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    Em quinze anos, o máximo de notícias no mínimo de espaço

    Coluna A Cidade em Foto do Jornal A Gazeta de 24 de janeiro de 1964.

    É sempre bom fazer aniversário. Com felicidade que também é alegria e satisfação de ter realizado aquilo que se deseja. Relembrando com orgulho o 24 de janeiro de 1949, quando Avelino Pereira fundou um jornal para servir ao povo. Tendo como companheiros de ideal Flávio de Castro, Jaty Pucu de Aguiar e Álvaro Bandeira de Melo, depois substituído por Ernani Barbosa. Um vespertino que nasceu grande, pois sabia de sua missão. Ocupando nestes 15 anos de relevo na vida de todo o Estado, com lutas e vitórias. E muitos sacrifícios. Vencendo-se e projetando-se. No centro, nos bairros, nos subúrbios. Indo ao mais longínquo rincão da hinterlândia. Simpático e querido. A sua A GAZETA, que também já teve como proprietários Arthur Virgílio Filho e Áugias Pinheiro Gadelha. Para depois ser vendida a Antônio Assmar, passando para Gilberto Mestrinho e dona Maria Auxiliadora Cruz Paes, tendo por quatro anos como diretor responsável o jornalista João Marques Paes Filho. Agora integrando a Difusão (Emissoras e editoras) S.A. passou por várias direções, mas em nenhuma delas mudou seu itinerário, ou fraquejou na sua missão de bem servir à coletividade. De jornal “puxado a dedo” de 15 anos atrás, às modernas linotipos de hoje. Foram muitos os seus redatores, repórteres, secretários. Um deles, Herculano de Castro e Costa, ainda vive com o seu jornal, embora afastado do dia a dia do batente duro. Nas oficinas, aquele mesmo espírito de profissionais competentes e zelosos, onde ainda permanece o linotipista Raimundo Nonato da Costa, que, na fundação tinha o ofício de “distribuidor”. E aqui está a sua A GAZETA. Jornal completo, de feição moderna, combativo, sempre em defesa da coletividade, razão de sua própria existência. E prestes a iniciar vida nova, feição diferente, assim que se inaugurar o moderno edifício da Difusão, na Avenida Eduardo Ribeiro, no local focalizado pelo clichê.

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