• Durango Duarte - Extinta Praça Floriano Peixoto
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    Extinta Praça Floriano Peixoto

    Imagem aérea do Hospital Militar na área da extinta Praça Floriano Peixoto. In: Levantamento aerofotogramétrico de Manaus. DNOS – 2º DFOS. Década de 60. Acervo: Jucineide Araújo.

    Construído no final do século XVII, esse logradouro situava- se no bairro Cachoeirinha, entre as avenidas Canaçari, atual Carvalho Leal, Borba, Canutama, atual rua Ipixuna, e a rua Santa Isabel, na área onde, atualmente, existe o Hospital Geral do Exército de Manaus – HGeM.

    Sua denominação – Praça Floriano Peixoto – foi proposta pelo superintendente municipal Manuel Uchôa Rodrigues, por meio do Decreto 1, de 20 de fevereiro de 1894, em deferência ao alagoano Floriano Vieira Peixoto, primeiro vice-presidente  e segundo presidente do Brasil. No ano seguinte, registra-se   a tentativa de se instalar na área dessa Praça uma estátua do homenageado (ver Capítulo  Monumentos).

    Em 1896, o governador Eduardo Ribeiro entregou um prédio escolar – atualmente ocupado pela Escola Estadual Euclides da Cunha (ver Capítulo Escolas) – que foi construído no entorno, desse logradouro. Nessa Praça, em 1928, quando Ephigênio de Salles era presidente do Estado instalou-se a primeira estação de radiodifusão do Amazonas, onde eram transmitidas notícias, concertos musicais, conferências  etc.

    A Lei 802, de 7 de maio de 1942, autorizou o Governo do Estado a doar ao, então, Ministério da Guerra uma área fronteiriça a essa Praça, entre as avenidas Silves, Borba e Carvalho Leal, para ali construir o Hospital Militar. Porém, ao invés de o hospital ter sido construído na área doada em 1942, ele foi erguido, em realidade, no terreno da própria Praça, sendo este o fim desse logradouro público.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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