Praça Rio Branco

Durango Duarte - Praça Rio Branco

Localização da antiga Praça Rio Branco. In: Planta de Manáos e arrabaldes de 1906.

Logradouro que se localizava entre as ruas Municipal, atual avenida Sete de Setembro, Visconde de Porto Alegre, Ajuricaba e Duque de Caxias, na área, atualmente, ocupada pela unidade sede do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas – Ifam, antigo Cefet-Am (ver Capítulo Escolas).

Sua arborização foi determinada por meio da proposta do vereador Aristides Justo Mavignier, em sessão da Câmara Municipal, do dia 5 de outubro de 1881, quando era denominada Praça do Conselheiro Furtado.

A denominação Praça Rio Branco aparece pela primeira vez em 1894 quando o Governo do Estado contratou Lauro Bittencourt para efetuar o desaterro da área desse logradouro, serviço que somente ficaria concluído três anos mais tarde.

Essa nomenclatura é mencionada também na Carta Cadastral da Cidade e Arrabaldes de Manáos de 1895, levantada por João Miguel Ribas durante a administração estadual de Eduardo Ribeiro, e nas Plantas da Cidade, de 1906 e de 1915. Era chamada, ainda, de Praça Visconde de Rio Branco e de Praça Barão do Rio Branco.

Por meio da Lei 1.548, de 7 de maio de 1930, a Prefeitura Municipal transferiu a propriedade dessa Praça ao Estado para que este a cedesse à União com a finalidade de ali se construir o prédio da Escola de Aprendizes Artífices (ver Capítulo Escolas).

Ao estabelecimento de ensino, caberia a responsabilidade pela conservação, limpeza e embelezamento da área. O termo de doação definitiva da Praça Rio Branco foi assinado no dia 30 de maio de 1934 pelo interventor federal Álvaro Maia.

Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.