O artigo narra o caso do cargueiro Guaramiranga, que em 1957 ficou conhecido em Manaus como “navio fantasma” após um atraso prolongado que gerou especulações, crise de abastecimento e prejuízos ao comércio. A chegada do navio não encerrou o problema, pois surgiram disputas sobre as causas do atraso, dificuldades financeiras, taxas portuárias e impasses na descarga. O episódio é apresentado como símbolo da fragilidade logística, econômica e social da Amazônia naquele período, além do papel da imprensa na construção de uma crise pública.




























