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    Vila Ninita

    Vista da Vila Ninita, onde a pinacoteca funcionou de 2000 a 2008. Foto: Fabio Nutti.

    Criada pelo governador Arthur Reis por meio da Lei 223, de 18 de junho de 1965, a Pinacoteca do Estado do Amazonas é um museu de artes plásticas – desenhos, pinturas, gravuras, esculturas e colagens, entre outros. Surgiu da necessidade de um espaço em Manaus, em que os artistas plásticos regionais pudessem expor suas obras.

    Sua inauguração aconteceu no dia 7 de setembro daquele mesmo ano e seus primeiros diretores foram Moacir Andrade, Álvaro Páscoa, Afrânio de Castro e Helena Gentil. Nessa época, a Pinacoteca, assim como o museu de numismática, era subordinada ao Departamento de Cultura da SEC e seu acervo era constituído por noventa obras de artes de artistas de todo Brasil, entre pinturas a óleo, bico de pena, xilogravuras e talhas. Inicialmente, a Pinacoteca Estadual foi instalada no pavimento superior do prédio da Biblioteca Pública do Estado do Amazonas, localizada na rua Barroso, n. 57, Centro, onde permaneceu até 1992, quando teve seu acervo transferido para o Centro de Artes Chaminé – espaço criado pelo Governo   do Estado para exposições e cursos de artes. O local escolhido para a instalação desse novo centro de artes foi o prédio da antiga Usina de Esgotos, na rua Isabel, n. 42, Centro.

    Em 1997, após cinco anos de  funcionamento  nesse  local, a Pinacoteca foi desativada e seu acervo ficou sob a responsabilidade do Ateliê de Restauro de Obras de Arte, onde foram realizados serviços de recuperação e conservação das peças artísticas.

    A Pinacoteca Estadual passou a integrar, em 2000, o Complexo Cultural Palácio Rio Negro – CCPRN e ocupou o pavimento superior da Vila Ninita, situada na avenida Sete de Setembro, n. 1.546, no Centro. Oito anos depois, seu acervo foi transferido para o Centro Cultural Palacete Provincial, cuja inauguração deu-se em março de 2009.

    O patrimônio dessa pinacoteca é formado por pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e instalações, entre outras técnicas, e cabe à Secretaria de Estado da Cultura – SEC a responsabilidade por sua administração. Seu acervo é composto por, aproximadamente, mil obras de artistas nacionais e estrangeiros, objetos de doações e de aquisições realizadas pela SEC e pela Associação de Amigos da Cultura – AAC.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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