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    Praça General Carneiro

    Vista da área da extinta Praça Gomes Carneiro, onde foi construído o Palácio Rodoviário. Década de 1970. Foto: Correia Lima. Acervo: Eduardo Braga.

    Localizava-se entre as avenidas Codajás, Uaupés, atual Presidente Castelo Branco, Canaçari, atual Carvalho Leal, e a rua Humaitá, atual Barcelos, no bairro Cachoeirinha.

    Sua abertura e denominação – Praça General Gomes Carneiro – foram propostas por Inácio Pessoa, em sessão da Intendência Municipal realizada no dia 28 de janeiro de 1895 (MONTEIRO, 1998). À época, era um espaço descampado, onde a comunidade realizava peladas e festejos juninos, sendo conhecida apenas por Praça General Carneiro.

    Décadas depois, sua área passou a ser utilizada pelo Ypiranga Futebol Clube – cuja sede ainda existe naquelas proximidades – como campo de treinamento de jogadores. Isso foi proibido pela Câmara Municipal, através da Lei 263, de 15 de setembro de 1952, que tornou a Praça General Carneiro em um bem de caráter, exclusivamente, público. Esse logradouro também foi palco dos primeiros festivais folclóricos de Manaus, realizados entre os anos de 1947 e 1953.

    Em 1957, no governo de Plínio Ramos Coelho, parte do terreno dessa Praça foi ocupada pela construção de quarenta casas populares do Conjunto Kubitschek. Mais tarde, na frente do referido conjunto habitacional, também foram construídos o Palácio Rodoviário e o Cine Ipiranga. Sua área, nos dias de hoje, está ocupada pelo prédio da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade do Estado Amazonas – UEA.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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