Este acervo reúne diversas imagens e informações extraídas do livro “Manaus, entre o passado e o presente” que ajudam a entender toda a história sobre a formação e o desenvolvimento urbano da cidade de Manaus durante os anos.

Levantamento Topográfico da Cidade de Manaus

Levantamento topográfico da Cidade de Manaus na década de 1960. Imagem do centro de Manaus, onde podemos verificar o Porto Flutuante.
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Vista Noturna da Cidade de Manaus

Na imagem podemos observar o traçado das ruas do centro de Manaus ainda sem as pontes do Educandos - centro - e no canto esquerdo o bairro de São Raimundo coberto de nuvens.
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Planta da Cidade de Manáos de 1938

Podemos ver na Planta datada de 1938 o bairro de Constantinópolis, atual Educandos, as ruas da Vila Municipal já com os nomes das capitais do Nordeste.
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Planta da Rede de Esgotos e Água Pluviais de Manáos

Planta da Rede de Esgotos e Águas Pluviais de Manáos, organizada em 1915 pelo dr. Adalberto Pedreira, engenheiro Chefe Secção de Obras da Superintendência Municipal de Manaus.
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Cemitério Parque de Manaus em construção

A proposta original do cemitério-parque, projetado pelo arquiteto Antônio Leitão, era a de um campo raso com jardins, com sepulturas cobertas com uma lápide de concreto com placas metálicas.
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Monumento a Bruno de Menezes

Na reforma desse logradouro ocorrida em 1986, o marco perdeu suas características originais. Após ter sido restaurada pela SEC, foi transferida para o Centro Cultural Povos da Amazônia, CCPA
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Plano de Manáos de 1913 em Destaque os Igarapés

Plano de Manáos de 1913 em Destaque os Igarapés. Planta nº 122 (dividida em duas partes). Mostra em destaque os Igarapés da cidade de Manaus.
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Planta de Manáos e Arrabaldes de 1906

Na Planta de 1906 vemos a localização da antiga Cadeia, dos cemitérios, são José e São João. A antiga caixa dágua de Castelhana na avenida Constantino Nery, entre outros.
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Planta da Cidade de Manáos 1899

Planta da Cidade de Manáos 1899 retirada do Album Descriptivo Amazônico, com tiragem de 1000 exemplares, publicado para a Exposição Universal de Paris em 1900.
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Carta Cadastral da Cidade e Arrabaldes de Manáos

Carta Cadastral da Cidade e Arrabaldes de Manáos, levantada pelo engenheiro militar João Miguel Ribas em 1895.
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Planta da Cidade de Manáos de 1879

Planta da Cidade de Manáos de 1879. Pertencente ao acervo da Biblioteca do Exército (Rio de Janeiro).
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Planta de Manáos de 1856

Esta Planta foi encontrada no acervo do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, IGHA.
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Planta da Cidade de Manáos de 1852

Planta da Cidade de Manáos de 1852. Levantada na administração do presidente de Província João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha.
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Detalhe das Vilas de Manáos e Ega

Detalhe da Planta das Vilas de Manáos e Ega, levantada por Raphael Lopes Anjo, em 1845. Na imagem podemos ver os Igarapés da Olaria, dos Remédios, da Pólvora no centro da capital.
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Planta da Cidade da Barra do Rio Negro em 1844

Planta da Cidade da Barra do Rio Negro em 1844. Encontrada na Biblioteca do Exército (Rio de Janeiro), levantada por Raphael Lopes Anjo.
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Vista do Hall de Entrada do Cinemais

Em 15 de abril de 2014, os dois Cinemais, do então Millennium e do agora Manaus Plaza Shopping, transformaram-se em Cinépolis, a maior operadora de cinemas da América Latina.
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Vista da Entrada do Cinemark no Studio 5

Localizada na avenida General Rodrigo Otávio, n. 555, bairro Distrito Industrial I, Zona Sul, possui oito salas funcionando com capacidade de aproximadamente, 2.400 espectadores.
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Entrada das Salas de Cinemas Amazonas

Em 15 de maio de 2014, após algumas reformas e mudanças estruturais, o Grupo Severiano Ribeiro reinaugurou o cinema, agora com cinco salas modernas e readequadas para o formato Kinoplex.
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Cine Renato Aragão na Avenida Dez de Julho

Sua capacidade era de 301 lugares e funcionou nesse local até novembro de 2001. Atualmente, em seu lugar, funciona o Cine Oscarito.
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Cine Cantinflas na Década de 1990

Funcionava no mesmo local onde existiu o Cinema 2. Na rua José Clemente, Centro, no subsolo do prédio da rádio Rio Mar. Seu filme de estreia foi Uma Noite Alucinante – A Morte do Demônio.
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Detalhe da fachada do Antigo Cine Qva Non

O cinema, que dispunha de oitenta lugares, foi inaugurado em 8 de maio de 1987 com o filme A História Oficial. Deixou de ser anunciado nos periódicos a partir de janeiro de 1989.
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Cine Carmen Miranda de Joaquim Marinho

O Cine Carmen Miranda, também de propriedade de Joaquim Marinho, foi inaugurado no dia 20 de novembro de 1986, localizava-se na rua 24 de Maio, esquina com a rua 44 Joaquim Sarmento.
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Espectadores Fazem Fila na Entrada do Cine Grande Otelo

O ator Grande Otelo, homenageado como nome da sala, fez questão de comparecer à sessão inaugural. Possuía 170 lugares e deixa de ser citado nos jornais a partir de dezembro de 2002.
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Fachada do Cine Chaplin na Década de 1980

Em sua avant-première, realizada no dia anterior, foi exibido o documentário Chaplin, seus Filmes, sua Comédia, sua Arte.
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Detalhe da fachada do Cinema 2

Com 314 lugares, esse cinema encerrou as suas atividades em 05 de outubro de 1987, na ocasião exibiu o filme erótico Marisa, a menina gulosa.
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Cine Palace Esquina da Rua Ferreira Pena

Em 20 de dezembro de 1966, o desabamento de parte do seu teto, causado por um forte temporal, ocasionou a paralisação temporária das sessões.
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Cine Ipiranga no Bairro de Cachoeirinha

O local possuía, aproximadamente, 1.500 lugares e estreou com o filme Adeus às Armas. A sala pertencia à empresa A. Bernardino & Cia. Ltda. e era gerenciado pelo sr. Aurélio Antunes.
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Fachada do Cine Ideal na Década de 1970

Com 405 lugares, apresentou em sua estreia duas películas, E as Chuvas Chegaram, e Transpacífico. Funcionou assim até 31 de janeiro de 1972.
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Fachada do Cine Vitória

O cinema inaugurou sua tela panorâmica, exibindo o filme O Tesouro de Califa. Funcionou no mesmo endereço até 1º de maio de 1973.
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Cine Constantinópolis depois Cine Rex

Após poucos dias de funcionamento paralisou suas atividades devido a um problema de fornecimento de energia elétrica, voltando em setembro de 1952.
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Fachada do Cinema Popular

