio da General Eletric, uma numerosa caravana de artistas teatrais foi convidada. Destaque para Tonia Carrero, Virginia Lane, Eva Tudor, Nely Rodrigues, Aimée e Alma Flores. A reportagem é um aperitivo sobre o tema, aguçando a curiosidade dos cariocas.

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Uma flor chamada Suely (1980)

A reportagem revela ao País, que o Amazonas não é só o grande reino da fantasia vegetal, dos rios caudalosos, dos peixes gostosos, dos mitos e lendas. A beleza da mulher amazonense se faz representar pela graça e juventude de Suely Lacerda. Muito mais que uma “cunhatã viçosa”, “da cor morenês”, a “filha dessa terra” escreve letras para canções românticas e crônicas cheias de ternura, sob a influência de Clarice Lispector, Graciliano Ramos e Simone de Beauvoir.

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A Amazônia não é mais inferno

Com texto de Arlindo Silva e fotos de Ubirantan de Lemos, a Revista O cruzeiro mostra em sua reportagem, A Amazônia não é mais inferno. A Amazônia é mais que um país, é um continente. São dez mil quilômetros de fronteiras com vários países da América do Sul e três milhões e meio de habitantes. Foi compreendendo a necessidade de integrar econômica e socialmente a Amazônia, que o Congresso criou, em 1946, a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia – S.P.E.V.E.A., órgão que funciona como um superministério. 

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Uma cidade que nasce na floresta, Fordlandia

Reportagem da Revista O Cruzeiro, fala do projeto de Henry Ford, que era substituir o sistema extrativo do seringal silvestre, pela grande cultura agrícola da seringueira, ordenada e disciplinada. O local escolhido foi a margem do Tapajós. Construíram-se habitações, hospital, serraria, usina; rasgaram-se estradas; instalou-se radiotelegrafia, telefone, luz elétrica; assentaram-se trilhos das vias férreas. Fordlandia teve 4.000 habitantes. De êxito do colossal empreendimento dependerá o ritmo, acelerado ou vagaroso, com que vai iniciar-se o aproveitamento intensivo da bacia amazônica.

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Neurose de Guerra, uma reportagem aprovada pela censura militar

Reportagem de Jean Manzon e David Nasser na Revista o Cruzeiro : “Acreditamos que a lembrança e o ensinamento transmitidos pelo horror da guerra não é possível de ser legado de uma geração a outra geração. Só em nós mesmos poderá viver a amargura, a dor, a trágica importância negativa de um conflito de proporção do que travamos. Nunca será possível fazer nossos filhos e netos sentirem a fundo o que passamos, o que nos ameaçou, o que nos atacou. Mas, os homens que viveram essas horas poderão apagar espetáculos como este? Poderão esquecer?”. A reportagem traz uma trágica e dolorosa história na qual são personagens os Homens Esquecidos, os brasileiros que fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira durante a 2ª Guerra Mundial.

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Manaus cidade no coração da selva

Em texto de Osório Nunes, publicado na Revista O Cruzeiro, é retratado que o maior encanto de Manaus não está na natureza amazônica. Está na natureza humana: a doçura de suas mulheres, o trato suave, afável, verdadeiramente cordial de seus habitantes. É a hora de procurar Manaus. Para ganhar dinheiro nos seus novos campos econômicos. Para apaixonar-se pelo charme da cidade encantada. Para ter uma nova visão do mundo a conquistar no Ocidente brasileiro.

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A capital nascida da espuma do rio, Manaus

A capital Manaus, nascida da espuma do rio. O Regimento das Missões não permitia qualquer entrada ao sertão sem que ela estivesse revestida das características de Missão, conforme estatuía a Lei de 1655. “O fim desta primeira entrada era inicialmente o Amazonas, o progresso dela fez que subisse também o Rio Negro e conhecesse experimentalmente a grande população dele. Assim os colonizadores lusos tomaram o primeiro contato mais direto e mais prolongado com a selva amazônica…”.

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Manaus a cidade verde, de Nilton Caparelli

Manaus é nova. É velha. Ao lado do Equador. É diferente para ser brasileira. Manaus antiga. De coisas antigas. De fatos passados.

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1949, nasce o Lóide Aéreo Nacional

Com texto de Samuel Wainer e fotos de Roberto Maia a reportagem trata do lançamento das bases que originaram o Lóide Aéreo Nacional em 1949. A fusão da Vasp com a Aerovias, constitue um dos golpes fecundos e clarividentes da atual administração Paulista.

