Artigos

14 de janeiro de 2019

Pacas, piquiquibas, alguns sítios e praças de Manaus

A Praça da Saudade eu atravessava para ir ao Rio Negro Clube, comer o sanduba de leitão do Bar do sujinho da esquina, ou para comer pipoca.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
19 de dezembro de 2018

Contando Histórias (29)

Alguns meses depois, uma boa proposta do jornal “Correio Amazonense”, que estava sendo montado pelo grupo de Amazonino Mendes, iria tirar Paulinho do Estadão.

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
06 de dezembro de 2018

O velório do seo Garcia

O bom Garcia aparentava acumular muitos anos de existência, seus cabelos eram brancos qual seiva da seringueira; o lento caminhar denunciava os anos vividos…

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
21 de novembro de 2018

Liberalismo e liberalismos

O Brasil vem há anos, desde os anos oitenta, perseguindo o modelo social-democrata de Estado: impostos altos, alta intervenção estatal na economia, serviços públicos universais e gratuitos e presença constante dos agentes públicos na regulação dos mercados.

Articulista-Gilson-GilCarioca, nascido em Madureira e criado no Catete. Sociólogo e professor da UFAM, já trabalhou em várias instituições de ensino no Amazonas e em outros Estados. É torcedor do Flamengo, está em Manaus desde 1992 e possui uma filha meio carioca, meio manauara. Torce pela cidade e pelas pessoas que aqui vivem. Gilson Gil
14 de novembro de 2018

O vestibular de 1971

O Vestibular de 1971 prometia ser um dos mais concorridos e difíceis, quer pela perspectiva de dificuldade das questões; quer pela concorrência e a gana de cada um; quer pela ameaça de fraude.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
07 de novembro de 2018

Contando Histórias 28

Desde o início enfrentamos problemas técnicos que ao longo dos dois anos em que estive na empresa nunca foram superados. Faltavam computadores, impressora de qualidade e nossos equipamentos fotográficos eram aquém das necessidades.

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
Jornalista
06 de novembro de 2018

Livros, mugidos e desesperança

Minha pergunta favorita, quando alguém próximo tenta se jactar intelectualmente, é: Você já leu “O tronco do Ipê”? Claro que pergunta e resposta são sempre bem-humoradas. E poucas delas, as respostas, são positivas.

Articulista-Jorge-AlvaroGinasiano do Colégio Estadual, de 1969 a 1975, tímido para ser líder, somente em 1996 presidiu a associação dos juízes trabalhistas da Região, por dois anos. De Manaus, onde pretende morrer, ouve música e assiste filmes, indiscriminadamente. Mais leitor que escritor, afinal ser o segundo é para poucos. Aceita desafios. Jorge Alvaro
31 de outubro de 2018

Reflexões sobre a eleição

Depois de sabermos os resultados, é mais fácil refletirmos. Certos ensinamentos ficaram desta eleição. Cada pleito tem sua história e a deste ainda pode está apenas começando a ser analisada.

Articulista-Gilson-GilCarioca, nascido em Madureira e criado no Catete. Sociólogo e professor da UFAM, já trabalhou em várias instituições de ensino no Amazonas e em outros Estados. É torcedor do Flamengo, está em Manaus desde 1992 e possui uma filha meio carioca, meio manauara. Torce pela cidade e pelas pessoas que aqui vivem. Gilson Gil
26 de outubro de 2018

A chegada dos pica-paus

Não estávamos preparados para as mudanças que adviriam nos anos subsequentes, afinal, a população feminina era maior que a masculina (ainda bem) e nós éramos “os caras”.

Articulista-Lucio-MenezesManauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, heterossexual, sonhador e eterno aprendiz. Lúcio Menezes
03 de outubro de 2018

Contando Histórias 27

A vida do Jornal do Norte foi curta, mas intensa e com reflexos positivos na mídia local. Ao todo, o projeto pleno, com uma redação que chegou a ter mais de 130 profissionais, alcançou uns quatro meses quando começaram os cortes.

Articulista-Claudio-BarbozaUm místico religioso, que hoje poderia ser arcebispo pelo tempo de estudo no seminário... Mas fez opção pelo jornalismo. Entre Manaus e Minas uma dúvida eterna. Ex-jogador de basquete, Garantido de coração e tricolor das Laranjeiras. Graduado em Filosofia na Faculdade Belo Horizonte, jornalismo pela UFAM, mestre em sociologia pela UFMG. Cláudio Barboza
Jornalista
28 de setembro de 2018

Muito prazer, Exupéry. Mas pode chamar de Zé Perri

Chegar numa cidade qualquer da França, Lyon, por exemplo, dobrar uma esquina e esbarrar numa placa de rua com o nome de Petit Prince, provavelmente não espante ninguém. Mas o que você acha de bater perna na avenida Pequeno Príncipe, no Campeche, um vilarejo brasileiro na beira do mar da ilha de Santa Catarina?

Articulista-Jeferson-BrasilFoi baterista, segundo ele, do sofrível conjunto musical “Os Paqueras”. Jogou basquete, futebol e tênis de quadra. Admite, orgulhosamente, que seus dois irmãos jogavam muito mais. Sua vingança é hoje ser corredor de rua, com sonho de virar maratonista. É cronista bissexto. Jeferson Garrafa Brasil

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