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    Ruínas do Hotel Cassina

    Vista das ruínas do antigo Hotel Cassina. Acervo: Jornal do Commercio.

    Situado na antiga praça da República, atual Dom Pedro II, em um prédio de dois andares erguido nas esquinas das ruas Frei José dos Inocentes e Governador Vitório, no Centro, o Hotel Cassina teve como primeiro proprietário o italiano Andréa Cassina. A referência mais antiga que existe sobre o início de suas atividades é um anúncio publicado no jornal Amazonas, de 1º de setembro de 1897.

    Em 1905, o hotel já estava sob a gerência da empresa Luiz Pinto & Cia., quando passou por reformas e foi reinaugurado na véspera de Natal daquele ano, com uma nova denominação: Grande Hotel Cassina.

    Devido ao declínio da economia gumífera em Manaus, o estabelecimento, outrora frequentado pelos barões da borracha, transformou-se em uma hospedaria e casa de jogos. De Cassina, o hotel passou a ser chamado, popularmente, de Cabaré Chinelo, denominação que utilizou até o encerramento de suas atividades.

    Atualmente, o prédio encontra-se em ruínas e somente as quatro paredes externas ainda permanecem de pé. No entanto, a Secretaria de Estado da Cultura – SEC pretende restaurar o imóvel e transformá-lo no Centro de Arte Contemporânea Hotel Cassina, que será um espaço para exposições, ao estilo do Centro Cultural Palácio Rio Negro.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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