O filme de estreia foi O Prêmio da Victoria. Permaneceu em atividade até 28 de junho de 1972. Ela é reaberta em 6 de janeiro de 1977 com o nome Cine Pop.
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Fachada do Cinema Rio Branco

O Cinema Rio Branco localizava-se na rua Barroso, no bairro Centro, no prédio onde funcionou a então Repartição dos Correios.
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Fachada do Cinema Equitativa

O Cinema Equitativa pertencia à Empresa de Seguros Equitativa do Brasil e foi inaugurado no dia 23 de julho de 1910. Seu gerente era o Sr. M. Latache.
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Cine Éden Depois Cine Veneza

Inicialmente, era de propriedade da Empresa Cine Éden Ltda., de Aníbal Augusto Batista e Oscar Antunes Ramos. Em 07 de julho de 1948, foi comprado pela Empresa J. Fontenelle & Cia.
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Cinema Odeon ou Cine Odeon

Em 18 de janeiro de 1973, o cine Odeon, prédio de propriedade de Alberto Carreira da Silva, foi vendido e demolido para a construção do edifício Manaus Shopping Center.
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Prédio do Antigo Cine Theatro Polytheama

Funcionava na esquina da rua Municipal com a avenida 13 de Maio, respectivamente, as atuais avenidas Sete de Setembro e Getúlio Vargas. Sua capacidade de lotação era de 1.500 lugares.
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Cinema Avenida na Avenida Eduardo Ribeiro

Em sua última fase é inaugurado em 27 de março de 1936, pela firma Cinema Avenida Ltda., de Antônio Lamarão e sob a gerência de Aurélio Antunes.
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Fachada do Antigo Cine Guarany

A notícia da demolição do prédio onde funcionou foi seguida de protestos de artistas da área teatral, cineclubistas, cineastas, críticos de arte, jornalistas e antigos frequentadores.
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Vista Aérea do Tropical Hotel

Em 2005, o estabelecimento passou por um processo de revitalização. O Tropical foi classificado na categoria Luxo e tornou-se o primeiro da Região Norte a receber a placa de cinco estrelas.
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Lord Hotel no Centro de Manaus

No início da década de 1970, passou a oferecer aos hóspedes serviços de lavanderia e telefones nos apartamentos. Anos mais tarde, o Lord Hotel associou-se à rede Best Western Internacional.
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Prédio da Kahn Polack no século XX

O Palace Hotel foi instalado em um prédio quase centenário, onde funcionou, por um longo período, a extinta Casa Kahn Polack que tinha rico sortimento de roupas feitas em Paris.
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Hotel Amazonas atual Edifício Ajuricaba

A partir de 1991, começou a enfrentar problemas financeiros. Entretanto, ainda funcionaria até 1996, quando foi novamente leiloado e transformado em um condomínio residencial e comercial.
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Saint Paul Apart Service

Apesar de existir um estabelecimento que já utilizava a palavra flat em sua denominação desde 1985. O primeiro hotel da Cidade a funcionar realmente como Flat foi inaugurado em 1989.
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Vista das Ruínas do Antigo Hotel Cassina

Atualmente (2021) o Antigo Hotel Cassina deu lugar ao Casarão da Inovação Cassina. Inaugurado em 18 de novembro de 2020, o espaço promete desenvolver a inovação no Estado do Amazonas.
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Hospedaria de Imigrantes Leprosário Belisário Penna

As obras desse prédio foram iniciadas em 1898 e concluídas em 1905 por Constantino Nery, não mais destinado a uma hospedaria, mas sim, a um instituto agrícola industrial Affonso Penna.
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Anúncios de Antigos Hotéis da Cidade de Manaus

Marco Antonio Serafin em seu artigo intitulado A história da hotelaria no Brasil e no mundo, afirma que a hotelaria brasileira teve início com a chegada da Família Real, em 1808.
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Antigo Prédio do Grande Hotel e seu Restaurante

Durante a primeira metade do século XX, o Grande Hotel configurou-se como um dos principais hotéis de Manaus, mas perdeu essa condição com o surgimento do Hotel Amazonas, em 1951.
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Galeria Olímpica de Roberto Gesta

A Galeria Olímpica – contém a segunda maior coleção olímpica do mundo e perde apenas para a do próprio Comitê Olímpico Internacional – COI, em Lausanne, na Suíça.
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Interior do Museu da Rede Amazônica

O Museu da Rede Amazônica foi criado com o objetivo de preservar a memória dessa rede televisiva. Sua missão é pesquisar, coletar, conservar a história das comunicações na Amazônia.
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Museu Ivan Ferreira Valente do Luso Sporting Club

O acervo conta a história da agremiação e foi organizado com doações das tradicionais famílias portuguesas. Dispõe de documentos, mobiliário da extinta Escola Primária João de Deus.
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Interior do Museu da Catedral de Nossa Senhora da Conceição

Funcionando em uma sala da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, esse espaço cultural é administrado pela Arquidiocese de Manaus.
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Museu Fernando Ferreira da Cruz da Beneficente Portuguesa

O Museu Fernando Ferreira da Cruz é mantido pela Sociedade Beneficente do Amazonas e funciona no Centro Cultural Luso-Brasileiro, na rua Ferreira Pena, n. 37, Centro.
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Museu Maçônico Mário Verçosa

Seu acervo contém uma significativa coleção de objetos referentes à história da Maçonaria, como paramentos e insígnias dos grão-mestres e peças de arquitetura (escritos maçônicos).
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Museu de Ciências Naturais da Amazônia

O Museu de Ciências Naturais da Amazônia foi fundado no dia 15 de junho de 1988 em comemoração aos oitenta anos da imigração japonesa no Brasil.
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Fachada do Edifício do Museu do Porto

Sua inauguração aconteceu em 28 de janeiro de 1985, nas comemorações de 117 anos da abertura dos portos brasileiros às nações amigas.
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Fachada do Museu do Índio

A criação de um museu indígena em Manaus foi uma iniciativa da madre Madalena Mazzone, No início, foi instalado em duas salas de aula do Patronato Santa Teresinha.
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Fachada do Antigo Museu do Homem do Norte

Atualmente, o Museu do Homem do Norte está funcionando no centro Centro Cultural dos Povos da Amazônia desde 29 de setembro de 2011.
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Entrada do Museu Seringal Vila Paraíso

Apesar de sua inauguração ter ocorrido em 16 de agosto de 2002, esse espaço cultural já recebia excursões antes mesmo de ser oficialmente aberto ao público.
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Museu da Imagem e do Som do Amazonas – Misam

A ideia de se instalar um museu da imagem e do som em Manaus data da década de 1970, conforme matéria publicada no matutino O Jornal, de 20 de novembro de 1976.
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Sala com Parte do Acervo do Museu do Teatro Amazonas

O acesso ao museu é gratuito somente para estudantes que necessitem realizar pesquisas escolares. Aos outros visitantes, é cobrada uma taxa.
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Museu Tiradentes Instalado no Palacete Provincial

