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    Biblioteca Arthur Reis

    Detalhe da fachada principal da biblioteca. Foto: Fabio Nutti.

    A inauguração da Biblioteca Arthur Reis ocorreu no dia 6 de novembro de 2001, em um prédio situado na avenida Sete de Setembro, n. 444, Centro. Antes de ser cedido para abrigar essa unidade de informação, existia, nesse edifício, o Instituto de Resseguros do Brasil – IRB, do qual o professor e ex-governador Arthur Cezar Ferreira Reis foi vice-presidente.

    Seu acervo bibliográfico atual reúne mais de vinte mil títulos. Possui, ainda, uma coleção especializada em assuntos da Amazônia e de conhecimentos gerais no campo da História, Política, Geografia, Economia, Antropologia, Sociologia, Direito, Folclore, Artes e Filologia, além de uma compilação de periódicos brasileiros e da América Latina.

    Entre as coleções, destaque para os vários originais de obras de escritores nacionais, autografados e presenteados pelos próprios autores ao patrono dessa biblioteca especializada. O acervo dessa unidade de informação é disponibilizado somente para consulta local. Os visitantes podem realizar pesquisas bibliográficas em sua base de dados ou em mídia digital.

    ARTHUR REIS (8-1-1906 a 7-2-1993)

    Arthur Cezar Ferreira Reis nasceu em Manaus e realizou seus estudos iniciais nos antigos grupos escolares Marechal Hermes e Saldanha Marinho, e no então Ginásio Amazonense D. Pedro II. Foi empossado no  Instituto  Geográfico  e  Histórico    do Amazonas – Igha em 25 de março de 1926. Em 1927, formou-se bacharel em Direito pela Universidade do Rio de Janeiro. Em sua cidade natal, foi redator-chefe do Jornal do Commercio, professor do Colégio Dom Bosco, da Escola Normal, da Escola de Comércio Solon de Lucena e da Faculdade de Direito do Amazonas. Também dirigiu o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa. Em 1964, a Assembleia Legislativa do Estado o elegeu governador do Amazonas. Assumiu o cargo em 27 de junho daquele mesmo ano e nele permaneceu até 31 de janeiro de 1970. Publicou diversos livros, entre eles, Súmula da história do Amazonas, de 1965. Em 1967, ingressou na Academia Amazonense de Letras e assumiu a Cadeira de número 13. Faleceu no Rio de Janeiro.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

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