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Borracha, uma pobre riqueza

Instituto Durango Durango

Reportagem de Gasparino Damata conta que a Amazônia viveu tempos de muitas riquezas com a borracha e Manaus transbordava em rios de dinheiro. Os bons tempos não duraram muito, pois, em meados de 1892, o inglês Henry Wickhman levou clandestinamente, para a Inglaterra, mudas de seringueira também colhidas clandestinamente, na Amazônia.

Anos depois, estas mudas transformaram-se nos imensos seringais do Oriente e passaram a abastecer o mundo. E, assim, Manaus, a capital mundial da borracha, rapidamente era esquecida.

Fotografias de Orlando Alli, Gervásio Batista e Silvino Santos

Revista Manchete, Rio de Janeiro – Edição 339, 18 de outubro de 1958.

Todos os arquivos acima foram extraídos do acervo da Biblioteca Nacional Digital – Brasil.

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