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A caçada do jacaré, no alto Purús

A matança irracional do jacaré ameaça a espécie

A partir da década de 40, começou-se a exportar, principalmente para os Estados Unidos e depois para a Argentina, o couro do jacaré. O que antes se inseria no rol dos primeiros inimigos do homem da região transformou-se em fonte de renda. A preocupação passou a ser a matança irracional e desordenada. Para que tenha uma ideia, em 1948, uma única casa de Manaus comprou cem mil couros. No ano de 1950, nos altos rios amazônicos, chegou-se a matar oitocentos mil jacarés. O repórter e o fotógrafo da Revista O Cruzeiro acompanharam, “in loco” a caçada ao jacaré.

FONTE

Revista O Cruzeiro. Rio de Janeiro: Edição 44, 19 de agosto de 1950.

 

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