Nave central da igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Durango Duarte - Nave central da igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

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Nave central. Foto: Fabio Nutti.

A primeira capela erguida em Manaus em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi construída em 1928 pela Sociedade Beneficente Sportiva de Constantinópolis e era subordinada à Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios.

A capela – de madeira e palha – era pequena, o que impossibilitava a realização de missas em seu interior. Por esse motivo, os fiéis tinham que se deslocar de Constantinópolis, atual bairro Educandos, para a igreja dos Remédios, no Centro.

Vale lembrar que, àquela época, Constantinópolis – assim como o bairro São Raimundo – também ficava separado da Cidade por um igarapé (ver Capítulo Pontes).

Somente em ocasiões importantes é que um padre era enviado àquele lugar para as celebrações eucarísticas. Essas missas eram realizadas em frente à pequena capela.

Anos depois, por reunir as condições necessárias para se tornar uma paróquia, esse bairro passou a ser considerado, pela Igreja Católica, um Curato.

Em 6 de janeiro de 1940, o padre Antônio Plácido de Souza foi nomeado cura dessa Igreja. Nesse mesmo ano, foi iniciada a construção de um templo de madeira, com duas torres, para substituir a antiga ermida.

No ano seguinte, em 15 de dezembro de 1941, o bispo diocesano Dom João da Mata de Andrade e Amaral decretou a criação da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

O início das obras de construção da igreja de alvenaria – com apenas uma torre e diversas ampliações – ocorreu em 1946. A segunda torre foi erguida anos mais tarde.

Entre as realizações do padre Antônio Plácido nessa Igreja – localizada na rua Inocêncio de Araújo – destacam-se a criação do Instituto de Obras Sociais de Educandos e da Casa do Pobre.

Também foi ele o responsável pela organização – em 29 de junho de 1949 – da primeira procissão em homenagem a São Pedro, Padroeiro dos Pescadores.

O dia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é festejado em 27 de junho, com missa e procissão pelas ruas do bairro.

Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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