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24 de junho de 2016

As festas juninas

Na brincadeira de quadrilha de 67, no Grupo Escolar Princesa Isabel, eu fui par da Rosa, irmã do Flávio, pernambucanos que meteoricamente por aqui passaram.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
Administrador
21 de junho de 2016

Mamãe entre as estrelas

Hoje, 21 de junho 2016, minha inesquecível mãe faria 86 anos. Meu saudoso pai simplificava e a chamava de Alban; os inúmeros agregados, de tia Albanita ou, simplesmente, tia; já os muitos netos, preferiam o carinhoso vó Banita. Seus temperos, bolos e doces teimam em nosso imaginário gustativo até hoje. Confira a homenagem do Articulista Jeferson “Garrafa” Brasil.

Articulista-Jeferson-BrasilFoi baterista, segundo ele, do sofrível conjunto musical “Os Paqueras”. Jogou basquete, futebol e tênis de quadra. Admite, orgulhosamente, que seus dois irmãos jogavam muito mais. Sua vingança é hoje ser corredor de rua, com sonho de virar maratonista. É cronista bissexto. Jeferson Garrafa Brasil
Administrador
21 de junho de 2016

China

China, assim todos a chamávamos. Nunca soube o porquê, o que por sua vez é uma nota contínua ao longo de minha vida. Hoje me dou conta que assimilei um mundo de coisas sem perguntar por quê. (Droga! Esse raio de acento existe aí? Só no primeiro porquê? Mais uma que não perguntei!).

Articulista-José-SardinhaNascido caipira-pirapora, virou amazonense em meados dos anos 70. Por acaso militou no movimento estudantil, ajudou a criar um partido e virou médico. Não sabe rezar, mas adora música. Não sabe ganhar dinheiro, mas tem todos os vícios enunciáveis de público sem corar. É ex-atleta, sem convicção nenhuma e desconfiado. José Carlos Sardinha
Médico
18 de junho de 2016

A luta de 20 de setembro sob a ótica da imprensa local

Sob o cerco do poder da elite econômica e do poder político do regime militar – que mesmo após o final da ditadura ainda mantinha instrumentos institucionais de pressão – a imprensa amazonense se mostrava desfavorável, e em alguns casos até hostil, aos movimentos populares surgidos em Manaus nos primeiros anos da década de 1980.

Gaúcho amazonense, militante estudantil nos anos 1980, empresário nas áreas de Marketing e Comunicação, consultor político, autor de diversas obras literárias, articulista, blogueiro, diretor presidente do Instituto Durango Duarte, apaixonado por história do Amazonas e de Manaus, às vezes torce pelo Grêmio. Durango Duarte
Empresário
14 de junho de 2016

Os cursos d’água de minha infância

Viver hoje no Amazonas não foi o suficiente para reduzir a importância de dois pequenos cursos d”água de minha infância. Nunca soube de seus nomes.

Articulista-José-SardinhaNascido caipira-pirapora, virou amazonense em meados dos anos 70. Por acaso militou no movimento estudantil, ajudou a criar um partido e virou médico. Não sabe rezar, mas adora música. Não sabe ganhar dinheiro, mas tem todos os vícios enunciáveis de público sem corar. É ex-atleta, sem convicção nenhuma e desconfiado. José Carlos Sardinha
Médico
13 de junho de 2016

Os barrancos do Amazonino e os ingleses

Eu estava com 16 anos e estudava no melhor colégio do mundo: o Colégio Estadual do Amazonas. Estávamos sendo perseguidos pelo Céu, que queria nos afogar com três dias de chuvas fortes. Estudávamos na sala de canto, do andar superior, com vistas para a Av. Getúlio Vargas canto com a Av. 7 de setembro. Ali, no canto do Colégio Estadual, ainda existe uma boca de esgoto que ainda forma uma bela piscina sem cloro.

Articulista-Roberto-CaminhaAmazonense de Manaus, estudou no Grupo Escolar Princesa Isabel, no Colégio Brasileiro e Colégio Estadual do Amazonas. É economista formado pela Universidade do Amazonas. Foi merecedor do Diploma da Medalha do Mérito Esportivo. É articulista do Blog Amazonas Atual e torcedor no Naça. Roberto Caminha Filho
Economista
11 de junho de 2016

“Irrisório não dará para cobrir as despesas e nem para pagar os empregados”

Esta história de luta pela garantia do direito à meia-passagem moldou a forma com que os estudantes viriam a se mobilizar – e as forças do Estado a reprimir – nos eventos que culminaram nas manifestações de setembro de 1983 contra o reajuste exagerado das passagens de ônibus.

Gaúcho amazonense, militante estudantil nos anos 1980, empresário nas áreas de Marketing e Comunicação, consultor político, autor de diversas obras literárias, articulista, blogueiro, diretor presidente do Instituto Durango Duarte, apaixonado por história do Amazonas e de Manaus, às vezes torce pelo Grêmio. Durango Duarte
Empresário
10 de junho de 2016

O Haiti, o picolé da massa e os 7 a 1

Quando passar por você um desses haitianos oferecendo “picolié da masha, um rialll”, seja generoso, e, até mesmo, compre um. Pode ser a oportunidade única de estar frente a frente com um legítimo descendente de um bravo guerreiro, que lutou pela independência do Haiti lá pelos idos do Séc. XVIII.

Articulista-Jeferson-BrasilFoi baterista, segundo ele, do sofrível conjunto musical “Os Paqueras”. Jogou basquete, futebol e tênis de quadra. Admite, orgulhosamente, que seus dois irmãos jogavam muito mais. Sua vingança é hoje ser corredor de rua, com sonho de virar maratonista. É cronista bissexto. Jeferson Garrafa Brasil
Administrador
10 de junho de 2016

Aos namorados e enamorados

Quem nunca namorou está perdoado, mas quem já namorou e disser que namorar não é bom, com certeza precisa de internação médica ou interdição judicial imediata.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
Administrador
09 de junho de 2016

O CERN das Coisas

Viajemos outra vez no tempo. Desta vez, um homem da era moderna (pode ser deste século) entra numa fictícia máquina do tempo com uma missão: enviar um presente que represente a evolução da humanidade para as primeiras formas de Homo sapiens. O que ele escolhe?

Henrique PecinattoAprendiz nível II de Físico, que em minha escala significa "falta muito para entregar a dissertação". 30/49 amazonense e apaixonado por esportes. Um curioso por natureza e da natureza, acha engraçado o caminhar das formigas, e amante de ímãs, mas tem um certo temor de eletrodinâmica. Henrique Pecinatto
Físico
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