Uma paisagem do Amazonas faustoso

A Gazeta

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Coluna A Cidade em Foto do Jornal A Gazeta de 17 de dezembro de 1963.

Uma paisagem do Amazonas faustoso

Foi na época do saudoso “Pensador”, o cidadão Eduardo Gonçalves Ribeiro, o homem que encontrou uma aldeia e fez de Manaus uma cidade. Verdadeira obra de arte, de arquitetura e escultura também. Quando os operários eram artistas e colocavam a alma em seus trabalhos. Orgulho e boa vontade. Sem salário mínimo, previdência social e direito de greve. O passante ignora que isto exista. Aliás, o descobrimento das coisas bonitas da cidade é quase total. Falta de divulgação ou descaso mesmo pelo que temos de belo. A entrada principal do Instituto “Benjamin Constant”. Com sua imponente escadaria, colunas austeras, peristilo suntuoso. Uma obra prima. Que limpa a vista e purifica a alma. Mostrando que nem só do Teatro vive o Amazonas. Com o devido respeito e acatamento. Temos dito.

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