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    Escola Estadual Antônio Bittencourt

    Fachada principal da atual Escola Estadual Antônio Bittencourt. Acervo: Seduc-Am.

    O então Grupo Escolar Antônio Bittencourt foi criado pelo governador Jonathas Pedrosa por meio do Decreto 1.049, de 23 de janeiro de 1914. Instalou-se em um prédio onde havia funcionado uma escola denominada Públio Bittencourt, na esquina das ruas Leovegildo Coelho e Andradas, no então bairro dos Remédios – área, hoje, compreendida pelo Centro.

    No início de suas atividades, o estabelecimento de ensino era composto por três escolas isoladas que foram agrupadas pelo Decreto 1.050, de 28 de janeiro daquele mesmo ano: duas do 1º Grau e uma do 2º Grau.

    Uma das escolas do 1º Grau – dirigida por Izabel Araújo da Silva – era mista e situava-se na rua Emílio Moreira. A outra do 1º Grau funcionava na avenida Major Gabriel e era regida por Raimunda Frota Leite.

    Quanto à do 2º Grau, localizava-se na avenida Joaquim Nabuco e sua responsável era Juventina Pires da Costa Lamarão, que passou a ocupar o cargo de diretora desse Grupo Escolar.

    No governo de Pedro Bacellar, essa Escola mudou de endereço por duas vezes, ambas no bairro do Mocó, atual Adrianópolis. Nessa mesma época, incorporou outras duas escolas: a Barão de Ladário e a General Pinheiro Machado.

    Na década de 30, já encontrava-se instalada em um prédio situado na praça Santos Dumont – ocupado, atualmente, pela sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amazonas.

    Em 1948, sofreu nova mudança de endereço e passou a funcionar nas dependências do Grupo Escolar Plácido Serrano, na avenida Ayrão – no trecho hoje denominado Waldemar Pedrosa –, onde permaneceu por nove anos.

    Sua sede própria, localizada na rua Presidente Dutra, no bairro Glória, foi construída em 1956 pelo governador Plínio Coelho e inaugurada no ano seguinte, em 27 de março de 1957.

    Possui um pavimento com onze salas de aula e oferece o Ensino Fundamental, a Educação de Jovens e Adultos – EJA e o projeto Tempo de Acelerar.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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