Artigos

27 de junho de 2018

O CANTO DAS CIGARRAS SOBRE O DESERTO

Para nós não era nada espetacular, poderia se comparar a alguma coisa tão natural quanto à cigarra se desprendendo de sua casca, após se guardar nela por dezessete anos, maturando no interior da terra.

Amazonense, artista visual e historiador da cidade. Gosta de literatura, música, cinema e fotografia. Não dirige, mora no centro da cidade. Nada no Nacional e anda pela cidade olhando e fotografando pequenas coisas. Otoni Mesquita
Professor
20 de junho de 2018

OS APELIDOS DOS MEUS COLEGAS DE RUA

Dar apelidos é da natureza humana, brota na própria comunidade em que se vive, não tem rigorosamente nada a ver com classe social ou grau de escolaridade… Ora, se nem Cristo escapou – Salvador, Nazareno, Ungido, Menino Jesus, Cordeiro do Senhor, filho de Deus… – por que o pessoal da Rua escaparia?

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
Administrador
06 de junho de 2018

Contando Histórias 23

O projeto era ousado, mas esbarrou numa diagramação formal e fixa que não valorizava o conteúdo. Era muito tradicional. Outros problemas como a falta de um bom departamento comercial e um setor forte de circulação, frustraram o projeto. O material editorial era bom, mas poucos o liam.

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
Jornalista
30 de maio de 2018

Bonitos e Perigosos

Cuidado com eles! São graciosos e sedutores circulam aonde querem. Com um olhar doce e assustado demonstram carência e sem dizer uma palavra podem se aproximar como um menino abandonado que pedisse alimento. Fique atento.

Amazonense, artista visual e historiador da cidade. Gosta de literatura, música, cinema e fotografia. Não dirige, mora no centro da cidade. Nada no Nacional e anda pela cidade olhando e fotografando pequenas coisas. Otoni Mesquita
PROFESSOR
16 de maio de 2018

A AVENIDA EDUARDO RIBEIRO QUE EU CONHECI

Ah, como eu gostava de subir e descer aquela Avenida! Por vezes com o meu irmão, pelo singelo prazer de contabilizar e depois comemorar o sucesso daquele que tivesse cumprimentado mais pessoas; por vezes para paquerar, especialmente aos sábados pela manhã.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
Administrador
09 de maio de 2018

INOVAR PARA CRESCER

É preciso criatividade e trabalho para superar esta crise e oferecer novas chances à população que busca uma vaga e está ansiosa por uma vida melhor.

Articulista-Gilson-GilCarioca, nascido em Madureira e criado no Catete. Sociólogo e professor da UFAM, já trabalhou em várias instituições de ensino no Amazonas e em outros Estados. É torcedor do Flamengo, está em Manaus desde 1992 e possui uma filha meio carioca, meio manauara. Torce pela cidade e pelas pessoas que aqui vivem. Gilson Gil
Sociólogo
02 de maio de 2018

Contando histórias 22

No Hotel Tropical, era tempo das Discotecas, a Noite dos Ingleses, na área portuária de Manaus resistia ao tempo e tinha publico cativo.

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
Jornalista
25 de abril de 2018

Bela Circe

Bela Circe, deve ter muitos pretendentes. Todos a se enganar. Ao seu redor mantém um circo de homens encantados. Difícil de escapar do encanto que lança no ar. Bela Circe, não precisa fazer qualquer esforço, todos querem lhe ajudar e assim ela segue.

Amazonense, artista visual e historiador da cidade. Gosta de literatura, música, cinema e fotografia. Não dirige, mora no centro da cidade. Nada no Nacional e anda pela cidade olhando e fotografando pequenas coisas. Otoni Mesquita
Professor
18 de abril de 2018

Contando Histórias 21

O telefonema de um fraterno amigo jornalista de Minas me colocou em contato com outros três jornalistas que chegavam a Manaus para criar um jornal. Era o começo do Jornal do Norte, mas essa é uma história mais para a frente…

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
Jonalista
11 de abril de 2018

O dia em que Nossa Senhora dos Milagres se chamou Almira

Era um prato cheio, a placa ali, pendurada, novinha, cheirando a tinta, pedindo pra ser a próxima vitima da imaginação criativa da Turma da Rua. Na calada da noite a dita cuja foi substituída.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
Administrador
29 de março de 2018

Manaus, o futuro e a segurança

Até que ponto certos grupos de policiais, bombeiros e guardas municipais não estariam dispostos a “prestar serviços” a comerciantes nesses bairros? E o que custará até o momento em que entendam que podem ganhar sozinhos, sem intermediários, nos negócios do bairro?

Articulista-Gilson-GilCarioca, nascido em Madureira e criado no Catete. Sociólogo e professor da UFAM, já trabalhou em várias instituições de ensino no Amazonas e em outros Estados. É torcedor do Flamengo, está em Manaus desde 1992 e possui uma filha meio carioca, meio manauara. Torce pela cidade e pelas pessoas que aqui vivem. Gilson Gil
Sociólogo
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