“A História do Espiritismo no Amazonas”, mais um evento exitoso

Em 20 de junho de 2016 às 15:39.

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Sábado (18), no auditório do Instituto Durango Duarte (IDD), às 9h30, ocorreu a palestra “Informação é Tudo: A História do Espiritismo no Amazonas, o segundo evento promovido pela Instituição neste ano.

O primeiro palestrante da manhã foi Samuel Magalhães, historiador, pesquisador da história do Espiritismo, escritor, orador, articulista de periódicos espíritas do Brasil, colaborador da Federação Espírita Brasileira, membro do Centro de Documentação Espírita do Ceará, fundador e presidente dos centros de Documentação Espírita do Amazonas e Pernambuco, que abordou a gênesis do espiritismo no Amazonas.

O segundo foi Thiago Aguiar, 1º vice-presidente da área de Unificação da Federação da Espirita Amazonense (FEA), que tratou do espiritismo do Amazonas nos dias atuais.

O evento foi de todo exitoso e contou com a boa presença de público.

 

Sobre a Federação da Espirita Amazonense (FEA).

Como tudo começou … Fatos Registrados

Como em toda comunidade brasileira, os fenômenos espíritas estiveram presentes na jovem Província do Amazonas, do século XIX, e variadas devem ter sido suas ocorrências, sem que, entretanto, alguém buscasse uma compreensão para a realidade transcendente que sugeriam.

O registro mais antigo por nós localizado, faz referência a fato insólito observado no lugar denominado Freguesia do Moura, interior da Província, que foi publicado no “Diário de Belém” e transcrito pela revista “Reformador”, órgão de divulgação da Federação Espírita Brasileira, em seu número de 15 de junho de 1884, relatando fenômenos de efeitos físicos ocorridos em casa do Tenente Antônio José Barbosa, transferido de Manaus para aquela localidade em 1882.

Tais fenômenos foram autenticados pelos Srs. Antônio Oliveira Horta, Camilo Gonçalves de Oliveira Melo, Manuel Alves de Melo, Manuel Antônio de Araújo e Joaquim Nolasco de Oliveira, através de correspondências, também, endereçadas ao referido Diário.

Encontramos no “Reformador” de 1884 e 1885, narrativa de acontecimentos similares havidos em Manaus, o que sugere que já àquela época existiam espíritas no Amazonas, pois tais relatos dificilmente chegariam até a cidade do Rio de Janeiro, onde a mencionada revista era editada, sem que alguém, que no mínimo conhecendo o Espiritismo e as atividades da Federação Espírita Brasileira, os enviasse.

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