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Vem das selvas a castanha do Pará

Na metade do século passado toda a economia da Amazônia repousava sobre três produtos: a borracha a castanha e a juta – Roteiro Amazônico.

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A base do inferno ou do destêrro

Val-de-Cans foi a base do inferno ou do destêrro, quando a Aeronáutica queria castigar alguém da Força Aérea Brasileira, transferia para Belém do Pará, sede da 1ª Zona Aérea (atualmente 1º COMAR – Primeiro Comando Aéreo Regional). Até que um dia, nos idos de 1949, o coronel Jocelin Barreto Brasil Lima, assumiu o comando da Base de Val-de-Cans e a transformou radicalmente. Reformou o cassino, construiu piscinas, botou o cinema funcionando, promoveu festas, proporcionou aos oficiais casados um ambiente de conforto.

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A caça ao búfalo, o rei de Marajó

Em fins do século dezenove, Vicente Miranda, proprietário da “Fazenda Dunas”, importou 60 animais da Itália. Quando mudou-se para o Sul, abandonou as suas propriedades e os búfalos ficaram entregues à vida livre. Em dois meses regrediram do estado doméstico à selvageria, e foram se multiplicando, formando manadas. Hoje o búfalo é o rei de Marajó. As caçadas não são feitas apenas por esporte, matam-se os búfalos, os que têm garrote, e fazem charque de sua carne. Em 1950 os belenenses já comiam carne de búfalo sem saber que era búfalo. Naquele ano perto de dois mil animais bravios existiam na Ilha de Marajó.

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A população indígena do antigo território do Guaporé

Os repórteres da Revista O Cruzeiro, não haviam planejado qualquer trabalho sobre os índios quando embarcaram nessa aventura amazônica. Entretanto, a parada inesperada no Porto indígena Ricardo Franco, no antigo Território do Guaporé, hoje estado de Rondônia, descortinou uma realidade inesperada, índios das mais distintas tribos lá se encontravam trabalhando e sendo tratados como gente, como homens.  Não havia sujeição do trabalho e a distribuição de tudo era equitativa. Assistiram a dança da “gira” e a beberagem da “chicha”.

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Fortaleza São José de Macapá

O Real Forte Príncipe da Beira, também conhecido como Fortaleza do Príncipe da Beira, localiza-se na margem direita do rio Guaporé, atual município de Costa Marques, no Estado de Rondônia, fronteira com a Bolívia. A Fortaleza São José de Macapá fica na sede da capital do Amapá, na margem direita do Rio Amazonas, ambas as construções impressionantes obras do período colonial, uma abandonada, outra desprezada. Os repórteres da Revista O Cruzeiro visitaram as duas fortalezas e registraram o que viram.

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Em Manaus, as mulheres do lixo

Inspirados no “White Wings” (Asas Brancas) de Nova York, Harry MacNab Cant e Katherine Harper, ele escocês, ela americana, perceberam que Manaus era suja e com um serviço de limpeza deficiente. Assim nasceu o Serviço de Limpeza de Manaus. A ideia que foi bem aceita pelo governador e pelo prefeito, depois de pouco mais de um ano, contava com aproximadamente setenta moças que faziam o trabalho de limpeza urbana de Manaus. A capital do Amazonas, em 1950, tornou-se uma das mais limpas cidades do país.

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A caçada do jacaré, no alto Purús

A partir da década de 40, começou-se a exportar, principalmente para os Estados Unidos e depois para a Argentina, o couro do jacaré. O que antes se inseria no rol dos primeiros inimigos do homem da região transformou-se em fonte de renda. A preocupação passou a ser a matança irracional e desordenada. Para que tenha uma ideia, em 1948, uma única casa de Manaus comprou cem mil couros. No ano de 1950, nos altos rios amazônicos, chegou-se a matar oitocentos mil jacarés. O repórter e o fotógrafo da Revista O Cruzeiro acompanharam, “in loco” a caçada ao jacaré.

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Injusta maldição, texto de Jorge Ferreira

É mister reabilitar “os seringais amazônicos perante a consciência nacional, de um pecado que lhes é indevida e propositadamente imputado: o da “Batalha da Borracha”.

