Uma flor chamada Suely (1980)

Em 24 de fevereiro de 2017 às 08:00.

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A reportagem revela ao País, que o Amazonas não é só o grande reino da fantasia vegetal, dos rios caudalosos, dos peixes gostosos, dos mitos e lendas. A beleza da mulher amazonense se faz representar pela graça e juventude de Suely Lacerda. Muito mais que uma “cunhatã viçosa”, “da cor morenês”, a “filha dessa terra” escreve letras para canções românticas e crônicas cheias de ternura, sob a influência de Clarice Lispector, Graciliano Ramos e Simone de Beauvoir.

FONTE

Revista O Cruzeiro. Rio de Janeiro: Edição 14, 15 de março de 1980.