• Durango Duarte - Biblioteca João Bosco Pantoja Evangelista
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    • Manaus, entre o passado e o presente

    Biblioteca João Bosco Pantoja Evangelista

    Vista do prédio da biblioteca. Foto: Alex Pazuello.

    A Biblioteca Municipal João Bosco Pantoja Evangelista foi criada por meio da Lei 971, de 2 de janeiro de 1967, e sancionada pelo Decreto 27, de 12 de março de 1975. Sua primeira sede foi um prédio alugado na avenida Joaquim Nabuco, Centro. Após várias mudanças de endereço, passou a funcionar na rua da Instalação, onde permaneceu até 1997, quando foi transferida para a sua atual sede, na rua Monsenhor Coutinho, s/n, também no Centro, próximo à praça Antônio Bittencourt (ou do Congresso).

    Sua estrutura é composta por recepção, referência e acervo geral, acervo amazônico, periódicos, entre jornais e revistas, e documentação especial. Contém, ainda, um auditório e o espaço Multimeios, destinado a reuniões e demais eventos.

    O patrimônio atual dessa Biblioteca é formado por mais de treze mil exemplares, entre documentos sobre a Amazônia, jornais, revistas, CD-ROM com documentários e enciclopédias e fitas VHS. Reúne, também, mais de oitenta mil títulos, inclusive obras do século XVII. Oferece acesso gratuito à internet.

    JOÃO BOSCO EVANGELISTA (7-3-1938 a 4-8-1973)

    O  manauense  João  Bosco  Pantoja Evangelista graduou-se em Administração pela Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro. Foi técnico da Comissão de Desenvolvimento do Estado do Amazonas – Codeama, professor de Ciências Políticas na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Amazonas e professor da Escola de Serviço Público do Estado do Amazonas – Espea. Escritor e poeta, foi um dos fundadores do Clube da Madrugada e presidiu a União Brasileira de Escritores – UBE, seção do Amazonas. Idealizou o jornal literário Nossos Dias, editado em 1956 na capital amazonense, e foi assessor especial do Governo do Amazonas, cargo que exercia na época de seu falecimento.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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