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Vale e barracão, nos seringais da Amazônia

Esse texto de Jorge Ferreira conta o drama de fregueses e patrões nos seringais da Amazônia. As fotografias de Roberto Maia ilustram as visitas aos seringais de ponta a ponta nesta peregrinação de vinte e muitos mil quilômetros através da Hileia. São observações diretas sobre o homem, a natureza, a economia, as relações que mantêm entre si. Os dois penetraram lagos e igarapés, percorreram as “estradas” que os seringueiros percorrem, conheceram as barracas e os tapiris, sentiram a vida do seringueiro, seus anseios, viram grandezas e misérias. Assistiram a pesca do tambaqui, tarrafearam jaraqui, colheram pupunha, andirá e bacuri. Enfim, a via crucis do seringueiro.

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inferno ou paraíso? A Amazônia vista a olho nu

A Amazônia é infernal, mas não é o inferno; é paradisíaca, mas não é o paraíso. O apuizeiro, as vitórias-régias, o gavião real (rival das águias e condores); o engolidor de espadas iludido pela Batalha da Borracha, o influxo periódico das águas – as alagações – que cobrem vastíssimas extensões de terra. O surgimento dos igapós, o Rio Purus que na cheia chega a atingir 22 metros de profundidade. O solo pobre e o subsolo rico, a rica fauna, o gigantismo do homem amazônico… A reportagem apresenta a Amazônia vista a olho nu.

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O massacre da expedição do Padre Calleri

A expedição do padre Calleri saiu de Manaus, de avião, rumo a São Gabriel da Cachoeira, no dia 14 de outubro de 1968.

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Os pracinhas do Amazonas na 2ª Guerra Mundial

Ao decidir enviar tropas para a 2ª Guerra Mundial o Brasil optou, na base do improviso, por participar de um dos capítulos mais sangrentos da história da humanidade.

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Os puteiros de Manaus ou os rendez-vous

Em Manaus os rendez-vous e puteiros – eram denominados por seus frequentadores – reinaram absolutos como locais de aventuras e prazer.

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Mergulho no desconhecido

O repórter Jorge Ferreira e o fotógrafo Roberto Maia foram destacados pela Revista O Cruzeiro para se internarem na Amazônia. Passaram cerca de cinco meses buscando elementos, analisando, observando e comprovando tudo o que ocorria.

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O drama do Padre Wirth (1952)

No dia 2 de novembro de 1950, padre Mauro Wirth partia levando alguns presentes para os índios e o necessário para o culto religioso. Oito dias depois ele alcançou o último ponto civilizado. Depois rumou para as malocas dos Paca-as-Novos.

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BR-319, a estrada da coragem (1970)

O discurso acabou. A estrada venceu a selva e levou o Brasil aonde nada existia. “Uma estrada é uma história. Um livro. Um romance. Mas se ela é a BR-319 – Manaus – Porto Velho – correndo por um sertão de água e folhas, então ela tem um algo mais da bravura pioneira”.

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Este Amazonas tão longe do Brasil

O Estado do Amazonas é o Pronto Socorro do stress. A reportagem convida o leitor a fazer um passeio ao psicotrópico continental, ao grande reino da fantasia vegetal. As pescarias e as 2 mil espécies de peixes que navegam nos rios e ao alcance do seu anzol; a peixada de pirão, farinha amarela, pimenta de cheiro; o “moquém” (churrasco de peixe) de beira de rio ou lago; a tartarugada; a caçada de bicho de pata ou asa; a vitória-régia; a cachoeira do Tarumã; a feira flutuante; a beleza da mulher amazonense. É a natureza a desafiar a imaginação do homem.

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Teatro Amazonas, o segundo teatro do Brasil (1948)

A história viva do segundo teatro do Brasil contada por Idelfonso Pereira, único sobrevivente do conjunto de artistas e músicos que, a 7 de janeiro de 1897, inaugurou a temporada de óperas no Teatro Amazonas, oficialmente inaugurado 7 dias antes, a 31 de dezembro de 1896, no mesmo dia da chegada da companhia a Manaus.

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A Marcha para a morte (1946)

O dramático relato da marcha de 54.000 nordestinos para o seringal. David Nasser e o fotógrafo Jean Manzon cobriram milhares de quilômetros seguindo a marcha de trabalhadores que se destinavam aos seringais da Amazônia, medida aconselhada pelas necessidades da guerra e imposta pelos acordos do Brasil com seus aliados.