O Museu Tiradentes, que, por vários anos abrigou o Museu de Numismática, foi desativado no início deste século e permaneceu assim até setembro de 2008.
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Museu Etnográfico Crisanto Jobim/IGHA

Seu patrimônio contém mais de mil peças, entre cerâmicas, instrumentos de madeira, ossos, arcos, flechas etc, destaque para estatueta de pedra antropozoomorfica, peça mais rara desse museu.
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Pinacoteca do Estado do Amazonas

A Pinacoteca é um museu de artes plásticas – desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens. Surgiu da necessidade de um espaço em que os artistas regionais pudessem expor suas obras.
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Museu de Numismática Bernardo Ramos

O acervo, já um pouco subtraído, foi instalado em um dos salões do antigo Comando-Geral da Polícia Militar, atual Centro Cultural Palacete Provincial, na praça Heliodoro Balbi (da Polícia).
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Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas

Seu acervo é composto por coleções de fotografias de 1911 e 1970 do cineasta Silvino Santos, do fotógrafo alemão George Huebner, dos municípios amazonenses e da própria Ufam.
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Museu de Minerais e Rochas Carlos Isotta

Inaugurado em 13 de maio de 1982, possui um acervo composto por amostras dos principais minerais e rochas encontradas em todos os Estados brasileiros e também em outros países.
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Museu Comercial do Amazonas

Sua desativação ocorreu em 1970 e o seu acervo foi transferido para um depósito de propriedade da Associação Comercial do Amazonas, situado na rua dos Andradas.
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Plano do Laboratório do Museu Botânico do Amazonas

O Museu Botânico foi transferido do palacete do Barão de São Leonardo para o porão do Liceu, hoje Colégio Amazonense D. Pedro II. Depois de três dias foi criada a revista Vellosia.
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Biblioteca Samuel Benchimol

As obras abordam, em especial, a Economia, as Ciências Políticas e Sociais, além de assuntos relacionados à Amazônia. Localiza-se na rua Miranda Leão, n. 41, altos da loja Bemol.
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Biblioteca Senador Bernardo Cabral

Vista da antiga fachada da Biblioteca Senador Bernardo Cabral. Inaugurada em 30 de abril de 2004 e está localizada em um edifício de dois andares, na praça Francisco Pereira da Silva.
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Biblioteca Maçônica Mário Verçosa

Há, por exemplo, os registros de todos os maçons do Amazonas e das primeiras lojas existentes no Estado, bem como as atas e cartas de alforria da época da libertação dos escravos no Estado.
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Biblioteca Cosme Ferreira Filho

Apesar de a Associação Comercial do Amazonas – ACA ter sido fundada em 1871, somente três décadas mais tarde, em 1902, é que surgiria a ideia de se organizar a biblioteca dessa instituição.
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Biblioteca Émina Barbosa Mustafa

A consulta local aos livros é permitida somente às pessoas que possuem a carteira de sócio do Clube do Trabalhador, entretanto, apenas os títulos de Literatura podem ser emprestados.
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Biblioteca Setorial Manoel Bastos Lira

O atual sistema de bibliotecas da UFAM possui uma provedora, a Biblioteca Central e mais oito setoriais. Atualmente, o acervo total da BC é formado por, 227 mil títulos, aproximadamente.
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Biblioteca Municipal João Bosco Pantoja Evangelista

Sede da Liverpool School of Tropical Medicine, primeira no mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. A Edificação foi inaugurada em 1908.
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Porta de Entrada da Biblioteca Arthur Reis

Atualmente a Biblioteca Arthur Reis está funcionando no Centro Cultural dos Povos da Amazônia - CCPA. O acervo dessa unidade de informação é disponibilizado somente para consulta local.
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Biblioteca Ambiental do Parque do Mindu

Voltada para a temática do meio ambiente, essa Biblioteca foi criada, inicialmente, para atender a pesquisadores da área ambiental.
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Biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa

A Biblioteca do Inpa está localizada na avenida André Araújo – também conhecida como estrada do Aleixo –, n. 2.936, bairro Aleixo e dispõe, aproximadamente, de duzentos mil títulos.
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Biblioteca Ramayana de Chevalier do IGHA

Dispõe de algumas raridades em suas coleções, como manuscritos do século XIX, Leis Orgânicas e Orçamentárias, publicações de viajantes naturalistas e um acervo de foto dos séculos XIX e XX.
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Biblioteca Estadual do Centro Cultural Thiago de Mello

O seu acervo contém mais de trinta mil títulos, distribuídos em oito salas temáticas: biblioteca infantil, biblioteca dos ensinos Fundamental e Médio, biblioteca juvenil, sala Amazoniana.
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Biblioteca Genesino Braga

Estudantes, professores e o público em geral têm acesso gratuito ao acervo para empréstimos e consultas no local e podem também acessar a internet para pesquisas.
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Biblioteca Emídio Vaz d’Oliveira

O prédio foi residência do homenageado entre as décadas de 1930 e 1960. Cada uma das suas dependências foi aproveitada. Seu acervo atual é composto por, nove mil títulos, aproximadamente.
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Biblioteca Padre Agostinho Caballero Martins

Seu acervo é composto aproximadamente, por dez mil títulos, entre livros didáticos, paradidáticos, obras de referência, folhetos, periódicos, artigos de jornais e revistas.
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Entrada da Biblioteca Braille

desde o ano de 2008 a Biblioteca Braille está instalada no Bloco C do Centro de Convenções, o Sambódromo. Em seu acervo constam mais de 50 mil obras entre livros digitalizados, e outros.
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História da Biblioteca Pública do Estado do Amazonas

Em 1988, por meio do Decreto 11.033, de 12 de abril, o prédio da Biblioteca Pública foi tombado como Monumento Histórico do Estado.
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Vista aérea da Utam – na Avenida Darcy Vargas em Construção

Por não dispor de um campus universitário, a Universidade constitui-se de vários prédios, distribuídos pela Cidade. A Reitoria está localizado no edifício da avenida Djalma Batista.
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Vista aérea do Campus Universitário da Ufam

Campus Universitário da Ufam, no bairro Coroado. No canto superior direito, o chamado Setor Norte, onde funcionam o ICHL, FES, FT, entre outras unidades.
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Fachada Frontal da Faculdade de Filosofia do Amazonas

Sua aula inaugural foi proferida pelo governador Gilberto Mestrinho, ocorreu no dia 16 de março de 1961, em solenidade realizada no auditório do extinto Palácio Rodoviário.
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Prédio da Escola de Enfermagem de Manaus

Apesar de sua denominação atual ser Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Amazonas, ainda utiliza a sua sigla original: EEM.
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Antiga Escola de Serviço Social

Imagem da fachada principal da antiga Escola de Serviço Social de Manaus, na avenida 13 de Maio, atual Getúlio Vargas esquina com a rua Ramos Ferreira e que foi construída no ano de 1940.
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Fachada do Edifício da Faculdade de Farmácia e Odontologia

