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    A onça e o jacaré, na piscina do quartel

    Caluna A Cidade em Foto do Jornal A Gazeta de 18 de fevereiro de 1964.

    O homem do interior sabe muito bem o domínio que a onça exerce sobre o jacaré. Basta um esturvo do felino para que um tinga, ou mesmo açu, fique na praia, paralisado, morto de medo. É um fenômeno que ainda não foi explicado em seus devidos termos, mas que existe, é real. E o jacaré assim parado, espera a chegada da onça que o devora, começando pelo rabo. Estranho fascínio nos mistérios da natureza. Assim, o jacaré foi perdendo seu prestígio, até ser pego vivo, para ir sempre servir de bolsas, sapatos, cintos e pulseiras. Com mercado internacional garantido. De animal feroz, temível, das estórias de assombração do “jacaré te pega” a um bicho qualquer que nem sabe a força que possui. E servindo de motivo para a ornamentação da piscina do estádio “General Osório”.

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