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Onde estão os generais da Batalha da Borracha? (1947)

Fazia gosto ver o Exército da Borracha desfilar, milhares de caboclos belicosos e ágeis, vindos de Quixadá ou dos canaviais do Cariri, acenando com o V da vitória para o povo que os aclamava com o mesmo ardor. Toda aquela gente estava partindo para uma batalha das democracias dependia, também, de certo modo, das 60.000 toneladas de borracha que o Brasil prometera aos Estados Unidos. Mas o governo não preparou o terreno para a execução do plano corretamente. Agora é uma longa viagem de volta. Só agora estamos vendo o que realmente aconteceu com o nosso exército. Vinde agora, Srs. Generais! Vinde ver e ouvir as histórias de campanha dos vossos soldados.

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A estrada da morte (1959)

Em 1867, Brasil e a Bolívia assinaram um “Tratado de Amizade, Limites, Navegação, Comércio e Extradição”, visando, entre outras coisas, a solucionar conjuntamente os problemas da navegação nos rios Madeira e Mamoré.

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As duas caras da Amazônia (1957)

A Amazônia tem duas caras distintas: a da cheia e a da vazante. A cheia é um dilúvio, quando surgem paranás, furos e igapós, quando o gado espera, faminto as águas descerem. É na vazante é mais recreativa, mais turística, com as praias descobertas, os lagos cobertos de vitórias-régias.

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O novo Amazonas de um novo Brasil (1974)

Em 16 páginas a revista O Cruzeiro faz um balanço do Amazonas. A inauguração da BR-319, que interligará Amazonas, Acre e Mato Grosso, que romperá o bloqueio fisiográfico do Amazonas. A pecuária recebe os estímulos com a inauguração do Frigomasa. Na cultura o Amazonas está a restaurar o Teatro Amazonas. Na saúde está em pleno funcionamento um complexo médico-social. Nas telecomunicações o Amazonas começou a falar pela tropodifusão, pelo telex e pelo teletipo. O Codeama nasceu para motivar o desenvolvimento amazonense e solidificar a Zona Franca. A Celetramazon iluminou toda a floresta. O Distrito Industrial e o Agropecuário, que agora inicia, abrem as melhores perspectivas ao desenvolvimento e já influenciam o status econômico-social dos amazonenses. Manaus é uma cidade em obras.

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Paraíso do consumo (1972)

A reportagem foca o centro comercial e chama o segmento industrial de chão batido. Insinua que o Distrito Industrial “é luxo de prancheta da Suframa” e que o Centro Agropecuário é uma ideia, obra de papel, literatura suframica.

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Carta ao Presidente da República (1968)

A carta dirigida ao presidente Arthur da Costa e Silva é de autoria do amazonense Ubiratan de Lemos.  Nela o jornalista pede que o presidente faça um cotejo do que era e do que será Manaus. Apela para que este libere técnicas e dinheiro para o “pedação verde do Brasil”. Diz que a Zona Franca já está implantando um parque industrial em Manaus. Solicita que o presidente identifique o local onde será instalado o Distrito Industrial, porque “a especulação imobiliária empatou com Rio e São Paulo”. Reclama por recursos pois a “Sudam deu pra sovinar ao Amazonas”. Clama ao presidente: “dê um show de caneta em Manaus, assine todas as verbas”. Diz que Manaus é uma chaleira no forno e que sofreu uma transformação de jiló para mel de abelha.

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Amazônia teu nome é progresso

A intenção é aumentar as exportações, buscando o perfeito equilíbrio na balança comerciA ZFM dando a grande virada em comparação às similares existentes no mundo. Em alguns casos os índices de nacionalização dos produtos aqui montados já atingem 100%. Dos 230 projetos aprovados, 184 já estão implantados, com investimentos superiores a Cr$ 7 bilhões e geração de mais de 40 mil empregos diretos. A intenção é aumentar as exportações, buscando o perfeito equilíbrio na balança comercial, o que transformará a Zona Franca de importação em Zona Franca de exportação. No Distrito Agropecuário, de um total de 155 projetos aprovados, 61 estão em fase de implantação. O objetivo é transformar a ZFM num corredor de exportação para o mercado da ALALC (Associação Latino Americana de Livre Comércio), através da fronteira com a Venezuela.al, o que transformará a Zona Franca de importação em Zona Franca de exportação.