A formatura da primeira turma da Faculdade de Farmácia e Odontologia da Universidade do Amazonas, composta por onze alunos, aconteceu em 1970.
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Prédio da Antiga Escola Agronômica

Nessa época, a Escola já possuía um campo experimental denominado Nelson de Mello, na estrada do Aleixo. o Governo Federal extinguiu a Escola Agronômica em 1943.
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Prédio onde funcionava a Faculdade de Direito

Originada da Escola Universitária Livre de Manáos, a Faculdade de Sciencias Jurídicas e Sociaes foi instalada em 15 de março de 1910 e suas aulas começaram em 6 de abril do mesmo ano.
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Prédio da Universidade de Manáos na avenida Joaquim Nabuco

Em seu primeiro ano de atividade, foram matriculados 156 alunos, informação encontrada no Relatório do Movimento Escolar apresentado em 4 de março de 1911 por Astrolábio Passos.
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Instituto Christus do Amazonas – CIEC

Criado em 30 de outubro de 1954, o Instituto Christus do Amazonas se originou da iniciativa do casal Orígenes e Berenice Martins com um grupo de professores.
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Anúncio da Escola Brasileira de Manaus

Fundada em 8 de fevereiro de 1938 pelo casal Pedro e Lourdes Silvestre, a Escola Brasileira de Manaus funcionou, inicialmente, na rua 24 de Maio, Centro.
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Vista Lateral do Colégio São Francisco de Assis

De acordo com os termos de convênio da Seduc, a Escola passou a funcionar como um anexo do Colégio Amazonense D. Pedro II condição que manteve até o final da década de 1960.
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Centro Educacional Santa Teresinha

A sua nomenclatura atual, Centro Educacional Santa Teresinha – Cest, foi oficializada em 1977. Vinte anos depois, passou a aceitar a matrícula de alunos do sexo masculino.
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Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

Seu endereço atual é rua Silva Ramos, n. 833, Centro, e disponibiliza, nos dias de hoje, a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
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Novo Prédio do Colégio Dom Bosco

A Diocese do Amazonas cedeu uma área onde estava sendo construído um prédio para a residência episcopal, na avenida Epaminondas, local em que o Colégio Dom Bosco permanece até hoje.
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Fachada do Colégio Santa Dorotéia

As religiosas e o Colégio foram instalados em duas casas na rua Dez de Julho, em frente ao hospital da Sociedade Beneficente Portuguesa.
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Escola Estadual Carvalho Leal

A construção da atual sede da Escola Estadual Carvalho Leal– na rua Borba, também no bairro Cachoeirinha – foi iniciada em 1948 e inaugurada no ano seguinte, em 5 de setembro.
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Escola Estadual Euclides da Cunha

Em 1927, esse Grupo Escolar foi transferido para a sua sede definitiva, na avenida Carvalho Leal, também no bairro Cachoeirinha – seu endereço atual.
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Escola Estadual Ribeiro da Cunha

Por meio do Decreto 11.194, de 14 de junho de 1988, seu prédio recebeu tombamento do Conselho Estadual de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico do Amazonas – CEDPHA.
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Escola Estadual Machado de Assis

Com dezessete salas de aula, o Machado de Assis disponibiliza, atualmente, o Ensino Fundamental, a Educação de Jovens e Adultos – EJA e o projeto Tempo de Acelerar.
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Escola Estadual Olavo Bilac

Situada na rua Cinco de Setembro, n. 82, bairro São Raimundo, essa Escola dispõe, atualmente, de nove salas de aula e oferece o Ensino Fundamental e EJA.
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Escola Estadual Antônio Bittencourt

No início de suas atividades, o estabelecimento de ensino era composto por três escolas isoladas que foram agrupadas pelo Decreto 1.050, de 28 de janeiro de 1914.
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Escola Estadual Marechal Hermes

Sua denominação foi uma homenagem ao militar do Exército, marechal Hermes Rodrigues da Fonseca.
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Escola de Commercio Solon de Lucena

Em 1919, essa Escola Comercial iniciou suas atividades no então Grupo Escolar Silvério Nery, que, à época, funcionava em um prédio de frente para a praça dos Remédios.
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Antigo Prédio da Escolas de Aprendizes Artífices

Sua origem data de 1909, quando o presidente da República, Nilo Peçanha, criou, nas capitais brasileiras, a Escola de Aprendizes Artífices (Decreto Federal 7.566, de 23 de setembro 1909).
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Fachada da Escola Estadual Barão do Rio Branco

Em 1988, seu prédio foi tombado como Monumento Histórico do Estado. Possui, atualmente, dois pavimentos, quatorze salas de aula e oferece o Ensino Fundamental.
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Grupo Escolar Gonçalves Dias

Em meados da década de 1950, o Grupo Escolar Gonçalves Dias foi extinto e seus alunos incorporados à recém-criada escola salesiana Domingos Sávio – que encerrou suas atividades em 1984.
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Escola Estadual Cônego Azevedo

Teve origem do agrupamento das escolas isoladas de ensino primário que funcionavam, desde 1901, no prédio estilo chalé, na antiga rua dos Tócos, atual rua Xavier de Mendonça, Aparecida.
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Escola Estadual Saldanha Marinho

Entre 1910 e 1913, o Saldanha Marinho abrigou a Escola Universitária Livre de Manáos. Nesse período, as aulas das duas instituições aconteciam em horários distintos.
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Fachada do Prédio do Grupo Escolar Silvério Nery

O Grupo Escolar recebeu a denominação Nilo Peçanha em 1931, homenagem ao ex-presidente da República, Nilo Procópio Peçanha, presidente do Brasil de 1909 a 1910.
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Escadaria do Instituto Benjamin Constant

Inaugurada no dia 10 de julho, na rua Nove de Novembro, recebeu a denominação Azylo Orphanológico Elisa Souto em homenagem à esposa do presidente Theodoreto Souto.
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Fachada do Edifício do Instituto de Educação do Amazonas – IEA

A partir de 2009, o Instituto de Educação do Amazonas foi transformado em uma Escola-Piloto de Ensino Médio de Tempo Integral.
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Vista do edifício do Gymnasio Amazonense

O Instituto Normal Superior teve apenas três anos de existência e foi substituído pelo Gymnasio Amazonense – nova denominação do antigo Liceu –, criado em 13 de outubro de 1893.
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Anúncio do Seminário Episcopal de São José

O Seminário Episcopal de São José de Manaus, primeiro estabelecimento de ensino secundário do Amazonas, foi criado em 15 de maio de 1848 pelo bispo do Pará, Dom José Afonso de Morais Torres.
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Antiga Secretaria de Educação e Cultura

A história da antiga Secretaria de Educação e Cultura começou em 1953, com a então Pasta Educacional do Estado.
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Prédio do Grupo Escolar José Paranaguá após Ampliação

Com o passar dos anos, a designação José Paranaguá foi incorporada definitivamente ao Grupo Escolar. Sua primeira diretora foi dona Elvira Pereira.
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Santo Antônio Commercial School

