O artigo analisa a Revolta de 1924 no Amazonas e a figura de Alfredo Augusto Ribeiro Júnior, lembrado por muitos como o “Redentor do Amazonas”. O texto mostra que o movimento surgiu em meio à crise econômica, ao desgaste das oligarquias locais e à influência do tenentismo. Embora Ribeiro Júnior tenha ganhado popularidade com medidas como o “Tributo da Redenção” e o pagamento de salários atrasados, a historiografia interpreta o episódio mais como uma rebelião militar com apoio político do que como uma revolução popular.




