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TV Ajuricaba, um sonho feito realidade (1971)

TV Ajuricaba, um sonho feito realidade. Dois anos após a sua inauguração, o lançamento da pedra fundamental da sua nova torre. O evento contou com a presença do ministro do Interior, governador, prefeito, general e a procuradora-geral da TV.

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Manaus em tarde de touros (1960)

Sim, Manaus já teve tardes de touros, no século dezenove a capital amazonense foi a primeira cidade do Brasil a assistir touradas, com uma “quadrilha” de toureiros vindos de Portugal.

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Mestrinho comanda Revolução no Amazonas

O maior Estado da Confederação está nas mãos do governador caçula do Brasil. Gilberto Mestrinho solucionou o problema de abastecimento de carne, importando-a de Rio Branco; pretende exportar o excedente de juta; quer instalar 150 famílias japonesas para desenvolver a produção agrícola de produtos hortigranjeiros; planta borracha; monta moderna fábrica de papel; asfalta 40 quilômetros da estrada Manaus-Itacoatiara e outros feitos. Gilberto afirma que o truque para manter as finanças do Estado equilibradas é aplicar cuidadosa e escrupulosamente os dinheiros públicos e fiscalizar severamente a arrecadação do Estado.

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Amazonas agora é Brasil (1971)

Um Estadão vegetal sem missão e sem mensagem; era Brasil, mas não era Brasil; uma ilha dentro da Federação, esse é o Amazonas que agora é Brasil. A Revolução chegou ao Amazonas no governo Danilo de Matos Areosa.  Nessa reportagem a revista O Cruzeiro mostra que o Amazonas bateu recorde na construção de casas populares; a selva sente o impacto do avanço do homem com a construção de estradas; o Amazonas é o maior parque turístico natural da América. Aborda o surgimento da Celetramazon; a prospecção do BEA para a abertura de uma agencia em São Paulo; a importância da FIEAM e a CAMTEL.

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Zona Franca seu poder econômico (1974)

Em 1974, quando Manaus crescia 10% ao ano e contava com 144 projetos implantados e em processo de implantação, a revista O Cruzeiro apresenta reportagem mostrando o Porto de Manaus como porta da economia da Zona Franca.

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Manaus, Zona Franca a invasão industrial (1974)

Na matéria a revista trata da invasão industrial, dos grandes projetos que estão sendo implantados no Distrito Industrial e o Distrito Agropecuário (SUFRAMA) que agora se inicia. É a marcha da Amazônia Ocidental, a Manaus como maior centro de joalheria da América do Sul.

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Na Zona Franca de Manaus o Porto é livre (1968)

Dois meses e seis dias após o Poder Executivo baixar o Decreto-Lei N.º 288 de 28 de fevereiro, que regula a Zona Franca de Manaus, O Cruzeiro publica ampla reportagem sob o título “Na Zona Franca de Manaus o porto é livre”.

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Chico Xavier na revista O Cruzeiro (1944-1981)

Seleção de matérias sobre o médium Chico Xavier, uma das figuras mais importantes do espiritismo, que foram publicadas na revista O Cruzeiro entre 1944 e 1981 extraídas do acervo digital da Biblioteca Nacional.

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A “exótica” cidade flutuante de Manaus

A cidade flutuante nasceu e cresceu enquanto os administradores dormiam para serem despertados vinte anos depois pela curiosidade dos turistas e pelas reportagens das grandes revistas nacionais que passaram a explorar o inédito e o pitoresco. Deste modo ela adquiriu a notoriedade internacional, partilhando da fama do Teatro Amazonas como símbolos de duas eras que se distanciam no tempo, mas que se confundem nas ruas raízes e origens”.

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A beleza e os concursos de Misses

A despeito de existirem registros históricos informando que em 1865, ainda no período do Brasil Império, uma francesa naturalizada brasileira teria sido a primeira Miss do país. Entretanto, foi Violeta (Bêbê) Lima Castro, em concurso realizado no ano de 1900, a primeira Miss Brasil. Ela nasceu em Paris em 1879 e foi registrada no consulado brasileiro. Era filha do Dr. João da Costa Lima e Castro, um professor da faculdade de medicina. Talentosa, Bêbê falava e escrevia fluentemente português, francês e espanhol, além de falar e ler o inglês e o italiano.

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