Prédio do Grupo Escolar José Paranaguá após Ampliação

Prédio do Grupo Escolar José Paranaguá após Ampliação

Grupo Escolar José Paranaguá

Quando da sua inauguração em 1º de junho de 1895, essa Escola não possuía assim uma denominação oficial. Por esse motivo, era chamada de Escola da rua José Paranaguá devido à sua localização. Um fato comum à nomenclatura de muitas instituições de ensino fundadas naquele mesmo período.

Com o passar dos anos, a designação José Paranaguá teve sua incorporação definitivamente ao então Grupo Escolar. Sua primeira diretora foi dona Elvira Pereira.

A empresa responsável pela então construção do prédio dessa Escola foi a Alberto Grossi & Cia., que o ergueu bem no centro do terreno, cujas laterais eram cercadas por jardins – removidos, posteriormente, pela necessidade de ampliação do prédio, o que então alterou as suas feições arquitetônicas originais.

A administração estadual, em 1936, construiu um pavilhão, anexo a esse estabelecimento de ensino, onde houve a instalação do então Jardim de Infância Úrsula Machado.

Escola Estadual Nilo Peçanha

Em meados da década de 60, com a desativação da cidade flutuante e a consequente transferência de seus moradores para outras áreas da Cidade, essa instituição educacional sofreu um processo de evasão escolar, pois boa parte de seu corpo discente residia naquele conglomerado.

Mesmo com o quadro de alunos reduzido, a Escola continuou assim a funcionar até 1979, quando a Seduc determinou a sua extinção. Seus alunos e professores foram remanejados para a Escola Estadual Nilo Peçanha.

Quase uma década depois, por meio do Decreto 11.189, de 14 de junho de 1988, o edifício que então abrigava essa Escola teve seu tombamento pelo Conselho Estadual de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico do Amazonas – CEDPHA.

Localizado na rua José Paranaguá, n. 574, bairro Centro, esse prédio centenário abriga, atualmente, a sede do então Conselho Estadual de Educação – CEE-Am.

Acervo: Luís Costa, Otoni Mesquita.

Acervo: CCPA.

Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.