Após a Proclamação da República, a primeira ação realizada no ensino do Amazonas ocorreu em 1890 com a criação do Instituto Normal Superior, originado da fusão do Liceu com a Escola Normal.
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Instituto de Educandos Artífices

Extinto pelo Decreto 880, de 25 de setembro de 1914, por Jonathas Pedrosa, que alegou já existir um estabelecimento similar mantido pelo Governo Federal: a Escola de Aprendizes Artífices.
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Asilo Orfanológico Elisa Souto

A instituição ficava localizada na rua Nove de Novembro, atual Lauro Cavalcante. Sendo inaugurada em 10 de julho. Era oferecido os ensinos primário e doméstico para meninas órfãs e pobres.
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Prédio do Seminário São José

Prédio do Seminário São José, que depois abrigou o Instituto de Ciências Humanas e Letras da antiga UA. Década de 60. Acervo: Biblioteca do IBGE.
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Cemitério Nossa Senhora da Conceição das Lajes

Isolado em uma ilha com aproximadamente 40 metros de altura a grande dificuldade é o acesso ao local. Na área existem mais de 1.900 sepulturas, tendo já recebido acima de 1.920 inumados.
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Vista do Cemitério Santo Alberto

Está distribuído em cinco quadras, contém em torno de 4 mil sepulturas, com mais de seis mil inumados. Localiza-se na rua Monteiro Maia, s/n, na Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus.
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Capela do Cemitério Santa Helena

De acordo com informações da Coordenadoria de Cemitérios, o Santa Helena contém, atualmente, mais de 5.300 sepulturas e acima de 22 mil inumados.
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Túmulos antigos do Cemitério São João Batista

O primeiro inumado do Cemitério Judeu foi Leon Perez, sepultado no dia 12 de setembro de 1928. Esse campo santo é administrado pelo Comitê Israelita do Amazonas.
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Arco da entrada do Cemitério São João Batista

A inauguração do Cemitério São João Batista ocorreu em 5 de abril de 1891. No dia seguinte, recebeu seu primeiro inumado: uma criança de um ano de idade, por nome Maria.
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Antigo Cemitério São Raimundo

Imagem do antigo cemitério São Raimundo que foi construído e recebeu o nome da igreja de mesmo nome dando inicio as suas atividades como necrópole pública em 13 de dezembro de 1888.
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Antigo Cemitério dos Remédios

Vista do local onde ficava o antigo Cemitério dos Remédios. No centro, ao fundo, é possível ver a igreja de Nossa Senhora da Conceição.
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Antigo Cemitério São José

Os campos santos foram cercados, as quadras ganharam números e as sepulturas receberam os nomes dos falecidos e suas datas de óbito.
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Fachada da Igreja Dom Bosco

Ao contrário das outras paróquias, em 5 de fevereiro de 1993, o Colégio Dom Bosco foi elevado à categoria de Paróquia Pessoal para atender, exclusivamente, a sua comunidade escolar.
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Capela do Pobre Diabo na Cachoeirinha

“Meu Santo Antônio, protegei este pobre diabo.” Possivelmente, esse seja o motivo pelo qual o português era apelidado como Pobre Diabo.
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Santuário do Sagrado Coração de Jesus

Em 15 de dezembro, a Congregação realizou a inauguração do santuário. Em 29 de outubro de 1961, o templo foi oficialmente inaugurado pelo bispo Dom Pedro Massa, fundador do Patronato.
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Capela da Medalha Milagrosa

A imagem existente defronte à capela foi instalada em 2 de fevereiro de 1958, como parte da celebração dos dez anos de atividades daquela instituição filantrópica.
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Capela da Sociedade Beneficente Portuguesa

As peças mais antigas da Capela – entre elas, um altar e um sino trazido de Portugal – estão expostas, atualmente, no Museu Fernando Ferreira da Cruz.
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Antiga Capela de Nossa Senhora Auxiliadora

A pedra fundamental da primeira capela de Nossa Senhora Auxiliadora.
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Nave Central da Capela de Santa Paula Frassinetti

Os templos religiosos secundários são assim denominados por desenvolverem um trabalho religioso voltado para públicos específicos.
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Antiga Capela da Santa Casa de Misericórdia

Seu espaço, inicialmente, era ocupado por um necrotério, inaugurado em 1º de março de 1903. O local sofreu adaptações na década de 1920 e passou a funcionar a partir de dezembro de 1922.
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Fachada da Igreja de Santa Luzia

O primeiro prédio da Igreja de Santa Luzia nesse bairro foi inaugurado no dia 4 de junho de 1944, data em que os fiéis comemoram o aniversário do templo.
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Igreja de Nossa Senhora de Fátima

A primeira capela em homenagem à Santa foi erguida em um terreno doado pelo comerciante Antônio Caixeiro, em atendimento ao pedido do frei José de Leonissa.
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Igreja de Nossa Senhora de Nazaré no Bairro Adrianópolis

Com o nome de capela de São Saturnino, a primeira sede da Igreja foi construída em uma chácara localizada na rua Paraíba e pertencia à Washington Saturnino da Cruz, funcionário da Alfândega.
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Igreja de São José Operário da Praça 14

A primeira pedra da construção da igreja de São José Operário foi lançada em 4 de junho de 1949, conforme histórico da própria Paróquia. Sua inauguração ocorreu em 1º de maio de 1967.
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Santuário de Nossa Senhora Aparecida

A construção da sede atual da Basílica de Nossa Senhora Aparecida foi iniciada em 1954 e inauguradas três anos mais tarde. O projeto é de autoria do amazonense Moacir Andrade.
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Nave Central da Igreja de Santa Rita de Cássia em Cachoeirinha

O dia 22 de maio, é o dia dedicado a Santa, os devotos recebem rosas distribuídas durante a procissão, que percorre as principais ruas e avenidas do bairro e retorna ao ponto de partida.
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Nave Central da Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Anos depois, por reunir as condições necessárias para se tornar uma paróquia, esse bairro passou a ser considerado, pela Igreja Católica, um Curato.
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Vista da Fachada da Igreja de São Raimundo

A principal comemoração realizada pela Paróquia é a festa do dia dedicado a São Raimundo Nonato – 31 de agosto –, com procissão pelas ruas do bairro.
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Altar Mor da Igreja de São Sebastião

O prédio da capela de São Sebastião, localizado na rua Dez de Julho, Centro, foi tombado como Monumento Histórico do Estado em 12 de abril de 1988 (Decreto 11.038).
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Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

Localizada na rua Miranda Leão, Centro, essa igreja foi tombada como Monumento Histórico do Estado do Amazonas pelo Decreto 11.037, de 12 de abril de 1988.
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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição

Um incêndio ocorrido em 2 de julho de 1850 consumiu toda a igreja construída por Lobo D’Almada. Salvaram-se, apenas, algumas imagens e o vaso com o Sagrado Santíssimo Sacramento.
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Vista frontal da Catedral de Nossa Senhora da Conceição

