• Biblioteca Pública do Estado do Amazonas - Instituto Durango Duarte
    • Iconografia
    • Manaus
    • Manaus, entre o passado e o presente
    Biblioteca Pública do Estado do Amazonas

    Fachada da Biblioteca Pública do Estado do Amazonas. In: Álbum Vistas de Manaus, [s. n.].

    As bibliotecas podem ser classificadas como Públicas (municipais, estaduais, federais, especializadas, itinerantes ou digitais), Acadêmicas (escolares ou universitárias) e Particulares (privadas ou pessoais).

    De maneira simplificada, consideram-se como bibliotecas públicas aquelas que possibilitam o acesso livre ao seu acervo e cujos títulos podem ser emprestados ou não. As bibliotecas acadêmicas funcionam em escolas e universidades e, em sua maioria, destinam-se apenas ao seu público interno. Já as bibliotecas particulares, são mantidas pela iniciativa privada, por fundações, por instituições de pesquisa ou por colecionadores.

    A Biblioteca Nacional do Brasil, sediada no Rio de Janeiro, foi fundada em 29 de outubro de 1810. Em Manaus, possivelmente a primeira instituição a organizar um acervo bibliográfico foi o Seminário Episcopal de São José, fundado em 1848. Três décadas depois, em 1870, a administração estadual criou uma sala de leitura – que mais tarde se transformaria na atual Biblioteca Pública do Estado do Amazonas.

    No decorrer dos anos, especialmente entre 1920 e 1970, houve diversas tentativas de instalação de bibliotecas em centros acadêmicos – como a Biblioteca Análio Rezende, do curso de Direito –, grêmios estudantis, sindicatos patronais e de trabalhadores, além de associações culturais. Algumas foram desativadas e outras ainda existem.

    No início da década de 50, na publicação intitulada Guia das Bibliotecas Brasileiras, aparecem as bibliotecas da Academia Amazonense de Letras; a Bordeaux Rêgo, do Departamento Estadual de Estatística; a Vivaldo Palma Lima, do Ginásio Brasileiro; a da Força Policial do Amazonas, e a Francelina Dantas, da Sociedade Amazonense de Professores.

    Completa-se essa lista com as bibliotecas Francisco Montojos, da antiga Escola Técnica de Manaus; do Luso Sporting Clube; Marciano Armond, da União dos Estudantes do Amazonas; do Sindicato dos Empregados do Comércio do Amazonas; Tenreiro Aranha, do Centro Estudantal Plácido Serrano, e a do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas.

    Em 1940, o então Juiz de Menores, André de Araújo, criou uma biblioteca circulante, a primeira iniciativa de que se tem notícia sobre a existência de uma biblioteca móvel em Manaus. Na década de 70, a antiga Fundação Cultural do Amazonas, Órgão vinculado à então Secretaria de Educação e Cultura, organizou o serviço de bibliotecas volantes, que serviria de extensão da Biblioteca Pública do Estado.

    Nos dias de hoje, o Serviço Social do Comércio – Sesc, localizado na rua Henrique Martins, Centro, mantém, por meio do projeto BiblioSesc, uma biblioteca itinerante que percorre, em um caminhão, os bairros das áreas periféricas da Cidade.

    Imagem e texto retirados do livro Manaus, entre o passado e o presente do escritor Durango Duarte.

Fechar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *