Artigos

09 de junho de 2016

O CERN das Coisas

Viajemos outra vez no tempo. Desta vez, um homem da era moderna (pode ser deste século) entra numa fictícia máquina do tempo com uma missão: enviar um presente que represente a evolução da humanidade para as primeiras formas de Homo sapiens. O que ele escolhe?

Henrique PecinattoAprendiz nível II de Físico, que em minha escala significa "falta muito para entregar a dissertação". 30/49 amazonense e apaixonado por esportes. Um curioso por natureza e da natureza, acha engraçado o caminhar das formigas, e amante de ímãs, mas tem um certo temor de eletrodinâmica. Henrique Pecinatto
Físico
07 de junho de 2016

As revistas e gibis que tínhamos em casa

Minhas irmãs liam fotonovelas, uma espécie de revista em quadrinhos, só que ao invés de desenhos eram fotos em branco e preto. As páginas de anúncios de langerie eram as que mais atraíam minha atenção.

Articulista-José-SardinhaNascido caipira-pirapora, virou amazonense em meados dos anos 70. Por acaso militou no movimento estudantil, ajudou a criar um partido e virou médico. Não sabe rezar, mas adora música. Não sabe ganhar dinheiro, mas tem todos os vícios enunciáveis de público sem corar. É ex-atleta, sem convicção nenhuma e desconfiado. José Carlos Sardinha
Médico
04 de junho de 2016

Horário restrito e um único ponto de venda de passagens, a queixa estudantil

“Quando os estudantes vão à praça pública, em ato reivindicatório, pedir que se cumpra o acordo feito, muitos os chamam de baderneiros e bagunceiros. A prefeitura também é responsável quando relega a reivindicação dos estudantes ao descaso. É preciso que haja cumprimento do acordo. É necessário tratá-los com responsabilidade” (A Crítica de 5 de janeiro de 1982, p.04).

Articulista-Durango-DuarteGaúcho amazonense, militante estudantil nos anos 1980, empresário nas áreas de Marketing e Comunicação, consultor político, autor de diversas obras literárias, articulista, blogueiro, diretor presidente do Instituto Durango Duarte, apaixonado por história do Amazonas e de Manaus, às vezes torce pelo Grêmio. Durango Duarte
Empresário
02 de junho de 2016

Um passeio por Manaus

Em outro artigo falei sobre o vazio humano nos bairros de Manaus. Falei da falta de pessoas andando pelas ruas da cidade. Fiz uma honrosa exceção: o Centro. Contudo, um simples passeio pelo Centro, em especial a área da Matriz, torna mais complexa tal afirmativa.

Articulista-Gilson-GilCarioca, nascido em Madureira e criado no Catete. Sociólogo e professor da UFAM, já trabalhou em várias instituições de ensino no Amazonas e em outros Estados. É torcedor do Flamengo, está em Manaus desde 1992 e possui uma filha meio carioca, meio manauara. Torce pela cidade e pelas pessoas que aqui vivem. Gilson Gil
Sociólogo
31 de maio de 2016

O glorioso ano de 1962

Nunca joguei bola enquanto moramos na casa do “calipeiro”. Meus primeiros contatos com futebol, foi no primeiro semestre do primeiro ano escolar. Com sete anos, portanto.

Articulista-José-SardinhaNascido caipira-pirapora, virou amazonense em meados dos anos 70. Por acaso militou no movimento estudantil, ajudou a criar um partido e virou médico. Não sabe rezar, mas adora música. Não sabe ganhar dinheiro, mas tem todos os vícios enunciáveis de público sem corar. É ex-atleta, sem convicção nenhuma e desconfiado. José Carlos Sardinha
Médico
30 de maio de 2016

Entre desvios e fraudes, a saúde pública em Manaós desde 1852

Filas, demora, caos e falta de remédios, estas notícias circulam praticamente todos os dias na imprensa amazonense, evidência a precária falta de estrutura do aparato de saúde na capital do Amazonas.

Articulista-Julio-SilvaApaixonado pelo Amazonas e sua história, ama tambaqui assado e creme de cupuaçu - esse último só perde para o sexo. Amante da leitura e do futebol, tem o coração azul como o Nacional, o boi é o Corre-campo. Historiador de formação, com mestrado em História pela UFAM, mas se considera um aprendiz da matéria. Júlio Silva
Historiador
30 de maio de 2016

Contando histórias (3)

O jornalista Flaviano Limongi que, durante anos escreveu diariamente a coluna “Bazar” no Jornal A Crítica, vez por outra dava uma força na Editoria de Esportes do jornal. Certa ocasião, em uma viagem do Belmiro Vianez – que era oficialmente o editor de esportes – a Portugal, o Limongi assumiu a editoria.

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
Jornalista
28 de maio de 2016

Passe único para os coletivos, uma vitória dos estudantes

Naquele dia, os estudantes vão ao prefeito José Fernandes, que finalmente baixa um decreto estabelecendo normas para a venda e o uso do passe único – que passaria a ser vendido tão logo a gráfica Thomas de La Rue, do Rio de Janeiro, contratada pela prefeitura, entregasse a impressão do primeiro lote.

Articulista-Durango-DuarteGaúcho amazonense, militante estudantil nos anos 1980, empresário nas áreas de Marketing e Comunicação, consultor político, autor de diversas obras literárias, articulista, blogueiro, diretor presidente do Instituto Durango Duarte, apaixonado por história do Amazonas e de Manaus, às vezes torce pelo Grêmio. Durango Duarte
Empresário
27 de maio de 2016

Manaus é a Veneza brasileira

Manaus tem mais que trezentas pontes. Até gostaria de discorrer sobre cada uma delas, mas não dá a maioria não possui nome oficial.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
Administrador
24 de maio de 2016

Cidade da história

Ainda que aparentemente mergulhado em devaneio nostálgico, justifico esse meu passeio afetivo por uma cidade que mistura o vivido ao imaginado, e ainda que estejamos em outra época acredito ser possível compartilhar, mesmo com aqueles de memória mais recente.

Amazonense, artista visual e historiador da cidade. Gosta de literatura, música, cinema e fotografia. Não dirige, mora no centro da cidade. Nada no Nacional e anda pela cidade olhando e fotografando pequenas coisas. Otoni Mesquita
Professor
24 de maio de 2016

O dia que briguei com o Délio e os hinos pátrios

Minha primeira briga foi no primeiro ano primário, com meu melhor amigo na turma. Chamava-se Délio. Não faço a menor idéia do motivo. Sei, que para surpresa dele, eu tomei a iniciativa. […] Não sei quanto tempo durou e nem como acabou. Depois ficamos amigos para sempre.

Articulista-José-SardinhaNascido caipira-pirapora, virou amazonense em meados dos anos 70. Por acaso militou no movimento estudantil, ajudou a criar um partido e virou médico. Não sabe rezar, mas adora música. Não sabe ganhar dinheiro, mas tem todos os vícios enunciáveis de público sem corar. É ex-atleta, sem convicção nenhuma e desconfiado. José Carlos Sardinha
Médico
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