Sempre alguém de passo errado

A Gazeta

[vc_row][vc_column][vc_single_image image=”14337″ img_size=”large”][vc_column_text]Coluna A Cidade em Foto do Jornal A Gazeta de 03 de julho de 1964.

“Assim começam os soldados do Brasil, para se tornarem sentinelas indormidas da Pátria. Primeiro exercício de convocado é a ‘ordem unida’. Aprender a marchar tem um grande valor, pois não representa apenas o desejo da caminhada em cadência, acima de tudo é símbolo da unidade, da ação em conjunto, do saber obedecer para aprender a mandar. A ‘ordem unida’ é organização, base de tudo que é útil e representa solidez. Pode-se encontrar nesse exercício rotineiro muito de belo e expressivo, dando-nos certeza no futuro e um caminhar feliz e ordeiro para todos nós. Como diz uma canção militar, ‘ e junto ao Brasil está o fuzil da Infantaria’. Mas na chegada dos convocados ao quartel há muito de pitoresco, que faz a alegria da soldadesca. São milhares de anedotas, com um sabor todo pessoal. Mas a definição mais famosa do recruta ainda é aquela que diz ser ele ‘a imagem do cão, desmantelo de formatura e dor de cabeça do sargenteante”.

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