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    Uma bela entre as feras

    Coluna A Cidade em Foto do Jornal A Gazeta de 06  de fevereiro de 1964.

    São os ossos ou cavacos do ofício. E de Rainha que não pode escolher vassalos. A belezoca, que reina no carnaval do sul américa, ficou assim entre essas duas “sentinelas indormidos”, possivelmente da arma submarina, que ambos gostam de viver “dentro da água”. Com ares de guerrilheiro de Gengis Khan ou de outro batuta qualquer. Mas, na verdade, cronistas carnavalescos, desde antes de inventarem concursos, na Avenida com lembranças do tempo em que o Martiniano era “almirante” do brigue Independência e o Cascão, com aquela turma que veio da Guanabara para a “batalha da borracha” e ficou mesmo foi no beco da paciência, em Educandos, meteu na folia a primeira escola de samba da cidade, salvo engano a “meu louro morreu”. Cujos componentes, depois foram bater tambor no boi do Imboca, o “tira prosa”. E como cronistas carnavalescos eles continuam, juntos em todos os pagodes, como corda e caçamba, visando as festas do centro e dos bairros. Um é daqui de casa, de nome Ulysses Azevedo, o filho, o outro chamado Mansueto Queirós, de apelido “Bolinha”, lá no veterano “Jornal do Comércio”. Para a bonita rainha que ornamentos a foto dos dois, a explicação mais exata seria esta: acidente, ou incidente, de trabalho e estamos conversados.

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