A Diocese foi elevada a Arquidiocese em 16 de fevereiro de 1952, sendo seu primeiro arcebispo Dom Alberto Gaudêncio Ramos. À época com 36 anos, foi considerado o mais jovem do mundo.
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Vista das Instalações do Super Terminais

Seu píer foi construído à semelhança do cais do Porto de Manaus, ou seja, também tem mecanismos para acompanhar a subida e a descida das águas do rio Negro.
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Ponto de Travessia do São Raimundo e da Ceasa

O “porto” da Ceasa iniciou suas atividades em 25 de fevereiro de 1975 e é de responsabilidade da União. A travessia do São Raimundo foi inaugurada em 14 de dezembro de 1975.
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Vista aérea do Porto da cidade de Manaus

Na retomada das obras de revitalização e de transformação da área do Porto de Manaus inaugurou-se, no final de 2008, uma loja de departamentos.
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Trapiche 15 de Novembro construído em 1890

Segundo o dicionário Houaiss, trapiche é um armazém onde se estocam mercadorias destinadas à exportação ou importação.
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Embarcações no Amazonas

Vista dos ancoradouros que ficavam no meio do rio Negro, na orla da cidade de Manaus. In: Album do Amazonas 1901-1902.
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Fotografia Tirada do Porto de Manaus por Silvino Santos

É válido ressaltar, entretanto, que o vapor de guerra Guapiaçu, da Armada Nacional, já havia realizado essa travessia entre Belém e a então Vila de Manaus uma década antes.
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Vista Aérea do Viaduto Dom Jackson Damasceno Rodrigues

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, passagem de nível é “todo cruzamento de nível entre uma via e uma linha férrea ou trilho de bonde com pista própria”.
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Maquete eletrônica do Projeto da Ponte sobre o rio Negro

A Ponte Jornalista Phelippe Daou, mais conhecida como Ponte Rio Negro, foi inaugurada no dia 24 de outubro de 2011, aniversário de 342 anos da capital do Amazonas.
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Ponte da Bolívia na Avenida Torquato Tapajós

Iniciadas as obras, para que os trabalhos avançassem pelo lado de Manaus, era preciso que se colocasse, em caráter provisório, uma ponte de madeira sobre o igarapé da Bolívia.
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Vista das Pontes sobre o Igarapé do Mindu

O edital de concorrência pública para a construção dessa ponte, em concreto armado, foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 4 de setembro de 1953.
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Pontes Lopes Braga e Joana Galante em São Jorge

A Ponte Engenheiro Lopes Braga, seu tráfego funciona no sentido Centro-bairro, enquanto a Ponte Joana Galante serve no sentido inverso, ligando a avenida São Jorge à rua Arthur Bernardes.
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Vista aérea da Ponte Senador Fábio Lucena

Adolpho Lisboa sugere a construção de uma ponte para ligar as duas margens do igarapé da Cachoeira Grande, na altura do Matadouro Municipal, atual prédio da Fundação Nacional da Saúde.
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Ponte Presidente Dutra e da Conciliação

Construída sobre o igarapé do São Raimundo para viabilizar o acesso dos moradores do bairro de mesmo nome ao restante da cidade.
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Vista da Ponte Antônio Plácido de Souza

Apesar de o Educandos já possuir duas pontes que o ligavam à Cidade, a Ephigênio de Salles e Juscelino Kubitschek, ainda se tinha a necessidade de uma ligação direta para o Centro.
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Ponte Juscelino Kubitschek

O lançamento da pedra fundamental da obra ocorreu em 1952, em 31 de janeiro, como parte das comemorações do primeiro aniversário do governo de Álvaro Maia.
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Vista da Ponte Ephigênio de Salles

Em 2005, devido ao Prosamim, a Ponte Ephigênio de Salles – em homenagem ao governador que a construiu – passou por um processo de restauração arquitetônica e de recuperação estrutural.
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Pontes Romanas da Avenida Sete de Setembro

Por meio do Decreto Municipal 3, de 4 de julho de 1896, as Pontes Romana I e Romana II receberam, respectivamente, as denominações Floriano Peixoto e Marechal Deodoro.
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Vista Aérea do Parque Ponte dos Bilhares

Espaço público de convivência que reúne opções de entretenimento, esporte, cultura e lazer, o Parque Ponte dos Bilhares localiza-se às margens do igarapé do Mindu.
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Vista frontal da Ponte Prudente de Moraes

Construída pelo engenheiro Frank Hirst Hebblethwaite – o mesmo da Ponte Benjamin Constant – a inauguração da Ponte da Cachoeira Grande, ocorreu em 18 de setembro de 1895.
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Imagens da Ponte Benjamin Constant ou Ponte Metálica

A Ponte Benjamin Constant construída sobre o igarapé do Mestre Chico e serve de ligação entre os bairros Centro e Cachoeirinha. Na imagem vemos os carros em mão dupla.
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Imagem da Ponte de Ferro dos Remédios

A ponte foi concluída em 23 de dezembro de 1881, mas, sua pintura seria realizada somente dois anos depois. Foi desmontada no final do século XIX, assim como outras pontes da cidade.
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Antiga Ponte do Espírito Santo

Ponte do Espírito Santo, que ligava os bairros Espírito Santo e República. Hoje este local é onde se encontra as avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro.
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Vista da Ponte da Imperatriz com a Igreja Matriz ao fundo

No início da década de 1980 do século XIX, mais quatro importantes pontes foram construídas pelo Poder Público.
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Monumento ao Escritor Ferreira de Castro

De sua estrutura original, resta-lhe apenas a esculturada cabeça, a qual passou por uma restauração em 2007 e foi colocada em exposição no Centro Cultural Povos da Amazônia –CCPA.
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Monumento a Eduardo Gonçalves Ribeiro

O prefeito Manoel Ribeiro mandou construir, na praça do Congresso, uma fonte luminosa, onde se instalou um pedestal e um busto do Pensador. Que está, hoje, sem as características originais.
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Monumento a Agnello Bittencourt

Cabe destacar que esse foi o primeiro busto a ser instalado em uma mureta construída na administração do prefeito Jorge Teixeira e que possuía espaço para outros três bustos.
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Monumento a Ephigênio de Salles

Em 1899, participou, ao lado de Luiz Galvez, da campanha pela libertação do Acre e tornou-se capitão assistente de Plácido de Castro, líder da resistência brasileira.
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Escultura na Praça Gonçalves Dias

A construção desse marco foi uma iniciativa do Clube da Madrugada, sendo esculpido pelo artista plástico português Álvaro Páscoa.
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Monumento em Homenagem ao Marechal Floriano Peixoto

O monumento era composto por um pedestal e um busto em bronze. Essa escultura encontra-se, atualmente, instalada em um dos jardins laterais da Catedral sem identificação alguma.
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Vista aérea da Praça e Monumento a Ribeiro Júnior

A ideia dessa homenagem foi do jornalista Arlindo Porto. O busto, esculpido por Branco e Silva, em uma mistura de cimento, areia fina e cola, recebeu a pintura na cor bronze.
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Busto de Carlos Gomes sobre a harpa

