José Osterne de Figueiredo – Um grande azarado ou um assassino em série?

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Nas décadas de 1950 e 1960, a cidade de Manaus foi aterrorizada por uma série de assassinatos que tinham sempre como denominador comum a presença de um personagem: o comerciante cearense José Osterne de Figueiredo.

O primeiro caso foi a morte do biscateiro Anacleto Gama, ocorrido em 1953, seguido pelo assassínio do merceeiro Antônio Dias, em 1954, e finalizando com o estrangulamento do engraxate Walderglace Grangeiro, de 13 anos de idade, em 1968. Todos apresentavam características idênticas no modus operandi do(s) assassino(s), com requintes de sadismo e agressões sexuais, o que levou a se acreditar que existia um serial killer na cidade.

A narrativa permite ainda ao leitor acompanhar como a imprensa amazonense abordou os crimes, muitas vezes prejulgando e condenando antes mesmo da própria Justiça, e como as autoridades policiais, na ânsia de agradar a opinião pública, acabaram por prejudicar as próprias investigações.

Os casos descritos nesta obra foram publicados, originalmente, nas matérias da época dos periódicos locais Jornal do Commercio, A Crítica, A Tarde, A Gazeta, Diário da Tarde, O Jornal e A Notícia, e constam também nas Fichas de Controle de Tramitação do Processo, do Tribunal de Justiça do Amazonas.

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Capa do livro José Osterne de Figueiredo – Um grande Azarado ou um assassino em série?


José Osterne de Figueiredo - Um grande azarado ou um assassino em série? Durango Duarte

Informações técnicas


Autor: Durango Duarte

Título: José Osterne de Figueiredo: Um grande azarado ou um assassino em série?

Páginas: 169

Ano: 2017

sobre o autor

José Osterne de Figueiredo - Um grande azarado ou um assassino em série? Durango Duarte Durango Duarte é empresário, publicitário, escritor e pesquisador. É Diretor-Presidente do Instituto Durango Duarte e CEO das empresas #PESQUISA365 e The Voice. Nasceu em 11 de novembro de 1963, em Cachoeira do Sul/RS e veio com a família à capital amazonense em fevereiro de 1975. Apaixonado pela história, pelas memórias de Manaus.

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