Em uma reforma realizada no teatro, na década de 1960, o monumento perdeu seu aspecto original e o busto desapareceu. Ele se encontra no Salão Nobre do Teatro Amazonas, seu local de origem.
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Monumento a Sant’anna Nery no Jardim Jaú

A construção do monumento em homenagem ao escritor e folclorista Frederico José de Sant’Anna Nery data do início do século passado e foi uma iniciativa do empresário Sebastião Diniz.
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Vista do Obelisco na avenida Eduardo Ribeiro

Vista do Obelisco, monumento em homenagem ao Primeiro Centenário da Elevação da Vila da Barra do Rio Negro à categoria de Cidade, durante realização de desfile estudantil.
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Monumento a Nossa Senhora da Conceição na Praça do Congresso

O Primeiro Congresso Eucarístico Diocesano de Manaus aconteceu entre os dias 31 de maio e 4 de junho de 1942. Foi considerado, à época, o maior acontecimento religioso do Amazonas.
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Vista do Relógio Municipal na Avenida Eduardo Ribeiro

A construção do pedestal do relógio foi em 31 de março de 1929. Oito meses depois, em 28 de novembro, ocorreu a inauguração. O projeto desse relógio foi do amazonense Coriolano Durand.
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Monumento à Província Tenreiro Aranha

A inauguração do monumento ocorreu em 5 de setembro de 1907 e ali permaneceu até 1932, quando foi trasladado para a praça Cinco de Setembro, onde está até os dias de hoje.
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Primeiro monumento instalado em 1867

Vemos o Primeiro monumento (coluna de pedra), na frente do Teatro Amazonas, instalado em 1867. Ao fundo, a rua José Clemente. In: O valle do Amazonas e o problema da borracha, 1912.
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Monumento em Homenagem à Abertura dos Portos

Esse Monumento foi restaurado em 1995 em parceria com a empresa Xerox do Brasil. Foram substituídas as âncoras douradas que adornam as colunas que foram arrancadas pela ação de vândalos.
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Vista Panorâmica do Teatro Amazonas

Manaus possui quatro edificações tombadas pelo IPHAN: o Teatro Amazonas, o Reservatório do Mocó, o Mercado Adolpho Lisboa e o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Porto de Manaus.
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Praça João Pessoa ou Praça da Bola do Olímpico

Devido às obras realizadas na avenida Constantino Nery pelo prefeito Jorge Teixeira em 1975, essa Praça foi extinta. Em 1998 foi concluído o viaduto Dom Jackson Damasceno Rodrigues.
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Extinta Praça Sargento Manoel Chagas

Esse logradouro foi extinto durante a administração de Jorge Teixeira em razão das obras da abertura da atual avenida Djalma Batista, no prolongamento da rua Comendador Clementino.
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Extinta Praça Ribeiro da Cunha

Por meio da Lei Municipal 178, de 6 de abril de 1993, recebeu a denominação Praça José Lindoso. A Praça foi ocupada, indevidamente, pelo Grêmio Recreativo e Escola de Samba Sem Compromisso.
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Vista da área da Extinta Praça Gomes Carneiro

Sua área, nos dias de hoje (2021), está ocupada pelo prédio da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade do Estado Amazonas – UEA.
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Extinta Praça Floriano Peixoto

Nessa Praça, em 1928, quando Ephigênio de Salles era presidente instalou-se a primeira estação de radiodifusão do Amazonas, onde eram transmitidas notícias, concertos musicais, conferências.
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Praça Nossa Senhora de Fátima

Essa Praça teria recebido duas denominações que tinham referência direta com a revolta ocorrida em 14 de janeiro de 1892, que culminou com a renúncia do governador Thaumaturgo de Azevedo.
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Praça Benjamin Constant

Sua primeira denominação foi Praça de Antimari, nome que lhe servia de referência e que existe até os dias de hoje, margeando o igarapé da Cachoeirinha, atual do Mestre Chico.
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Localização da antiga Praça Rio Branco

A Praça localizava-se entre as ruas Municipal, atual avenida Sete de Setembro, Visconde de Porto Alegre, Ajuricaba e Duque de Caxias, ocupada pela unidade sede do Ifam, antigo Cefet-Am.
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Vista Aérea do Estádio General Osório

O Festão do Povo viveu seu primeiro ciclo de sucesso até o início da década de 1970, quando o prefeito Paulo Nery, concedeu, definitivamente, o terreno para o Colégio Militar de Manaus.
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Localização da Antiga Praça Paysandu

O presidente da Província, José Paranaguá, em sua Mensagem Anual de 1883, sugeriu que o atual Teatro Amazonas, fosse construído na área dessa Praça, o que não chegaria a ocorrer.
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Extinta Praça Riachuelo

Essa Praça localizava-se entre o igarapé do Espírito Santo, aterrado para a construção da avenida Eduardo Ribeiro, e as antigas ruas: Brasileira – depois Municipal e hoje, Sete de Setembro.
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Praça Francisco de Queiroz antiga Praça Ruy Araújo

Construído pelo prefeito Paulo Nery, o logradouro, situado entre as ruas Quintino Bocaiúva, Doutor Almínio e Izabel, Centro, foi denominado Praça Ruy Araújo pelo Decreto Municipal de 1970.
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Estátua de Nossa Senhora Auxiliadora

Com o decorrer dos anos, a Praça Nossa Senhora Auxiliadora teve a sua área original – em formato retangular – modificada e, atualmente, possui um traçado triangular.
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Vista da Praça Duque de Caxias no Bairro São Jorge

Posteriormente, teve sua nomenclatura alterada para Praça Duque de Caxias em homenagem ao Patrono do Exército Brasileiro. Em 1971, a Praça recebeu a instalação de um busto desse militar.
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Vista lateral da Praça Ismael Benigno

A nomenclatura da Praça se deu em 20 de abril de 1979, quando a Prefeitura de Manaus alterou a denominação para Praça Ismael Benigno.
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Praça Padre Francisco no Bairro de São Raimundo

Em 2016 uma parte da Praça Padre Francisco foi demolida para executar os serviços para interligar essa área à avenida Presidente Dutra.
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Praça Comandante Ventura ou Praça da Bandeira Branca

Durante a administração estadual de Plínio Ramos Coelho (1955-1958), esse logradouro foi reformado e recebeu a instalação de um parque infantil denominado Janguinho.
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Praça Francisco Pereira da Silva ou Bola da Suframa

Sua inauguração ocorreu em 8 de janeiro de 1976 com a presença de Jacy Canavarro Pereira da Silva, esposa do homenageado, falecido três anos antes, em 10 de setembro de 1973.
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Vista da Praça Santos Dumont

Também conhecida como Praça São João devido estar nas proximidades do cemitério São João Batista. Essa denominação é encontrada na Planta da Rede de Esgoto e Águas Pluviais de Manáos.
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Imagem de satélite da Praça do Educandos

Foi também chamada de Praça do Rio Negro devido à sua proximidade com a orla desse rio, Praça da Capela, por situar-se em frente à igreja, e Praça do Educandos.
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Vista aérea da Praça da Vila-Nossa Senhora de Nazaré

A principal reforma ocorrida nesse logradouro foi realizada na administração do prefeito Gilberto Mestrinho (1956-1958), quando foi construído um jardim iluminado e outras melhorias.
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Praça Chile e Reservatório do Mocó

Existiu uma placa de mármore na parede do lado esquerdo do reservatório do Mocó, que registrava a “reinauguração da Praça Chile, em 31 de janeiro de 1952”, após pavimentada e ajardinada. 
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Vista da Praça Uruguaiana Atual Dom Bosco

A Praça Dom Bosco está localizada entre a avenida Epaminondas, a rua da Instalação e uma Agência da Previdência Social, no Centro.
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Praça Antônio Bittencourt ou do Congresso

Importantes manifestações populares, como a das Diretas Já – movimento nacional que pleiteava eleição direta para presidente do Brasil – e, também, os comícios do mineiro Tancredo Neves.
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Pavilhão São Jorge ou Café do Pina

No final de 2008, esse quiosque foi demolido e construiu-se um jardim em seu lugar. O Café do Pina foi reinaugurado em 25 de março de 2009, no térreo do Centro Cultural Palacete Provincial.
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Praça Gonçalves Dias ou Poeta Sebastião Norões

Anos depois, na reforma realizada pelo prefeito Jorge Teixeira naquela área, parte desse espaço foi eliminado e o restante, incorporado à Praça Heliodoro Balbi.
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Praça Heliodoro Balbi e a Praça Roosevelt

A denominação Praça Roosevelt foi dada pelo prefeito Antônio do Couto Valle, por meio do Decreto-Lei 258, de 1º de agosto de 1945, em homenagem presidente Americano Franklin Roosevelt.
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Vista aérea da Praça João Pessoa

Vista aérea da Praça João Pessoa, onde se vê as praças Roosevelt, Ribeiro Júnior e Gonçalves Dias, com o Pavilhão São Jorge, depois Café do Pina.
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Vista da Praça João Pessoa

Vista da Praça João Pessoa, ao centro, em frente ao Colégio Estadual de Manaus.
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Os Fícus-benjamin na Praça Heliodoro Balbi

A partir de 1886, devido à inauguração do Liceu Amazonense, atual Colégio Amazonense D. Pedro II, localizado em frente a esse logradouro, a Praça passou a ser chamada de Largo do Liceu.
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Vista da Praça São Sebastião e seu Entorno

Antes de se tornar uma Praça, a área desse logradouro era uma rocinha de propriedade do tenente-coronel Antônio Lopes Braga, que a doou para o Município.
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Praça da Saudade ou Praça Cinco de Setembro

A Praça Cinco de Setembro (da Saudade) está situada entre as atuais avenida Epaminondas e ruas Simão Bolívar, Ferreira Pena e Ramos Ferreira, no Centro.
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Praça dos Remédios ou Torquato Tapajós

Assim como em outros casos locais de nomes de praças e de ruas, essa nomenclatura não foi assimilada pela população, que continuou a chamá-la de Praça dos Remédios.
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Praça Nove de Novembro Durante Reforma na Década de 1970

A área da Praça Nove de Novembro originada da divisão do Largo do Pelourinho ficava localizada entre as atuais ruas Governador Vitório, Visconde de Mauá e Monteiro de Souza.
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Vista aérea da Praça Dom Pedro II

Uma das duas praças que se originaram da separação do antigo Largo do Pelourinho, foi chamada de Largo do Pelourinho e posteriormente, Largo do Quartel, atual Praça Dom Pedro II.
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Praça Marechal Thaumaturgo Já Extinta

Em formato de canteiro central, hoje extinto, estendia-se da confluência da avenida Floriano Peixoto com as ruas dos Andradas, Theodoreto Souto e Doutor Moreira, até a Praça Tenreiro Aranha.
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Imagem do Extinto Jardim Tamandaré

A extinção do Jardim Tamandaré – assim conhecido devido ao busto que ali existiu – ocorreu em razão das modificações realizadas no sistema viário do Centro.
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Vista da Praça Tenreiro Aranha

Na imagem podemos ver o Pavilhão Universal um importante símbolo turístico, cultural e histórico, construído em ferro e vidro bem característico da arquitetura da Belle Èpoque.
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Praça Tenreiro Aranha Remodelada

Na imagem podemos ver o prédio do Jornal A Notícia, com os casarões antigos e na parte inferior está a estátua do Adalberto Valle.
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Jardim da Praça Tamandaré

Em 1955, o presidente em exercício da Câmara Municipal de Manaus, Ismael Benigno, assinou a Lei 369, que autorizava o Ministério da Marinha a construir um jardim em frente à Capitania.
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Vista do local onde Existiu o Aviaquário Municipal

No fim dos anos 1980, o Aviaquário já havia sido desativado novamente. Atualmente, o local serve às atividades pastorais da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição.
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Vista aérea do Parque da Matriz sem o gradil

Imagem aérea dos Jardins da Praça da Matriz, do lado esquerdo está o Pavilhão Universal, o Tabuleiro da Baiana e as obras do Prédio do Banco do Brasil e o Teatro Amazonas ao fundo.
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Planta Baixa do Projeto de Construção do Parque da Matriz

Os jardins da Matriz foram abertos ao público em 8 de outubro de 1901, dia do aniversário do governador Silvério Nery, porém, sua inauguração oficial ocorreu somente vinte dias depois.
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Pavilhão Ajuricaba ao lado o Posto Texaco

A Câmara Municipal fez a doação do Pavilhão Ajuricaba à Associação dos Ex-Combatentes do Brasil para que ali fosse estabelecida uma escola para alfabetização de adultos.
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Jardim Ajuricaba de Menezes

Em 1968, o prefeito Paulo Nery transferiu essa fonte, junto com a escultura, para a hoje extinta Praça João Pessoa, também conhecida como Praça da Bola.
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Pavilhão Universal na Praça XV de Novembro

O Pavilhão Universal tinha áreas distintas: no térreo funcionava o serviço de bar, no subsolo e andar de cima eram reservados à prática de jogos de salão.
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Jardim Jaú na Estação dos Bondes

Com formato oval, situava-se em frente ao extinto, edifício da Manáos Tramways and Light Company Limited – concessionária de energia elétrica e de transporte coletivo da Cidade.
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Reforma da Praça Oswaldo Cruz em 1975

O governador Fileto Pires, em 1897, mandou construir um segundo jardim nessa Praça, no local onde haviam sido plantadas as palmeiras na área desapropriada, em 1893, por Eduardo Ribeiro.
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Vista aérea de Manaus na Década de 1960

Levantamento aerofotogramétrico de Manaus, datada de 1960. Vemos as Praças extintas e as demais praças que existem no Centro Histórico de Manaus.
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